<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296</id><updated>2012-01-30T18:53:44.646-02:00</updated><category term='jejum'/><category term='glomerular'/><category term='medicamentos'/><category term='ehrlichiose'/><category term='EAS'/><category term='qualidade'/><category term='FeLV'/><category term='Alergia'/><category term='lipase'/><category term='vírus'/><category term='Rotavírus'/><category term='17 OH progesterona'/><category term='coagulação'/><category term='rdw'/><category term='Febre Maculosa'/><category term='Ehrlichia'/><category term='Hiperparatireoidismo'/><category term='Dermatite'/><category term='Eletroforese'/><category term='giardia'/><category term='potros'/><category term='PKD'/><category term='microfilárias'/><category term='PU/CU'/><category term='Anaplasma pagocytophila'/><category term='cultura'/><category term='chuva'/><category term='Cálcio'/><category term='botulínica'/><category term='Parvovirose'/><category term='Imunocromatografia'/><category term='antifúngicos'/><category term='insulina'/><category term='Foal check'/><category term='água'/><category term='dirofilariose'/><category term='diabetes'/><category term='hepatozoon'/><category term='Hemoparasitas'/><category term='Dirofilaria'/><category term='informativo 10/10'/><category term='FIV'/><category term='fenobarbital'/><category term='Hiperadrenocorticismo'/><category term='Hormônio do Crescimento'/><category term='remédios'/><category term='pcr'/><category term='Raiva'/><category term='fugigrama'/><category term='Microalbuminuria'/><category term='vermes'/><category term='parasitológico'/><category term='carrapatos'/><category term='neospora'/><category term='ASLO'/><category term='icterícia'/><category term='dirofilária'/><category term='igg'/><category term='Ehrlichia canis'/><category term='reticulócitos'/><category term='imunologia'/><category term='Panleucopenia Felina'/><category term='glicose'/><category term='T4 Total'/><category term='toxoplasmose'/><category term='Hipotireoidismo'/><category term='convulsões'/><category term='ACTH'/><category term='UE'/><category term='leptospirose'/><category term='imunorreativa'/><category term='pancreatite'/><category term='Hiperaldosteronismo'/><category term='babesia'/><category term='rickettsia'/><category term='Ceruloplasmina'/><category term='DAPP'/><category term='Lactato'/><category term='zoonose'/><category term='intoxicação'/><category term='Nanismo'/><category term='Alopecia X'/><category term='histopatologia'/><category term='cistatina c'/><category term='Addison'/><category term='brucelose'/><category term='Toxina'/><category term='Vitamina K'/><category term='sódio'/><category term='Antígeno'/><category term='zinco'/><category term='antibiograma'/><category term='Cristalino'/><category term='ácido lático'/><category term='urina'/><category term='Somatomedina C'/><category term='Gamopatia'/><category term='Campilobacteriose'/><category term='mapa'/><category term='protozoários'/><category term='PU/PD'/><category term='Fosfatase Alcalina Isoenzimas'/><category term='necrópsia'/><category term='Catarata'/><category term='microbiologia'/><category term='Erlichiose equina'/><category term='filárias'/><category term='Proteinúria'/><category term='tumor'/><category term='Ionizado'/><category term='IRC'/><category term='Antifungigrama'/><category term='PIF'/><category term='gadernal'/><category term='IGF 1'/><category term='Viagem'/><category term='Febre'/><category term='vetlab'/><category term='Manual de exames'/><category term='cinomose'/><category term='17 Hidroxiprogesterona'/><category term='Neorickettsia risticii'/><category term='adrenal'/><category term='análise'/><category term='potássio'/><category term='diagnóstico'/><category term='GH'/><category term='diarréia'/><category term='OTITE'/><category term='fezes'/><category term='endocrinologia'/><category term='MIF'/><category term='Brometo de Potássio'/><category term='Leishmaniose'/><category term='parasitologia'/><category term='Cushing'/><category term='Pulga'/><category term='hipoadrenocorticismo'/><category term='TSH'/><category term='Biópsia'/><category term='serviço'/><category term='Aldosterona'/><category term='Stretococcus'/><category term='SAF'/><category term='Betalactamase'/><category term='CID'/><category term='ÁCIDOS BILIARES'/><category term='Acromegalia'/><category term='IGF-1'/><category term='ferritina'/><category term='biologia molecular'/><category term='renal'/><category term='aids felina'/><title type='text'>VetLab Medicina Laboratorial Veterinária</title><subtitle type='html'>Estrada União e Indústria 9381 sl 06
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Esses estágios foram estabelecidos principalmente de acordo com as concentrações séricas de creatinina. Os valores de creatinina devem ser obtidos no paciente em jejum e hidratado, em dois ou três momentos diferentes ao longo de algumas semanas (POLZIN, 2008). É preciso excluir as variações de creatinina transitórias pré-renais ou pósrenais, mesmo que haja o diagnóstico já estabelecido de DRC, como também considerar a condição corpórea do paciente, especialmente a massa muscular, para evitar a ocorrência de classificação errônea (POLZIN et al., 2005).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a classificação em estágios da DRC, é possível estabelecer condutas terapêuticas, baseadas nas considerações da fisiopatologia da progressão da DRC e na experiência clínica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estágio I da DRC define-se por estado não azotêmico, mas há alguma alteração renal presente, tal como inabilidade renal de concentração urinária (baixa densidade da urina), proteinúria renal (aumento de PU/CU) e alterações renais ao exame de imagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estágio II caracteriza-se pela presença de discreta azotemia em avaliações seriadas (creatinina entre 1,4mg/dL e 2,0mg/dL para cães e de 1,6mg/dL a 2,8mg/dL para gatos). Pacientes nos estágios I e II não apresentam manifestações clínicas de disfunção renal, à exceção de poliúria e polidipsia.&lt;br /&gt;Ocasionalmente gatos com DRC em estágio II podem apresentar perda de peso e apetite seletivo; contudo, na presença de complicações da DRC, tais como pielonefrite e nefrolitíase, as manifestações clínicas podem se tornar mais evidentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estágio III é definido pela presença de azotemia em grau moderado (creatinina entre 2,1mg/dL e 5,0mg/dL para cães e de 2,9mg/dL a 5,0mg/dL para gatos). O paciente poderá apresentar manifestações sistêmicas da perda de função renal. A progressão da DRC nos pacientes desse estágio geralmente está ligada aos mecanismos de progressão espontânea da doença (autoperpetuação), mas pode também se relacionar às causas desencadeantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estágio IV caracteriza-se pela presença de intensa azotemia (creatinina superior a 5,0mg/dL para cães e gatos). Nesse estágio, o paciente apresenta importante perda da função renal que pode estar relacionada à falência renal e apresentar diversas manifestações sistêmicas da uremia como, por exemplo, alterações gastrintestinais, neuromusculares ou cardiovasculares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda, na classificação proposta pela IRIS, há os subestágios e esses estão relacionados à proteinúria renal e à hipertensão arterial sistêmica, considerados como fatores independentes de progressão da DRC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A determinação da relação PU/CU é indicada devido à necessidade de classificar a magnitude da proteinúria, o que não é possível com o método de química seca, utilizado na fita reagente. A PU/CU é um método considerado quantitativo, e o método padrão-ouro é determinado pela técnica em que se utiliza o corante azul brilhante de Coomassie – método de rotina no VetLab - (LEES et al., 2005; GRAUER, 2007).&lt;br /&gt;Os pacientes classificados com proteinúria de valores limítrofes ou suspeitos devem ser reavaliados após duas semanas para sua correta classificação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abordagem terapêutica segundo os estágios da doença renal crônica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estágio 1: Exames a serem solicitados – Hemograma, Perfil Renal Completo e Cistatina C&lt;br /&gt;No estágio I, os marcadores de lesão renal já indicam o comprometimento dos rins na ausência de azotemia renal. Nesse estágio, é importante manter o animal hidratado, permitindo acesso livre para a ingestão de água, como também corrigir, quando necessário, a desidratação e assim evitar etiologias adicionais para lesão renal aguda.&lt;br /&gt;A proteinúria pode ocorrer em qualquer estágio da DRC e, uma vez confirmada a sua magnitude, o tratamento é recomendado quando a PU/CU apresenta valores superiores a 2,0 no estágio I. A terapia indicada tem o intuito de modular a pressão intraglomerular por meio do uso de inibidores da enzima conversora da angiotensina (iECA), como enalapril ou benazepril, e tem por objetivo a redução da proteinúria para valores de PU/CU inferiores a 1,0 ou de pelo menos 50% do valor inicial da magnitude observada (POLZIN, 2008). Uma vez que a proteinúria é considerada um marcador de lesão renal, a redução da sua intensidade pode ser benéfica, principalmente nos estágios mais precoces da DRC (LEES et al., 2005). Quando não ocorre a resposta adequada ao iECA, poderá ser necessário o uso de bloqueadores de receptor de angiotensina II, como losartan ou irbesartan. Para os cães, a dose recomendada do losartan é de 0,25 a 0,5mg/kg/dia, até a dose máxima de 01mg/kg a cada 12 horas (POLZIN, 2007). Recomenda-se, também, que sejam realizadas as determinações séricas de potássio e sódio para uma avaliação indireta da ação do sistema renina-angiotensina-aldosterona.&lt;br /&gt;A cultura de urina com antibiograma pode prevenir uma pielonefrite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estágio 2: Exames a serem solicitados – Hemograma, Perfil Renal Completo, Dióxido de Carbono e Cultura e Antibiograma da urina&lt;br /&gt;No estágio II, a desidratação pode estar presente e geralmente ocorre de forma pontual em algum momento em que ocorreu a limitação quanto à ingestão de água ou a perda de água por processos gastrentéricos, por exemplo (POLZIN, 2008). As manifestações clínicas associadas à desidratação incluem disorexia, letargia, fraqueza e constipação – principalmente em gatos, e a azotemia pré-renal pode predispor à lesão renal aguda (POLZIN, 2008). No estágio II, é possível detectar alterações decorrentes dos fatores de progressão da doença renal, tais como o hiperparatireoidismo secundário, hiperfosfatemia, acidose metabólica e hipocalemia, e esta última é mais frequente no felino. &lt;br /&gt;Especificamente nos felinos pode-se observar o aumento da concentração sérica de paratormônio (PTH), mesmo na presença de concentrações de fósforo na faixa de normalidade (KIDDER &amp; CHEW,&lt;br /&gt;2009). O objetivo, no estágio II da DRC, é manter as concentrações séricas de fósforo inferiores a 4,5mg/dL, o que pode ser obtido apenas com o uso de dieta hipofosfórica (POLZIN 2008).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda no estágio II pode-se observar também acidose metabólica que ocorre em consequência do comprometimento renal na excreção de ácidos, na reabsorção de bicarbonato (HCO3), como também pelo processo de amoniagênese renal (POLZIN et al., 2009). Dessa forma, é indicado determinar o valor do bicarbonato sanguíneo (Dióxido de carbono) para assim estabelecer medidas terapêuticas necessárias. No cão, a administração de bicarbonato por via oral é recomendada quando o dióxido de carbono sanguíneo for &lt;18 mmol/L e no gato quando &lt;16mmol/L (ELLIOTT &amp; WATSON, 2009). Vale ressaltar que os felinos desenvolvem a acidose em estágios anteriores quando comparados aos cães. (POLZIN et al., 2000).&lt;br /&gt;A dose inicial de bicarbonato para suplementação oral é de 0,5 a 1,0mEq/kg/dia ou 8 a 12mg/kg a cada 8 a 12 horas; esta pode ser realizada por meio de uma solução preparada com um litro de água e 84mg de bicarbonato em pó, resultando em uma concentração de 1mEq/mL. Indica-se a administração de 1,0 a 1,5mL/10kg de peso por via oral (POLZIN &amp; OSBORNE, 1995). Ainda, a dose deve ser fracionada para evitar os efeitos gástricos do bicarbonato. A indicação do citrato de potássio também pode ser benéfica nos pacientes que apresentam concomitantemente hipocalemia e acidose. A reposição de potássio deve ser preconizada com cautela, uma vez que existe diferença entre a dose de reposição e aquela empregada para correção de acidose, para assim prevenir o desenvolvimento de alcalemia. Após normalização dos valores sanguíneos de bicarbonato, a monitoração deve ser realizada a cada três ou quatro meses para o controle adequado (POLZIN, 2007).&lt;br /&gt;Quanto aos felinos com DRC no estágio II, estes apresentam maior possibilidade de desenvolver hipocalemia, resultante da diminuição da ingestão de potássio e do aumento da perda urinária. A hipocalemia crônica acomete 20 a 30% dos gatos com DRC e pode comprometer em graus variados a função do rim e das musculaturas cardíaca e esquelética. As manifestações clínicas provenientes da hipocalemia ocorrem quando a concentração de potássio é inferior a 2,5mmol/L. A melhor escolha para a reposição oral de potássio é o gluconato de potássio, apresentação mais palatável, na dose de 2mEq para cada 4,5kg de peso, administrado duas vezes ao dia juntamente com o alimento (MAY &amp; LANGSTON, 2006). Quanto ao citrato de potássio, a dose recomendada é de 40 a 60mg/kg/dia dividida em duas a três administrações (MAY &amp; LANGSTON, 2006). Uma vez obtida a concentração sérica de potássio entre os valores de 3,5 a 5,5 mmol/L, recomenda-se a avaliação desse eletrólito a cada três ou quatro meses (POLZIN, 2007).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à proteinúria, a terapia é indicada quando os valores da PU/CU forem superiores a 0,5 e 0,4 para os cães e gatos, respectivamente, com azotemia (estágios II, III e IV).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os estágios I e II, é importante estar atento para doenças que evoluem concomitantemente e que podem favorecer a perda precoce da função renal, tais como pielonefrite, hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus, nefrolitíase, glomerulopatia/ glomeruloesclerose associada à proteinúria, ureterolitíase, entre outras  (MAY &amp; LANGSTON, 2006).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estágio 3: Exames a serem solicitados – Hemograma, Perfil Renal Completo, Dióxido de Carbono, Cultura e Antibiograma da urina, PTH, Cálcio Iônico, Proteína e frações e Colesterol.&lt;br /&gt;No estágio III, todas as alterações laboratoriais mencionadas nos estágios I e II ocorrem de forma mais marcante, inclusive com manifestações clínicas, tornando-se necessária a introdução de terapia mais intensa. A desidratação nesse estágio ocorre de forma crônica e não mais pontual. Ademais, os rins apresentam comprometimento importante da função tubular de reabsorção de água, resultando em poliúria mais intensa do que a polidipsia compensatória. Além disso, esses pacientes podem apresentar azotemia pré-renal associada, o que favorece o desenvolvimento de lesão renal por má perfusão, originada por causas diversas de desidratação (como vômito, diarreia, febre, limitação ao acesso a ingestão de água, estresse, etc).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A desidratação per si é responsável pelas manifestações clínicas, tais como prostração, fraqueza, constipação (principalmente no felino) e perda de apetite. Assim, é primordial a correção da desidratação com a fluidoterapia de manutenção pela via parenteral (subcutânea) com uso de cristaloides (soluções de Ringer com lactato ou de NaCl - fisiológica 0,9%). O volume de manutenção a ser administrado varia de acordo com o peso; para gatos e cães de pequeno porte, indica-se a administração diária de 75 a 150mL (POLZIN, 2007). Para os cães, recomenda-se 40 a 60mL/kg em 24 horas, na dependência do porte do animal, e o intervalo de administração seria de acordo com a avaliação da intensidade da poliúria, da ingestão de água e do quadro clínico diário do paciente (MAY &amp; LANGSTON, 2006). Há perda de vitaminas hidrossolúveis com a poliúria e, assim, recomenda-se a suplementação de vitaminas do complexo B (PLOTNICK, 2007).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a fluidoterapia, pode ocorrer o desenvolvimento de hipocalemia, hipertensão e hipernatremia, como também esta comprometer a hemodinâmica e a função cardíaca. Assim, é necessária a monitoração estreita do paciente durante o tratamento, assim como a reavaliação da terapia sempre que necessário (POLZIN et al., 2009).&lt;br /&gt;Quanto ao tratamento da proteinúria e da hipertensão arterial sistêmica, a recomendação é a mesma descrita para os estágios I e II, e deve-se ter cautela quanto ao uso de fármacos que comprometam a taxa de filtração glomerular (exemplo: iECA e diuréticos); portanto, a monitoração da concentração de creatinina deve ser mais frequente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A restrição de fósforo na dieta colabora para a redução da progressão da DRC e aumenta o tempo de vida. Esta restrição tem o objetivo de manter os valores séricos de fósforo abaixo de 4,5mg/dL no estágio II, de 5,0mg/dL no estágio III e de 6,0mg/dL no estágio IV; contudo, alguns pacientes do estágio III e a maioria do estágio IV necessitam do uso de quelantes de fósforo para atingir esse objetivo (POLZIN, 2008). Entre os quelantes, o mais recomendado é o hidróxido de alumínio, administrado junto com o alimento ou logo após a refeição, na dose de 30 a 90mg/kg/dia (MAY &amp; LANGSTON, 2006).&lt;br /&gt;Recomenda-se que a avaliação laboratorial do fósforo sérico seja realizada entre duas e quatro semanas após o início do tratamento (MAY &amp; LANGSTON, 2006) e, após atingir o valor de fósforo adequado, a avaliação laboratorial deve ser realizada a cada três ou quatro meses (POLZIN, 2007).&lt;br /&gt;O calcitriol é indicado nos pacientes em estágio III ou IV, com a finalidade de reduzir um dos fatores desencadeantes do hiperparatireoidismo renal secundário, a deficiência de vitamina D3 ativa (POLZIN et al., 2009). Existe forte evidência clínica para a utilização do calcitriol em cães, pois reduz a mortalidade, porém para gatos ainda não foi comprovada. Contudo essa terapia não deve ser iniciada até que os níveis séricos de fósforo estejam com valor abaixo de 6mg/dL (MAY &amp; LANGSTON, 2006; POLZIN et al., 2009). A dose indicada é de 1,5 a 3,5ng/kg/dia. A monitoração deve ser realizada pela mensuração sérica do PTH, do cálcio iônico e do fósforo, com a finalidade de se evitar a hipercalcemia (ELLIOTT &amp; WATSON, 2009).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda no estágio III, atenção especial deve ser direcionada à acidose metabólica, pois essa condição, além de causar aumento do catabolismo protéico, também está relacionada com as alterações cardiovasculares, a desmineralização óssea, a osteodistrofia renal, a exacerbação da azotemia, o aumento do catabolismo de proteína da musculatura esquelética e as alterações do metabolismo intracelular, além do aumento da amoniagênese renal e da consequente lesão das células tubulares (POLZIN, 2007). Caso o uso de alcalinizantes por via oral não apresente resposta adequada, será necessária a indicação de administração de bicarbonato de sódio pela via intravenosa quando os valores de bicarbonato forem inferiores a 12mmol/L (LANGSTON, 2008). É importante ressaltar que a dose a ser administrada deve ser calculada baseada nos valores de bicarbonato sanguíneo, e a dose inicial seria a metade ou um terço da dose total do déficit calculado; é importante a monitoração da terapia pela hemogasometria (CHEW &amp; GIEG, 2006). Para o cálculo do déficit de bicarbonato, recomenda-se a utilização do valor inferior de normalidade para a espécie, evitando-se assim o possível desenvolvimento de alcalemia. Deve-se, também, controlar a velocidade de infusão do fluido com o bicarbonato (CHEW &amp; GIEG, 2006). O bicarbonato não deve ser adicionado às soluções de Ringer ou de Ringer com lactato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A anemia compromete a qualidade de vida dos cães e gatos nos estágios III a IV da DRC. O tratamento é indicado quando o hematócrito for inferior a 20% e o paciente apresentar manifestações clínicas que possam ser atribuídas à anemia, tais como perda de apetite, letargia e fraqueza. O objetivo é de manter os valores do hematócrito entre 30 e 40% em gatos e de 38 a 48% em cães (NELSON &amp; COUTO, 2009). É importante ressaltar a necessidade de se investigar outras causas da anemia como má nutrição, hiperparatireoidismo, infecção concomitante, deficiência de ferro, etc. O tratamento com eritropoetina disponível seria a recombinante humana (50 a 100UI/kg de duas a três vezes por semana)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda no estágio III da DRC, devido à uremia, vários sistemas podem ser acometidos e assim comprometer o estado geral. Náusea, vômitos, diarréia e diminuição do apetite podem ser controlados com o uso de bloqueadores de H2 (ranitidina, famotidina), antieméticos (metoclopramida, ondansetrona) e protetores de mucosa (sucralfato). Deve-se ainda recalcular a dose de fármacos que apresentam excreção renal, para assim evitar a superdosagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estágio 4: Exames a serem solicitados – Hemograma, Perfil Renal Completo, Dióxido de Carbono, Cultura e Antibiograma da urina, PTH, Cálcio Iônico, Proteína e frações e Colesterol.&lt;br /&gt;A evolução final da DRC compreende o estágio IV, fase em que o número de néfrons encontra-se muito reduzido e assim comprometendo sobremaneira as várias funções dos rins. A manifestação clínica é mais exacerbada e também mais refratária à terapia. O tratamento da desidratação (reposição e manutenção com a fluidoterapia), o controle da hiperfosfatemia (manter as concentrações de fósforo &lt;6,0mg/dL tanto para cães como para gatos), da acidose metabólica e da anemia seguem as mesmas recomendações descritas para o estágio III.&lt;br /&gt;A indicação de hemodiálise na crise urêmica poderia ser proposta, mas com a ciência de ocorrer melhora somente temporária, pois haverá novamente o acúmulo das toxinas urêmicas, uma vez que os néfrons remanescentes não são em número e em de capacidade suficiente para recuperar a função renal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observações: &lt;br /&gt;1: A maioria das glomerulopatias caninas está associada com a presença de imunecomplexos nas paredes dos capilares glomerulares (COOK &amp; COWGILL, 1996). Por esta razão devem sempre se estar atento as seguintes doenças: Dirofilariose, Leishmaniose, Piometra, Erliquiose (normalmente em fases crônica ou sub-clínica utilizar o ELISA para diagnóstico), Brucelose, Infecções bacterianas crônicas (gengivite, piodermite) e Septicemia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2: Não se deve negligenciar o fator etiológico genético de algumas glomerulopatias e deve-se sempre suspeitar diante de um cão filhote ou jovem adulto com DRC. &lt;br /&gt;A maioria das doenças genéticas caninas documentadas são autossômicas recessivas. As raças com predisposição genética a terem lesão da Membrana basal glomerular são: Bull Terrier, Dálmata, Cocker Spaniel Inglês, Pinsher e Samoieda e com predisposição a GN membranoproliferativa, são: Bulmastife, Bernese, Spaniel Bretão e Rottweiler. Na displasia renal, também de ordem genética, o exame histológico&lt;br /&gt;revela glomérulos imaturos, glomeruloesclerose, fibrose intersticial e pielonefrite, e as raças associadas são Boxer, Chow Chow, Golden Retriever, Lhasa Apso, Schnauzer miniatura, Shih Tzu e Poodle Standard. Para a amiloidose, as raças caninas que revelaram maior predisposição genética são Beagle e Shar Pei, aparecendo na idade adulta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3: Referências com o laboratório&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-2579720758727258531?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/2579720758727258531/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=2579720758727258531' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/2579720758727258531'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/2579720758727258531'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2012/01/insuficiencia-renal-cronica-em-caes-e.html' title='Insuficiência Renal crônica em cães e gatos'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-7824001943050774248</id><published>2011-12-01T10:30:00.001-02:00</published><updated>2011-12-01T10:42:15.169-02:00</updated><title type='text'>Informativo dezembro 2011</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.youblisher.com/p/212731-Informativo-dezembro-2011/" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://www.youblisher.com/files/publications/36/212731/200x300.jpg" alt="Informativo dezembro 2011"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-7824001943050774248?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/7824001943050774248/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=7824001943050774248' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/7824001943050774248'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/7824001943050774248'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2011/12/informativo-dezembro-2011.html' title='Informativo dezembro 2011'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-2348605851776962540</id><published>2011-11-28T15:56:00.000-02:00</published><updated>2011-11-28T16:08:35.267-02:00</updated><title type='text'>Palestra doença renal em pequenos animais</title><content type='html'>http://www.slideshare.net/vetlab/doena-renal-crnica&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-2348605851776962540?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/2348605851776962540/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=2348605851776962540' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/2348605851776962540'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/2348605851776962540'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2011/11/palestra-doenca-renal-em-pequenos.html' title='Palestra doença renal em pequenos animais'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-3303736749828383191</id><published>2011-11-11T11:17:00.001-02:00</published><updated>2011-11-11T11:17:18.495-02:00</updated><title type='text'>Qual o melhor exame para diagnosticar encefalopatia hepática, amônia?</title><content type='html'>&lt;p class="formspringmeAnswer"&gt;O exame de amônia é um bom exame para este diagnóstico, o problema é que o animal deve coletar o sangue e este deve ser centrifugado e congelado em até 30 minutos. Depois este exme deve ser realizado em no máximo 24 horas. &lt;br /&gt;O exame de Ácidos Biliares é uma excelente alternativa ao exame de amônia e a coleta é normal como em outros exames de bioquímica.&lt;/p&gt;&lt;p class="formspringmeFooter"&gt;    &lt;a href="http://www.formspring.me/Vetlab?utm_medium=social&amp;utm_source=blogger&amp;utm_campaign=shareanswer"&gt;Ask me anything&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-3303736749828383191?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/3303736749828383191/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=3303736749828383191' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/3303736749828383191'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/3303736749828383191'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2011/11/qual-o-melhor-exame-para-diagnosticar.html' title='Qual o melhor exame para diagnosticar encefalopatia hepática, amônia?'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-2231528406300385404</id><published>2011-10-31T11:18:00.001-02:00</published><updated>2011-10-31T11:18:08.527-02:00</updated><title type='text'>Qual o material e enquanto tempo fica pronto o perfil 'Saúde em Felinos"?</title><content type='html'>&lt;p class="formspringmeAnswer"&gt;O perfil Saúde em Felinos é feito com sangue em EDTA e soro (tubos de tampa roxa e vermelha), são realizados os exames de Hemograma completo, pesquisa de hemoparasitas, FIV, FeLV, PIF e Toxoplasmose. O resultado fica pronto nomesmo dia.&lt;/p&gt;&lt;p class="formspringmeFooter"&gt;    &lt;a href="http://www.formspring.me/Vetlab?utm_medium=social&amp;utm_source=blogger&amp;utm_campaign=shareanswer"&gt;Ask me anything&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-2231528406300385404?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/2231528406300385404/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=2231528406300385404' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/2231528406300385404'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/2231528406300385404'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2011/10/qual-o-material-e-enquanto-tempo-fica.html' title='Qual o material e enquanto tempo fica pronto o perfil &amp;#39;Saúde em Felinos&amp;quot;?'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-6615634061895582924</id><published>2011-10-28T16:21:00.001-02:00</published><updated>2011-10-28T16:21:51.274-02:00</updated><title type='text'>Por que vocês utilizam SAF ao invés de MIF?</title><content type='html'>&lt;p class="formspringmeAnswer"&gt;Por 2 motivos:&lt;br /&gt;1- o SAF é o único conservante que consegue preservar os Trofozoítos dos protozoários (como a Giardia) e por isso é eficaz na busca destes parasitas tanto na fase de cisto quanto de trofozoítos.&lt;br /&gt;2- Por não conter mercúrio, o SAF não é tóxico como o MIF, pode ser utilizado com segurança por proprietários e seu descarte não agride o meio ambiente.&lt;/p&gt;&lt;p class="formspringmeFooter"&gt;    &lt;a href="http://www.formspring.me/Vetlab?utm_medium=social&amp;utm_source=blogger&amp;utm_campaign=shareanswer"&gt;Ask me anything&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-6615634061895582924?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/6615634061895582924/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=6615634061895582924' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/6615634061895582924'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/6615634061895582924'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2011/10/por-que-voces-utilizam-saf-ao-inves-de.html' title='Por que vocês utilizam SAF ao invés de MIF?'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-3371612984265520603</id><published>2011-10-25T10:38:00.001-02:00</published><updated>2011-10-25T10:38:36.623-02:00</updated><title type='text'>Tenho um animal com alta de frutosoamina, ,mas sem sintomas de diabetes e com a glicose normal. ISTO É POSSÍVEL?</title><content type='html'>&lt;p class="formspringmeAnswer"&gt;Sim, um dos casos mais comuns é em cães com hipotireoidismo.&lt;br /&gt;Cães com hipotiroidismo apresentam concentrações de frutosamina significativamente elevadas, que normalizam com o tratamento, o que pode ser secundário a uma diminuição do turnover proteico, uma vez que não é provável que uma hiperglicemia com um ou dois dias de duração afete as concentrações de frutosamina.&lt;/p&gt;&lt;p class="formspringmeFooter"&gt;    &lt;a href="http://www.formspring.me/Vetlab?utm_medium=social&amp;utm_source=blogger&amp;utm_campaign=shareanswer"&gt;Ask me anything&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-3371612984265520603?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/3371612984265520603/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=3371612984265520603' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/3371612984265520603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/3371612984265520603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2011/10/tenho-um-animal-com-alta-de.html' title='Tenho um animal com alta de frutosoamina, ,mas sem sintomas de diabetes e com a glicose normal. ISTO É POSSÍVEL?'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-3823223590033854277</id><published>2011-10-17T16:10:00.002-02:00</published><updated>2011-10-17T16:21:39.823-02:00</updated><title type='text'>Propaganda para proprietários</title><content type='html'>&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-3c2adfb84a870a22" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v2.nonxt5.googlevideo.com/videoplayback?id%3D3c2adfb84a870a22%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1330249897%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D30A42C5B88236DDCB675927865C9D55E1FFB73D4.66D154CBFABAA1E01DBDB63EEF0FD2B0D0A505F6%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D3c2adfb84a870a22%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D3SKgQlPqY-miYBfJA4JYizVMeuQ&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v2.nonxt5.googlevideo.com/videoplayback?id%3D3c2adfb84a870a22%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1330249897%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D30A42C5B88236DDCB675927865C9D55E1FFB73D4.66D154CBFABAA1E01DBDB63EEF0FD2B0D0A505F6%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D3c2adfb84a870a22%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D3SKgQlPqY-miYBfJA4JYizVMeuQ&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-3823223590033854277?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/3823223590033854277/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=3823223590033854277' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/3823223590033854277'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/3823223590033854277'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2011/10/propaganda-para-proprietarios.html' title='Propaganda para proprietários'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-8109491120287054703</id><published>2011-10-13T12:53:00.001-03:00</published><updated>2011-10-13T12:53:01.539-03:00</updated><title type='text'>Qual o melhor exame para parvovirose Ag ou IgM?</title><content type='html'>&lt;p class="formspringmeAnswer"&gt;Para parvo é sempre melhor o Antígeno (Ag). O material pode ser fezes na fase aguda ou soro no período de incubação do vírus. &lt;br /&gt;A dosagem de anticorpos IgG e IgM pode dar falso positivo em virtude de vacinação ou anticorpos maternos.&lt;/p&gt;&lt;p class="formspringmeFooter"&gt;    &lt;a href="http://www.formspring.me/Vetlab?utm_medium=social&amp;utm_source=blogger&amp;utm_campaign=shareanswer"&gt;Ask me anything&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-8109491120287054703?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/8109491120287054703/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=8109491120287054703' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/8109491120287054703'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/8109491120287054703'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2011/10/qual-o-melhor-exame-para-parvovirose-ag.html' title='Qual o melhor exame para parvovirose Ag ou IgM?'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-2207153273882717682</id><published>2011-10-10T11:52:00.001-03:00</published><updated>2011-10-10T11:52:09.584-03:00</updated><title type='text'>Tenho um criatório de aves e preciso fazer parasitológico de fezes e cultura de algumas aves como eu faço?</title><content type='html'>&lt;p class="formspringmeAnswer"&gt;Primeiramente é necessário o pedido do veterinário responsável. As amostras para o parasitológico podem ser enviadas refrigeradas em até 2 dias ou em conservante em até 7 dias de acordo com as orintações do Veterinário. &lt;br /&gt;As amostras para cultura devem ser coletadas pelo veterinário.&lt;br /&gt;O horário de funcionamento do laboratório é de segunda a sábado das 9:00 as 19:00. As amostras podem ser enviadas por sedex de qualquer lugar do Brasil, utilize o link &lt;a href="http://www.vetlaboratorio.com.br/wp-content/uploads/2010/04/MATERIAL.pdf" target="_blank" rel="nofollow" class="nofollow"&gt;http://www.vetlaboratorio.com.br/wp-content/uploads/2010/04/MATERIAL.pdf&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="formspringmeFooter"&gt;    &lt;a href="http://www.formspring.me/Vetlab?utm_medium=social&amp;utm_source=blogger&amp;utm_campaign=shareanswer"&gt;Ask me anything&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-2207153273882717682?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/2207153273882717682/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=2207153273882717682' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/2207153273882717682'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/2207153273882717682'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2011/10/tenho-um-criatorio-de-aves-e-preciso.html' title='Tenho um criatório de aves e preciso fazer parasitológico de fezes e cultura de algumas aves como eu faço?'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-5783340545355128874</id><published>2011-10-03T16:20:00.001-03:00</published><updated>2011-10-03T16:20:16.818-03:00</updated><title type='text'>Vocês tem visto muitos casos de rotavírus em cães?</title><content type='html'>&lt;p class="formspringmeAnswer"&gt;Sim, tem sido cada vez mais comum principalmente em filhotes com menos de 1 mês. Os sintomas normalmente são diarréia e vômito, Na maioria das vezes os adultos não apresentam nenhum sintoma clínico.&lt;/p&gt;&lt;p class="formspringmeFooter"&gt;    &lt;a href="http://www.formspring.me/Vetlab?utm_medium=social&amp;utm_source=blogger&amp;utm_campaign=shareanswer"&gt;Ask me anything&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-5783340545355128874?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/5783340545355128874/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=5783340545355128874' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/5783340545355128874'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/5783340545355128874'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2011/10/voces-tem-visto-muitos-casos-de.html' title='Vocês tem visto muitos casos de rotavírus em cães?'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-6143065749828166055</id><published>2011-09-30T15:16:00.001-03:00</published><updated>2011-09-30T15:16:23.449-03:00</updated><title type='text'>O exame de Leishmaniose deu positivo no RIFI e negativo no ELISA, como eu interpreto este exame?</title><content type='html'>&lt;p class="formspringmeAnswer"&gt;Com muita cautela. pode ser o início da infecção ou uma reação cruzada como por exemplo um hemoparasita. Minha sugestão: Coloque a coleira contra insetos no cão e repita o exame em 30 dias. Nesse meio tempo faça uma dosagem de proteínas e frações e investigue parasitas que podem fazer reações cruzadas como a Ehrlhia por exemplo.&lt;/p&gt;&lt;p class="formspringmeFooter"&gt;    &lt;a href="http://www.formspring.me/Vetlab?utm_medium=social&amp;utm_source=blogger&amp;utm_campaign=shareanswer"&gt;Ask me anything&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-6143065749828166055?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/6143065749828166055/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=6143065749828166055' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/6143065749828166055'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/6143065749828166055'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2011/09/o-exame-de-leishmaniose-deu-positivo-no.html' title='O exame de Leishmaniose deu positivo no RIFI e negativo no ELISA, como eu interpreto este exame?'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-3823259352314709883</id><published>2011-09-29T18:05:00.001-03:00</published><updated>2011-09-29T18:05:00.664-03:00</updated><title type='text'>Meu cão está positivp ara leishmaniose o que eu faço?</title><content type='html'>&lt;p class="formspringmeAnswer"&gt;Esta é uma pergunta que eu não gosto de responder. A Portaria IM nº 1.426 (2008) que regulamenta o Decreto nº 51.838 (1963) proíbe o tratamento de cães com leishmaniose.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O II FÓRUM DE DISCUSSÃO SOBRE O TRATAMENTO DA LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA BRASÍLIA/DF - 01 E 02/10/2009 recomenda a lei acima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Converse com seu Veterinário para saber que tipo de  exame foi feito, se existe chance de ser um falso positivo ou uma reação cruzada com outro parasita e se é possível realizar outros exames confirmatórios.&lt;/p&gt;&lt;p class="formspringmeFooter"&gt;    &lt;a href="http://www.formspring.me/Vetlab?utm_medium=social&amp;utm_source=blogger&amp;utm_campaign=shareanswer"&gt;Ask me anything&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-3823259352314709883?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/3823259352314709883/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=3823259352314709883' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/3823259352314709883'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/3823259352314709883'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2011/09/meu-cao-esta-positivp-ara-leishmaniose.html' title='Meu cão está positivp ara leishmaniose o que eu faço?'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-9088543767209143147</id><published>2011-09-29T11:03:00.001-03:00</published><updated>2011-09-29T11:03:44.727-03:00</updated><title type='text'>Informativo Outubro</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.youblisher.com/p/179242-Informativo-Outubro-de-2011/" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://www.youblisher.com/files/publications/30/179242/200x300.jpg" alt="Informativo Outubro de 2011"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-9088543767209143147?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/9088543767209143147/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=9088543767209143147' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/9088543767209143147'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/9088543767209143147'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2011/09/informativo-outubro.html' title='Informativo Outubro'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-7670783569871725269</id><published>2011-09-27T10:24:00.003-03:00</published><updated>2011-09-27T10:24:55.713-03:00</updated><title type='text'>Qual teste é melhor para pancreatite TLI ou Lipase Imunorreativa?</title><content type='html'>&lt;p class="formspringmeAnswer"&gt;O TLI é o melhor teste para Insuficiência Pancreática Exócrina, mas para pancreatite a Lipase Imunorreativa tem melhor sensibilidade.&lt;/p&gt;&lt;p class="formspringmeFooter"&gt;    &lt;a href="http://www.formspring.me/Vetlab?utm_medium=social&amp;utm_source=blogger&amp;utm_campaign=shareanswer"&gt;Ask me anything&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-7670783569871725269?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/7670783569871725269/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=7670783569871725269' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/7670783569871725269'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/7670783569871725269'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2011/09/qual-teste-e-melhor-para-pancreatite.html' title='Qual teste é melhor para pancreatite TLI ou Lipase Imunorreativa?'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-2696592514040568712</id><published>2011-09-27T10:24:00.001-03:00</published><updated>2011-09-27T10:24:01.010-03:00</updated><title type='text'>Quais são as causas de baixa de coleterol?</title><content type='html'>&lt;p class="formspringmeAnswer"&gt;Tirando a má nutrição, as causas são as que levam o fígado a não sintetizar o colesterol como no caso de shunts.&lt;/p&gt;&lt;p class="formspringmeFooter"&gt;    &lt;a href="http://www.formspring.me/Vetlab?utm_medium=social&amp;utm_source=blogger&amp;utm_campaign=shareanswer"&gt;Ask me anything&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-2696592514040568712?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/2696592514040568712/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=2696592514040568712' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/2696592514040568712'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/2696592514040568712'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2011/09/quais-sao-as-causas-de-baixa-de.html' title='Quais são as causas de baixa de coleterol?'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-8179824045423412708</id><published>2011-09-27T10:22:00.001-03:00</published><updated>2011-09-27T10:22:39.457-03:00</updated><title type='text'>Quais são as causas de ocorrência de cristais de biurato de amônio na urina?</title><content type='html'>&lt;p class="formspringmeAnswer"&gt;As principais causas são Shunt, doenças hepáticas severas. Podem ocorrer em raros casos em Dálmatas saudáveis. É sempre recomendado a realização do exame Ácidos Biliares quando este cristal é observado na urina.&lt;/p&gt;&lt;p class="formspringmeFooter"&gt;    &lt;a href="http://www.formspring.me/Vetlab?utm_medium=social&amp;utm_source=blogger&amp;utm_campaign=shareanswer"&gt;Ask me anything&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-8179824045423412708?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/8179824045423412708/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=8179824045423412708' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/8179824045423412708'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/8179824045423412708'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2011/09/quais-sao-as-causas-de-ocorrencia-de.html' title='Quais são as causas de ocorrência de cristais de biurato de amônio na urina?'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-1551651165609805237</id><published>2011-09-21T18:25:00.001-03:00</published><updated>2011-09-21T18:25:21.273-03:00</updated><title type='text'>Podemos utilizar a ciclosporina para o tratamento de atopias em cães?</title><content type='html'>&lt;p class="formspringmeAnswer"&gt;Ciclosporina por via oral é eficaz na gestão de prurido em 60-75% dos cães atópicos. Esta droga também pode ser usada &amp;quot;off-label&amp;quot; em gatos. Para aumentar a probabilidade de que seus pacientes vão responder a ciclosporina é importante acompanhar a dosagem do medicamento no sangue. Este pode ser dosado em sangue total em EDTA.&lt;/p&gt;&lt;p class="formspringmeFooter"&gt;    &lt;a href="http://www.formspring.me/Vetlab?utm_medium=social&amp;utm_source=blogger&amp;utm_campaign=shareanswer"&gt;Ask me anything&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-1551651165609805237?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/1551651165609805237/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=1551651165609805237' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/1551651165609805237'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/1551651165609805237'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2011/09/podemos-utilizar-ciclosporina-para-o.html' title='Podemos utilizar a ciclosporina para o tratamento de atopias em cães?'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-7021259455731648180</id><published>2011-09-21T18:22:00.001-03:00</published><updated>2011-09-21T18:22:35.155-03:00</updated><title type='text'>Todo cão com aumento de ácidos biliares tem shunt?</title><content type='html'>&lt;p class="formspringmeAnswer"&gt;Os Ácidos Biliares podem estar aumentados em qualquer doença do fígado. &lt;br /&gt;Cães com shunts quase sempre tem os ácidos biliares aumentados duas horas depois de comer, e pelo menos 95% dos cães tem este aumento em jejum.&lt;br /&gt;A maioria dos cães com shunt têm aumentos dos ácidos biliares maiores que 100. Se os ácidos biliares estão apenas levemente aumentados ou o animal parece normal, muitos veterinários simplesmente repetem o teste em 3-4 semanas.&lt;/p&gt;&lt;p class="formspringmeFooter"&gt;    &lt;a href="http://www.formspring.me/Vetlab?utm_medium=social&amp;utm_source=blogger&amp;utm_campaign=shareanswer"&gt;Ask me anything&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-7021259455731648180?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/7021259455731648180/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=7021259455731648180' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/7021259455731648180'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/7021259455731648180'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2011/09/todo-cao-com-aumento-de-acidos-biliares.html' title='Todo cão com aumento de ácidos biliares tem shunt?'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-8632662742642360581</id><published>2011-09-09T15:28:00.000-03:00</published><updated>2011-09-09T15:29:15.131-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-W0W2t_PTRkE/Tmpa86mRweI/AAAAAAAAEVo/tJ0k7kZcYzs/s1600/veterinario.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 209px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-W0W2t_PTRkE/Tmpa86mRweI/AAAAAAAAEVo/tJ0k7kZcYzs/s320/veterinario.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5650428685058163170" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-8632662742642360581?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/8632662742642360581/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=8632662742642360581' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/8632662742642360581'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/8632662742642360581'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2011/09/blog-post.html' title=''/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-W0W2t_PTRkE/Tmpa86mRweI/AAAAAAAAEVo/tJ0k7kZcYzs/s72-c/veterinario.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-2255220093825162382</id><published>2011-08-08T10:30:00.000-03:00</published><updated>2011-08-08T10:31:51.487-03:00</updated><title type='text'>Informativo de Agosto</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.youblisher.com/p/161130-Informativo-agosto-2011/" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://www.youblisher.com/files/publications/27/161130/200x300.jpg" alt="Informativo agosto 2011"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-2255220093825162382?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/2255220093825162382/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=2255220093825162382' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/2255220093825162382'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/2255220093825162382'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2011/08/informativo-de-agosto.html' title='Informativo de Agosto'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-8040602232432339774</id><published>2011-08-02T12:28:00.001-03:00</published><updated>2011-08-02T12:29:49.753-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fosfatase Alcalina Isoenzimas'/><title type='text'>Novos Exames</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Fosfatase Alcalina Total e Frações – canino&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(isoenzimas óssea, induzida por glicocorticóides e hepática – apenas caninos)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Material:&lt;/strong&gt; Soro 1,0 ml&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Condições de coleta:&lt;/strong&gt; Jejum de 4 horas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Método: &lt;/strong&gt; eletroforese&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Prazo:&lt;/strong&gt; 5 dias.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Comentários:&lt;/strong&gt; O teste tem utilidade no diagnóstico diferencial das elevações da fosfatase alcalina. O cão apresenta 3 isoenzimas de Fosfatase Alcalina: óssea, induzida por glicocorticóides e hepática. &lt;br /&gt;Na prática clinica, o aumento da produção da FA e de sua atividade sérica está relacionada a doenças hepáticas, hepatobiliares, doenças ósseas que cursam com aumento de atividade osteoblástica, indução por drogas e várias doenças crônicas, inclusive neoplasias.&lt;br /&gt;Osteossarcoma e outras neoplasias ósseas (primárias ou secundárias), raquitismo, osteomalacia, hiperparatireoidismo proporcionam maior atividade da fração óssea devido a proliferação de osteoblastos que acompanham estes distúrbios.&lt;br /&gt;É possível notar aumento marcante na atividade sérica da Fosfatase Alcalina nos casos de colestase em cães. O aumento da pressão no lúmen dos ductos biliares induz ao aumento na produção da isoenzima hepática pelos hepatócitos. Em colestase, este aumento geralmente ocorre antes que da elevação da bilirrubina. Doenças hepáticas que resultam em acentuada tumefação dos hepatócitos – lipidose hepática, inflamação do parênquima hepático – podem induzir ao aumento da fosfatase alcalina sérica.&lt;br /&gt;Em cães, os glicocorticóides (exógenos ou endógenos) provocam maior produção da fosfatase alcalina pelos hepatócitos.&lt;br /&gt;O hiperadrenocorticismo está associada à alta atividade plasmática de fosfatase alcalina, devido à freqüente presença de hepatopatia esteróide exógena, e também pela produção de uma isoenzima induzida por glicocorticóides pelo córtex adrenal.&lt;br /&gt;Preço: R$ 40,00; para pagamento até o dia 5 de clientes cadastrados R$ 36,00.&lt;br /&gt;Preço Outros laboratórios: R$ 40,00 para pagamento até o dia 5 de clientes cadastrados R$ 36,00.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fosfatase Alcalina isoenziama induzida por glicocorticóides (caninos)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Material:&lt;/strong&gt; Soro 1,0 ml&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Condições de coleta:&lt;/strong&gt; Jejum de 4 horas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Prazo:&lt;/strong&gt; 2 dias.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Comentários:&lt;/strong&gt; Em cães, os glicocorticóides (exógenos ou endógenos) provocam maior produção da fosfatase alcalina pelos hepatócitos.&lt;br /&gt;O hiperadrenocorticismo está associada à alta atividade plasmática de fosfatase alcalina, devido à freqüente presença de hepatopatia esteróide exógena, e também pela produção de uma isoenzima induzida por glicocorticóides pelo córtex adrenal.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-8040602232432339774?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/8040602232432339774/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=8040602232432339774' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/8040602232432339774'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/8040602232432339774'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2011/08/novos-exames.html' title='Novos Exames'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-6674978894665871813</id><published>2011-07-29T18:06:00.000-03:00</published><updated>2011-07-29T18:07:32.094-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ÁCIDOS BILIARES'/><title type='text'>Ácidos biliares</title><content type='html'>A dosagem dos Ácidos Biliares têm substituído o teste tolerância a amônia para avaliação da função hepática. O Ácidos Biliares são sintetizados pelo fígado e secretada na bile. A maior parte é reabsorvida no íleo e passam por reciclagem entero sendo removido do plasma pelos hepatócitos antes de ser secretada na bile mais uma vez. &lt;br /&gt;Se houver comprometimento da função hepática, desvios porto-sistêmicos ou colestase a remoção dos ácidos biliares do plasma é &lt;br /&gt;prejudicada levando a concentrações elevadas. &lt;br /&gt;Aumento da sensibilidade do teste é alcançado através da combinação de ácidos biliares jejum, com pós-prandial (2 horas após uma refeição). &lt;strong&gt;Este teste  é o índice mais sensível da função hepática disponível&lt;/strong&gt; e deve ser executado em paralelo com a avaliação das enzimas hepáticas.&lt;br /&gt;As enzimas hepáticas apenas refletem a integridade dos hepatócitos não o impacto global de um processo de doença na função hepática. &lt;br /&gt;Os Ácidos Biliares normalmente não são significativamente alterados em hepatopatias associadas com a terapia, hiperadrenocorticismo corticosteróide ou anticonvulsivantes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-6674978894665871813?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/6674978894665871813/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=6674978894665871813' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/6674978894665871813'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/6674978894665871813'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2011/07/acidos-biliares.html' title='Ácidos biliares'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-3944314182817840645</id><published>2011-07-25T17:48:00.001-03:00</published><updated>2011-07-25T17:48:31.604-03:00</updated><title type='text'>Meu cão está com o sangue lipêmico, mas o exame para hipotireoidismo deu normal, alguma sugestão?</title><content type='html'>&lt;p class="formspringmeAnswer"&gt;As hiperlipidemias em cães têm ocorrência relativamente frequente, relacionada com defeitos congênitos do metabolismo lipídico. Já foram descritos defeitos genéticos nas raças Schanauzer e em Beagles. &lt;br /&gt;Por outra parte, as hiperlipidemias podem ser secundárias a falta de jejum do animal, diabetes, hiperadrenocorticismo e pancreatite. Outros transtornos que causam hiperlipidemia em cães são hepatites, síndrome nefrótica, hipoalbubinemia e inanição.&lt;/p&gt;&lt;p class="formspringmeFooter"&gt;    &lt;a href="http://www.formspring.me/Vetlab?utm_medium=social&amp;utm_source=blogger&amp;utm_campaign=shareanswer"&gt;Ask me anything&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-3944314182817840645?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/3944314182817840645/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=3944314182817840645' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/3944314182817840645'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/3944314182817840645'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2011/07/meu-cao-esta-com-o-sangue-lipemico-mas.html' title='Meu cão está com o sangue lipêmico, mas o exame para hipotireoidismo deu normal, alguma sugestão?'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-1487366192791698605</id><published>2011-07-18T18:32:00.000-03:00</published><updated>2011-07-18T18:33:02.121-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='qualidade'/><title type='text'>Qualidade</title><content type='html'>A garantia de resultados corretos e seguros é um dos principais objetivos do Laboratório VetLab. Entre os vários recursos utilizados para que este objetivo seja alcançado, a participação em programas externos de controle de qualidade é um requisito indispensável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil está disponível o controle externo da ControlLab desde 2006 e o VetLab participa desde o início.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A participação em programas de controle externo é determinada pela RDC-ANVISA 302/2003, entretanto, infelizmente nem todos os laboratórios participam efetivamente deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cabe aos usuários exigir que o Laboratório participe do controle externo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-1487366192791698605?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/1487366192791698605/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=1487366192791698605' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/1487366192791698605'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/1487366192791698605'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2011/07/qualidade.html' title='Qualidade'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-2751661039094336361</id><published>2011-07-07T13:59:00.001-03:00</published><updated>2011-07-07T13:59:02.692-03:00</updated><title type='text'>Como envio exame para tritrichomonas em Felinos?</title><content type='html'>&lt;p class="formspringmeAnswer"&gt;Primeiramente solicite o meio de transporte próprio para Tritrichomonas, retire o meio da geladeira uns 10 minutos antes da coleta. Colete diretamenete do reto do animal com o swab, coloque o swab dentro do meio e envie a temperatura ambiente.&lt;/p&gt;&lt;p class="formspringmeFooter"&gt;    &lt;a href="http://www.formspring.me/Vetlab?utm_medium=social&amp;utm_source=blogger&amp;utm_campaign=shareanswer"&gt;Ask me anything&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-2751661039094336361?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/2751661039094336361/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=2751661039094336361' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/2751661039094336361'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/2751661039094336361'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2011/07/como-envio-exame-para-tritrichomonas-em.html' title='Como envio exame para tritrichomonas em Felinos?'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-4165276254589504712</id><published>2011-07-06T18:59:00.001-03:00</published><updated>2011-07-06T18:59:30.586-03:00</updated><title type='text'>Quando eu suspeito de hipertireoidismo em gatos?</title><content type='html'>&lt;p class="formspringmeAnswer"&gt;Suspeite principalmente de felinos de meia idade que venham emagrecendo. Agitação, polifagia, aumento de enzimas hepáticas, proteinúria e baixa de frutosamina ocorrem com frequência. Indicamos que o exame de T4 Total seja realizado de rotina no check up anual de felinos com mais de 6 anos.&lt;/p&gt;&lt;p class="formspringmeFooter"&gt;    &lt;a href="http://www.formspring.me/Vetlab?utm_medium=social&amp;utm_source=blogger&amp;utm_campaign=shareanswer"&gt;Ask me anything&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-4165276254589504712?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/4165276254589504712/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=4165276254589504712' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/4165276254589504712'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/4165276254589504712'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2011/07/quando-eu-suspeito-de-hipertireoidismo.html' title='Quando eu suspeito de hipertireoidismo em gatos?'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-2616740061019145184</id><published>2011-07-05T10:39:00.000-03:00</published><updated>2011-07-05T10:40:56.104-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PU/PD'/><title type='text'>Abordagem Diagnóstica para PU/PD </title><content type='html'>O EAS é a chave na determinação da causa da poliúria e polidipsia. As características mais importantes do exame de urina são: a densidade, a presença ou ausência de proteína, glicose, as bactérias, e a celularidade da amostra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A urina com densidade menor que 1,030 em cães e 1,035 em gatos, sugere um defeito de concentração que leva a poliúria. Glicosúria persistentes é diagnóstico de glicosúria renal primária ou, mais comumente de diabetes mellitus. Proteinúria sem a presença de sedimento urinário significativo e urina diluída podem ser associados com hiperadrenocorticismo, pielonefrite, piometra, glomerulonefrite ou outras glomerulopatias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um sedimento urinário significativo (hematúria, piúria ou bacteriúria) em uma amostra obtida por cateterismo ou cistocentese suporta infecção do trato urinário e possível pielonefrite. Em virtude de o EAS apresentar falso negativo para sedimentos em uma amostra de urina muito diluída, uma cultura deve sempre ser realizada para afastar a pielonefrite, independentemente dos resultados da análise de sedimentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Causas de PU/PD em Cães&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hiperadrenocorticismo&lt;br /&gt;Diabetes&lt;br /&gt;Insuficiência Renal Crônica&lt;br /&gt;Pielonefrite&lt;br /&gt;Piometra&lt;br /&gt;Hipercalcemia&lt;br /&gt;Leptospirose&lt;br /&gt;Insuficiência hepática&lt;br /&gt;Hipoadrenocorticismo&lt;br /&gt;Acromegalia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Causas de PU/PD em Gatos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Insuficiência Renal Crônica&lt;br /&gt;Diabetes&lt;br /&gt;Hipertireoidismo&lt;br /&gt;Hipercalcemia&lt;br /&gt;Pielonefrite&lt;br /&gt;Hipokalemia&lt;br /&gt;Acromegalia&lt;br /&gt;Diurese pós-obstrutiva&lt;br /&gt;Hiperadrenocorticismo&lt;br /&gt;Hipoadrenocorticismo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-2616740061019145184?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/2616740061019145184/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=2616740061019145184' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/2616740061019145184'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/2616740061019145184'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2011/07/abordagem-diagnostica-para-pupd.html' title='&lt;strong&gt;Abordagem Diagnóstica para PU/PD &lt;/strong&gt;'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-8080172060305375102</id><published>2011-06-30T10:59:00.000-03:00</published><updated>2011-06-30T11:01:48.547-03:00</updated><title type='text'>Informativo 2011</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.youblisher.com/p/148603-Informativo-julho-2011/" target="_blank"&gt;&lt;img alt="Informativo julho 2011" src="http://www.youblisher.com/files/publications/25/148603/200x300.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-8080172060305375102?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/8080172060305375102/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=8080172060305375102' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/8080172060305375102'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/8080172060305375102'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2011/06/informativo-2011.html' title='Informativo 2011'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-4790702131128884964</id><published>2011-06-15T09:52:00.000-03:00</published><updated>2011-06-15T09:58:02.480-03:00</updated><title type='text'>Palestra 14/06</title><content type='html'>Segue link da palestra de ontem para os que perderam http://www.slideshare.net/vetlab/doenas-infecciosas-1&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-4790702131128884964?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/4790702131128884964/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=4790702131128884964' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/4790702131128884964'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/4790702131128884964'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2011/06/palestra-1406.html' title='Palestra 14/06'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-3963613074224920185</id><published>2011-06-08T10:32:00.001-03:00</published><updated>2011-06-08T10:32:32.504-03:00</updated><title type='text'>Meu cão está com sintomas de cinomose, qual o melhor exame para diagnosticar esta doença?</title><content type='html'>&lt;p class="formspringmeAnswer"&gt;O melhor exame é sem dúvida o cinomose total,consulte seu veterinário.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.vetlaboratorio.com.br/clinicas-e-veterinarios/manual-de-exames/cinomose-total" target="_blank" rel="nofollow" class="nofollow"&gt;http://www.vetlaboratorio.com.br/clinicas-e-veterinarios/manual-de-exames/cinomose-total&lt;/a&gt;/&lt;/p&gt;&lt;p class="formspringmeFooter"&gt;    &lt;a href="http://www.formspring.me/Vetlab?utm_medium=social&amp;utm_source=blogger&amp;utm_campaign=shareanswer"&gt;Ask me anything&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-3963613074224920185?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/3963613074224920185/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=3963613074224920185' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/3963613074224920185'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/3963613074224920185'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2011/06/meu-cao-esta-com-sintomas-de-cinomose.html' title='Meu cão está com sintomas de cinomose, qual o melhor exame para diagnosticar esta doença?'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-4946681331451602316</id><published>2011-06-07T09:33:00.001-03:00</published><updated>2011-06-07T09:33:29.520-03:00</updated><title type='text'>Informativo junho de 2011</title><content type='html'>http://www.youblisher.com/p/138385-Informativo-Junho-2011/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-4946681331451602316?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/4946681331451602316/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=4946681331451602316' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/4946681331451602316'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/4946681331451602316'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2011/06/informativo-junho-de-2011.html' title='Informativo junho de 2011'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-3424750730086885538</id><published>2011-06-04T19:23:00.001-03:00</published><updated>2011-06-04T19:23:21.774-03:00</updated><title type='text'>Qual a melhor forma de se diagnosticar brucelose em cães?</title><content type='html'>&lt;p class="formspringmeAnswer"&gt;O exame de Brucelose canina pelo método de Imunodifusão é o mais sensível, porém pode apresentar reações cruzadas com outras bactérias. O ideal é realizar sempre o Imunodifusão e confirmar os casos positivos por ELISA.&lt;/p&gt;&lt;p class="formspringmeFooter"&gt;    &lt;a href="http://www.formspring.me/Vetlab?utm_medium=social&amp;utm_source=blogger&amp;utm_campaign=shareanswer"&gt;Ask me anything&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-3424750730086885538?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/3424750730086885538/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=3424750730086885538' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/3424750730086885538'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/3424750730086885538'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2011/06/qual-melhor-forma-de-se-diagnosticar.html' title='Qual a melhor forma de se diagnosticar brucelose em cães?'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-5064016282341227951</id><published>2011-06-03T10:40:00.001-03:00</published><updated>2011-06-03T10:40:06.968-03:00</updated><title type='text'>O exame de ELISA para PIF pode dar "Falso Positivo" por coranavírus intestinal?</title><content type='html'>&lt;p class="formspringmeAnswer"&gt;Sim, mas Títulos iguais ou acima de 1:810 são sempre de PIF&lt;br /&gt;Títulos de ELISA de até 1:90 não são preocupantes por causa dessas reações cruzadas e títulos acima de 1:180 devem ser interpretados com cautela e o exame repetido em 1 semana.&lt;/p&gt;&lt;p class="formspringmeFooter"&gt;    &lt;a href="http://www.formspring.me/Vetlab?utm_medium=social&amp;utm_source=blogger&amp;utm_campaign=shareanswer"&gt;Ask me anything&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-5064016282341227951?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/5064016282341227951/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=5064016282341227951' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/5064016282341227951'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/5064016282341227951'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2011/06/o-exame-de-elisa-para-pif-pode-dar.html' title='O exame de ELISA para PIF pode dar &amp;quot;Falso Positivo&amp;quot; por coranavírus intestinal?'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-2238447140701319194</id><published>2011-06-02T19:17:00.001-03:00</published><updated>2011-06-02T19:17:23.605-03:00</updated><title type='text'>Meu cãozinho está com suspeita de cinomose, mas o exame realizado na clínica deu negativo. O outro veterinário disse que este exame não é confiável. Qual exame devo fazer?</title><content type='html'>&lt;p class="formspringmeAnswer"&gt;Só o médico veterinário poderá saber qual o melhor exame para seu animal, pois depende da fase da doença e do uso ou não de vacinas.&lt;br /&gt;O exame realizado na clínica normalmente é pesquisa de antígeno por imunocromatografia, este teste pode apresentar um resultado &amp;quot;Falso Negativo&amp;quot;.&lt;/p&gt;&lt;p class="formspringmeFooter"&gt;    &lt;a href="http://www.formspring.me/Vetlab?utm_medium=social&amp;utm_source=blogger&amp;utm_campaign=shareanswer"&gt;Ask me anything&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-2238447140701319194?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/2238447140701319194/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=2238447140701319194' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/2238447140701319194'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/2238447140701319194'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2011/06/meu-caozinho-esta-com-suspeita-de.html' title='Meu cãozinho está com suspeita de cinomose, mas o exame realizado na clínica deu negativo. O outro veterinário disse que este exame não é confiável. Qual exame devo fazer?'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-626788346047984706</id><published>2011-06-02T15:17:00.000-03:00</published><updated>2011-06-02T15:18:45.769-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='microfilárias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filárias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dirofilária'/><title type='text'>RECOMENDAÇÕES PARA REALIZAÇÃO DO ELISA PARA DIROFILARIOSE</title><content type='html'>&lt;strong&gt;RECOMENDAÇÕES PARA REALIZAÇÃO DO ELISA PARA DIROFILARIOSE&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Antes da Primeira dose de Medicamentos Preventivos:&lt;/strong&gt; Com exceção dos&lt;br /&gt;filhotes de até 7 meses de idade todos os animais devem se submeter ao teste, antes de iniciar o uso de medicamentos preventivos. Isto porque os medicamentos preventivos só eliminam as microfilárias nos tecidos dos animais positivos e não os parasitas adultos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sintomas:&lt;/strong&gt; Sabe-se que 85% dos animais contaminados pela dirofilariose não apresentam nenhuma sintomatologia clínica até um estágio muito avançado da&lt;br /&gt;doença. Sendo assim a utilização do teste em animais assintomáticos residentes em áreas endêmicas pode detectar a doença precocemente aumentando as chances de um tratamento clínico efetivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Diagnóstico Diferencial: &lt;/strong&gt;Resultados positivos confirmam a presença do antígeno da dirofilariose nas amostras testadas, objetivando o tratamento. Resultados negativos propiciam a utilização de medicamentos preventivos sem risco ao animal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Após o tratamento adulticida:&lt;/strong&gt; Todos os animais tratados devem realizar o exame 6 a 7 meses após o tratamento para averiguar a eficácia do mesmo. Um resultado positivo após este período indica que o tratamento não foi eficaz e que deve ser reavaliado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Controle periódico:&lt;/strong&gt; Animais que não recebem ou tiveram falhas no tratamento preventivo devem realizar o teste de 6 em 6 meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Animais oriundos de áreas endêmicas:&lt;/strong&gt; Animais que estiveram em áreas endêmicas e não receberam medicamentos preventivos devem realizar o teste 6 meses após o retorno destas áreas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-626788346047984706?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/626788346047984706/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=626788346047984706' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/626788346047984706'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/626788346047984706'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2011/06/recomendacoes-para-realizacao-do-elisa.html' title='RECOMENDAÇÕES PARA REALIZAÇÃO DO ELISA PARA DIROFILARIOSE'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-4033290855122354659</id><published>2011-06-01T18:40:00.001-03:00</published><updated>2011-06-01T18:40:20.697-03:00</updated><title type='text'>Qual a melhor amostra para se realizar exame de PCR para Leishmaniose?</title><content type='html'>&lt;p class="formspringmeAnswer"&gt;Caso o animal tenha lesões na pele, uma amostra deste tecido pode ser enviado. Se não houver lesão a melhor amostra é a punção de medula.&lt;/p&gt;&lt;p class="formspringmeFooter"&gt;    &lt;a href="http://www.formspring.me/Vetlab?utm_medium=social&amp;utm_source=blogger&amp;utm_campaign=shareanswer"&gt;Ask me anything&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-4033290855122354659?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/4033290855122354659/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=4033290855122354659' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/4033290855122354659'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/4033290855122354659'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2011/06/qual-melhor-amostra-para-se-realizar.html' title='Qual a melhor amostra para se realizar exame de PCR para Leishmaniose?'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-1562751460319106463</id><published>2011-06-01T10:21:00.000-03:00</published><updated>2011-06-01T18:18:33.869-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinomose'/><title type='text'>CINOMOSE</title><content type='html'>Estamos passando por mais um surto de cinomose e com a chegada do frio os casos só vão aumentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Um diagnóstico preciso aumentam as chances de tratamento.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Antes da Primeira dose de Vacina: &lt;/strong&gt;Devido à capacidade do teste detectar a fase inicial da doença, o teste Cinomose IgM pode ser utilizado antes da primeira dose da vacina como uma garantia de não estar vacinando animais que se apresentem no período de incubação da doença.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Início de um programa de vacinação:&lt;/strong&gt; a vacinação deve ser realizada quando a titulação de anticorpos maternos for baixa para permitir adequada resposta&lt;br /&gt;imunológica do filhote. Com a realização do teste Cinomose IgG, o clínico pode definir o momento ideal para o início do programa de vacinação, já que o teste fornece a titulação de anticorpos contra o vírus da cinomose.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Avaliação de um programa de vacinação:&lt;/strong&gt; como o teste Cinomose IgG realiza a titulação de anticorpos do cão, ele pode utilizá-lo para avaliar a eficácia do programa de vacinação prescrito ao animal. Caso a titulação esteja alta o programa obteve um resultado satisfatório e caso esteja baixa o animal não está adequadamente protegido.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sinais neurológicos:&lt;/strong&gt; durante a fase neurológica da doença quando a taxa viral na conjuntiva é baixa, é possível identificar os anticorpos IgG e IgM contra o vírus da cinomose no sangue. Não utilizar o IgG se o animal for vacinado.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sintomas Inespecíficos:&lt;/strong&gt; Animal com hipertermia, prostrado, sem apetite, lacrimejando podem estar na fase de incubação. Neste caso o teste Cinomose Ag ou IgM possibilitam um diagnóstico precoce aumentando assim o sucesso do tratamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Internação:&lt;/strong&gt; Devido ao potencial infeccioso elevado e a possibilidade de disseminação rápida, animais “suspeitos” de estarem com Cinomose geralmente não são internados nas Clínicas Veterinárias. Um resultado negativo no teste Cinomose Ag dá ao Veterinário a segurança na hora da internação, pois significa que o animal atendido não está liberando vírus no ambiente, podendo assim receber uma atenção adequada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;PARA SUA PRATICIDADE O VETLAB REALIZA O TESTE DE CINOMOSE TOTAL, QUE AVALIA DE UMA SÓ VEZ O ANTÍGENO E OS ANTICORPOS IgG E IgM COM TITULAÇÃO.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-1562751460319106463?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/1562751460319106463/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=1562751460319106463' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/1562751460319106463'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/1562751460319106463'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2011/05/cinomose.html' title='CINOMOSE'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-3604120681175694915</id><published>2011-05-23T10:09:00.000-03:00</published><updated>2011-05-23T10:10:19.320-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Panleucopenia Felina'/><title type='text'>Panleucopenia Felina</title><content type='html'>Panleucopenia Felina &lt;br /&gt;Material: Fezes ou swab retal. Estabilidade R - 5 dias; C - 3 meses&lt;br /&gt;Método: Imunocromatografia Ag&lt;br /&gt;Prazo: Mesmo dia &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa enfermidade é também conhecida como, pavovirose felina, Laringotrauqueíte contagiosa ou Agranulocitose infecciosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inicialmente após entrada do vírus no organismo pela via oral ou nasal (inalação) o mesmo replica-se nos tecidos orofaríngeos, depois o vírus, através da corrente&lt;br /&gt;sanguínea, alcança os órgãos alvos (tonsilas, linfonodos retrofaríngeos, timo e&lt;br /&gt;linfonodos mesentéricos). Após um período de incubação relativamente curto (2a 7dias), ocorre a viremia plasmática.&lt;br /&gt;As células das criptas intestinais (somente as partes profundas) são infectadas a partir os vírus circulantes e não aqueles presentes no conteúdo intestinal. O período de incubação dura de 5 a 9 dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode- se observar quatro formas de manifestações clínicas a saber: &lt;br /&gt;- morte súbita,&lt;br /&gt;- infecção subclínica, &lt;br /&gt;- enterite felina clássica&lt;br /&gt;- ataxia felina e/ou hipoplasia cerebelar e outros distúrbios do sistema nervoso central (SNC)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diagnóstico dessa doença é feito mediante exame de sangue do animal, sintomas clínicos e detecção do antígeno nas fezes por Imunocromatografia ou PCR.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-3604120681175694915?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/3604120681175694915/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=3604120681175694915' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/3604120681175694915'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/3604120681175694915'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2011/05/panleucopenia-felina.html' title='Panleucopenia Felina'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-6113983318432659236</id><published>2011-05-19T17:55:00.001-03:00</published><updated>2011-05-19T17:55:56.442-03:00</updated><title type='text'>Voces fazem vacinas para alergia ou so exames?</title><content type='html'>&lt;p class="formspringmeAnswer"&gt;Temos vacinas para alergias em cães, que é realizada de acordo com resultado do teste alérgico.&lt;/p&gt;&lt;p class="formspringmeFooter"&gt;    &lt;a href="http://www.formspring.me/Vetlab?utm_medium=social&amp;utm_source=blogger&amp;utm_campaign=shareanswer"&gt;Ask me anything&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-6113983318432659236?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/6113983318432659236/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=6113983318432659236' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/6113983318432659236'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/6113983318432659236'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2011/05/voces-fazem-vacinas-para-alergia-ou-so.html' title='Voces fazem vacinas para alergia ou so exames?'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-5461446166508620972</id><published>2011-05-10T10:44:00.000-03:00</published><updated>2011-05-10T10:46:07.154-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Erlichiose equina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Neorickettsia risticii'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Anaplasma pagocytophila'/><title type='text'>Erlichiose equina</title><content type='html'>Erlichiose equina  - Anaplasma pagocytophila (antiga Ehrlichia equi) + Neorickettsia risticii (Febre docavalo Potomac)&lt;br /&gt;Amostra: 1,0ml de soro &lt;br /&gt;Método: ELISA&lt;br /&gt;Condições de coleta: Jejum não obrigatório. O soro pode ser armazenado por até 7 dias entre 2 e 8 graus. Para armazenar por mais tempo congelar.&lt;br /&gt;Comentários: &lt;br /&gt;A erliquiose monocítica equina (EME), também conhecida como a febre do cavalo de Potomac, é uma síndrome diarréica de eqüinos causada por uma riquétsia denominada Neorickettsia (anteriormente Ehrlichia) risticii.&lt;br /&gt;Os animais com EME podem desenvolver diarréia, febre, desidratação e anorexia, com variação do quadro clínico de leve a severo terminando com a morte dos animais. As alterações patológicas mais consistentes de EME são a presença de conteúdo fluído no cólon maior e ceco, e áreas de hiperemia com extensão e distribuição variáveis na mucosa do órgão. O conteúdo presente no intestino delgado varia de consistência mucosa a aquosa, com áreas da mucosa apresentando hiperemia e congestão, podendo ocorrer áreas com lesões intercaladas por áreas sem lesão.&lt;br /&gt;A Erliquiose Granulocítica Equina, (EGE) é uma enfermidade sazonal, normalmente auto-limitante em equinos, causada por uma riquétsia denominada Anaplasma pagocytophila (anteriormente Ehrlichia equi). Os principais sinais clínicos são febre, letargia, anorexia, edema nos membros, hemorragia petequial, icterícia e relutância em se mover.&lt;br /&gt;Prazo: Mesmo dia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-5461446166508620972?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/5461446166508620972/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=5461446166508620972' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/5461446166508620972'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/5461446166508620972'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2011/05/erlichiose-equina.html' title='Erlichiose equina'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-791053661546282580</id><published>2011-05-04T19:09:00.000-03:00</published><updated>2011-05-04T19:10:05.389-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Hiperparatireoidismo'/><title type='text'>Hiperparatireoidismo nutricional secundário</title><content type='html'>A dieta a base de carne é rica em fósforo e pobre em cálcio, esse desequilíbrio acaba acarretando em hiperparatireoidismo nutricional secundário. Neste caso o PTH aumenta a absorção de cálcio a partir do osso para manter níveis séricos adequados. No animal jovem, o resultado pode ser perda de densidade esquelética e diminuição da cortical óssea. Assim, claudicação e fraturas podem ocorrer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-791053661546282580?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/791053661546282580/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=791053661546282580' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/791053661546282580'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/791053661546282580'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2011/05/hiperparatireoidismo-nutricional.html' title='Hiperparatireoidismo nutricional secundário'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-4460669553866363439</id><published>2011-03-29T10:37:00.001-03:00</published><updated>2011-03-29T10:37:43.622-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Hiperaldosteronismo'/><title type='text'>Hiperaldosteronismo em Gatos</title><content type='html'>Um dos problemas mais comuns em gatos mais velhos é a doença renal crônica e hipertensão. Alguns destes gatos também têm uma ligeira a moderada hipocalemia. Um diagnóstico emergentes em vários deles é hiperaldosteronismo, e é um diagnóstico que pode ser facilmente perdido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Excesso de produção de aldosterona pode ser o resultado de causas primárias ou secundárias. O hiperaldosteronismo primário é devido à secreção autônoma de aldosterona pelas células anormais na glândula adrenal. Isso pode ser devido a um tumor adrenal ou de hiperplasia adrenal bilateral. Nas pessoas, esta é uma condição muito importante (síndrome de Conn), pois é uma potencial causa curável de hipertensão. As causas secundárias são mais raras e são os resultados de uma outra condição em que a produção excessiva de aldosterona é uma resposta normal adrenal à ativação do sistema renina-angiotensina. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A principal função da aldosterona é a regulação do sódio e potássio. Ao aumentar os níveis de aldosterona, o potássio é perdido através dos rins e o sódio é retido. Retendo o  sódio, a aldosterona provoca indiretamente a conservação da água, o que aumenta o volume sangüíneo e aumenta a pressão arterial. Essa expansão do volume do fluido extracelular e à conservação de sódio leva à supressão do sistema renina-angiotensina, diminuição dos níveis de renina plasmática e hipertensão arterial. Além disso, níveis de aldosterona cronicamente elevados, podem também contribuir para a progressão do dano renal através da promoção de trombose e fibrose. A doença ocorre mais comumente em gatos, e é rara em cães. Tem sido relatado nos gatos entre seis e 20 anos de idade. Os principais sinais clínicos estão relacionados com a hipocalemia e hipertensão arterial. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diagnosticar a doença pode ser desafiador, pois é muitas vezes negligenciado nos casos de hipertensão inexplicável ou hipocalemia. O hiperaldosteronismo primário deve ser considerado como um diagnóstico diferencial em gatos de meia-idade a mais velhos com polimioptia hipocalêmica e / ou hipertensão arterial sistêmica. &lt;br /&gt;Idealmente, os níveis de aldosterona plasmática devem ser dosados. No hiperaldosteronismo primário com níveis elevados de aldosterona, há uma correspondente diminuição na atividade da renina plasmática. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O VetLab realiza com exclusividade no Brasil a Relação Renina / Aldosterona plasmática que é o teste ouro para o diagnóstico.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando hiperaldosteronismo é diagnosticada, o tratamento é ou a remoção cirúrgica da glândula adrenal afetada se um tumor está presente, ou tratamento médico. A conduta médica é o tratamento de escolha para a hiperplasia adrenal bilateral, ou quando o quadro clínico do gato torna a cirurgia uma opção ruim. O tratamento médico baseia-se no controle da hipocalemia e hipertensão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Veterinário deve sempre considerar hiperaldosteronismo como um diagnóstico em qualquer gato de meia-idade a mais velho com hipocalemia e / ou hipertensão arterial.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-4460669553866363439?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/4460669553866363439/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=4460669553866363439' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/4460669553866363439'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/4460669553866363439'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2011/03/hiperaldosteronismo-em-gatos.html' title='Hiperaldosteronismo em Gatos'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-8617443629088084949</id><published>2011-03-28T11:19:00.000-03:00</published><updated>2011-03-28T11:20:53.318-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alergia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dermatite'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pulga'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DAPP'/><title type='text'>Dermatite Alergica a Picada de Pulga (DAPP)</title><content type='html'>Este tipo de reação, prurido geralmente grave, não é a pulga em si, mas sim as proteínas em sua saliva. Os cães mais propensos a esse problema, curiosamente, não são os que estão constantemente em contato com pulga, mas os que estão expostas apenas ocasionalmente! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Uma única picada pode causar uma reação de 5-7 dias, então você não precisa de um monte de pulgas para ter um cão doente. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para testar se seu cão é alergico a pulgas, peça ao veterinário para coletar sangue de seu animal e enviar ao VetLab, o resultado fica pronto em &lt;strong&gt;2 dias&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais informações &lt;br /&gt;http://www.slideshare.net/vetlab/alergia-canina&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-8617443629088084949?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/8617443629088084949/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=8617443629088084949' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/8617443629088084949'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/8617443629088084949'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2011/03/dermatite-alergica-picada-de-pulga-dapp.html' title='Dermatite Alergica a Picada de Pulga (DAPP)'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-8336827269428047717</id><published>2011-03-15T11:03:00.000-03:00</published><updated>2011-03-15T11:04:17.678-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='rickettsia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Febre Maculosa'/><title type='text'>Febre Maculosa</title><content type='html'>Nos últimos meses temos visto casos de cães com Febre Maculosa que apresentavam clínica da doença. (5 casos confirmados até agora)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A febre maculosa, conhecida também como febre maculosa brasileira (FMB), é uma doença que pode ser fatal em humanos, caso não seja tratada precocemente. É causada por rickettsias do grupo da febre maculosa (GFM) e tem como principal agente causal Rickettsia rickettsii, responsável também pela febre maculosa das Montanhas Rochosas (FMMR) nos Estados Unidos. No Brasil, o principal vetor das rickettsias do GFM é o carrapato Amblyomma cajennense&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Patogenia:&lt;br /&gt;R. rickettsii é transmitida ao cão através da picada de um carrapato infectado. O período de incubação é de 2-14 dias, que é seguido pela entrada no sistema circulatório do animal. O organismo, em seguida, invade as células endoteliais dos vasos e capilares e começa a replicar, causando uma vasculite. A replicação da bactéria pode levar a edema, hemorragia, choque, e colapsos. Extravasamentos vasculares também desencadeiam a ativação das plaquetas do animal e do sistema de coagulação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinais clínicos:&lt;br /&gt;Embora a doença seja normalmente auto-limitada e de cerca de duas semanas de duração em cães, há evidências recentes de que quando não tratada, pode levar  à morte dos animais afetados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O achado clínico mais consistente é a febre, aproximadamente 2 a 3 dias após a picada do carrapato.&lt;br /&gt;Petéquias, equimoses e hemorragias associadas à destruição das plaquetas, em resposta a vasculite são vistos frequentemente em superfícies mucosas expostas no cão. A vasculite também pode causar edema nas extremidades, incluindo o escroto, prepúcio, e as orelhas dos cães afetados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As lesões oculares são frequentemente associados a febre maculosa e resultam de vasculite e hemorragia. Uveíte hiperemia conjuntival, hemorragia da retina, e ao anterior também têm sido associadas. Essas lesões oftalmológicas tendem a ser leves e geralmente ocorrem bilateralmente.&lt;br /&gt;Sintomas neurológicos inespecíficos também foram reportados em alguns casos.&lt;br /&gt;http://www.vet.uga.edu/vpp/clerk/otis/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Distribuição:&lt;br /&gt;Equinos e cães com sorologia positiva têm sido frequentemente registrados em regiões endêmicas, sendo indicados como animais sentinelas em estudos epidemiológicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em estudo realizado no Paraná (http://www.scielo.br/pdf/abmvz/v62n3/37.pdf ) das 284 amostras testadas pela RIFI, 15 (5,29%) amostras de equinos continham anticorpos que reagiram com R. rickettsii. Nenhuma das 29 amostras de cães e as quatro de asininos reagiram para as rickettsias testadas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Petrópolis, no ano de 2005 a Vigilância Sanitária realizou pesquisa sorológica de rickettsiose em 48 de bovinos; 15 de caninos; e 11 de eqüinos. Os resultados demonstram a soropositividade em dois eqüinos, dois caninos e em um bovino. http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/ano06_n04_surto_rickettsiose_rj.pdf&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro estudo realizado no município de Pedreira, região endêmica do estado de São Paulo. Apresentou reação de imunofluorescência indireta positiva em 31,2% e 77,3% dos soros de cães e eqüinos testados, respectivamente. http://biblioteca.universia.net/html_bura/ficha/params/id/29907025.html&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-8336827269428047717?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/8336827269428047717/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=8336827269428047717' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/8336827269428047717'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/8336827269428047717'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2011/03/febre-maculosa.html' title='Febre Maculosa'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-4799579477279808634</id><published>2011-02-28T11:23:00.000-03:00</published><updated>2011-02-28T11:24:27.801-03:00</updated><title type='text'>Trypanosoma caninum n. sp. (Protozoa: Kinetoplastida) isolated from intact skin of a domestic dog (Canis familiaris) captured in Rio de Janeiro, Brazi</title><content type='html'>&lt;div style="background: #FFFFFF; margin: 0 10px 10px 0; padding: 0 10px 0 0; text-align: left; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 1em;"&gt;&lt;div style="font-size: 11px; padding: 0px 0px 10px 0px; font-weight:bold; color: #045989;"&gt;&lt;i&gt;Trypanosoma caninum&lt;/i&gt; n. sp. (Protozoa: Kinetoplastida) isolated from intact skin of a domestic dog ( &lt;i&gt;Canis familiaris&lt;/i&gt;) captured in Rio de Janeiro, Brazil&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 11px;"&gt;&lt;b&gt;M. F. MADEIRA,M. A. SOUSA,J. H. S. BARROS,F. B. FIGUEIREDO,A. FAGUNDES,A. SCHUBACH,C. C. DE PAULA,B. N. S. FAISSAL,T. S. FONSECA,H. K. THOMA and M. C. A. MARZOCHI (2009).&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://journals.cambridge.org/action/displayJournal?jid=PAR"&gt;Parasitology&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://journals.cambridge.org/action/displayJournal?jid=PAR&amp;volumeId=136&amp;bVolume=y#loc136&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; "&gt;Volume 136&lt;/a&gt;, &lt;br /&gt;&lt;a href="http://journals.cambridge.org/action/displayIssue?jid=PAR&amp;volumeId=136&amp;issueId=04&amp;seriesId=0"&gt; Issue 04&lt;/a&gt;, April 2009 pp 411-423 &lt;br/&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://journals.cambridge.org/action/displayAbstract?aid=5054988"&gt;http://journals.cambridge.org/action/displayAbstract?aid=5054988&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-4799579477279808634?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/4799579477279808634/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=4799579477279808634' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/4799579477279808634'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/4799579477279808634'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2011/02/trypanosoma-caninum-n-sp-protozoa.html' title='Trypanosoma caninum n. sp. (Protozoa: Kinetoplastida) isolated from intact skin of a domestic dog (Canis familiaris) captured in Rio de Janeiro, Brazi'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-663862077120486793</id><published>2010-12-17T18:09:00.001-02:00</published><updated>2010-12-17T18:09:23.680-02:00</updated><title type='text'>Os fungos testados no "Teste de Alergia Canina" são fungos comuns, que existem no Brasil?</title><content type='html'>&lt;p class="formspringmeAnswer"&gt;Sim, &lt;br /&gt;Os fungos se estabelecem em qualquer lugar da natureza. No ambiente doméstico, esses pequenos &amp;quot;intrusos&amp;quot; e seus milhares de esporos eliminados todos os dias, ocupam posição de destaque nos quadros de alergia respiratória.&lt;br /&gt;Penicillium notatum considerado um dos mais importantes fungos domésticos, também é encontrado em solos de diversas espécies e cereais armazenados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cladosporium herbarum relatos de diversas partes do mundo demonstram que, com raras exceções. o C. herbarum é o fungo mais encontrado no ar. Sua presença é bastante frequente em plantas mortas, solos e alimentos, incluindo refrigeradores mal limpos e ambientes pouco ventilados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aspergillus fumigatus trata-se de um fungo termotolerante de ampla distribuição na natureza.&lt;br /&gt;Em comparação a outros aerolérgenos, a concentração de esporos no ar é bastante reduzida.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Alternaria alternata considerado um fungo de ambiente externo, a A. alternata é predominante em estações de clima quente e pode ocorrer em muitas plantas, ninhos de pássaros, solos, alimentos e tecidos.&lt;br /&gt;As manchas negras na casca do tomate podem ser causadas por este fungo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O painél ainda testa alergia a Pulgas e outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gramas&lt;br /&gt;Cynodon dactylon considerada uma das espécies de gramíneas mais alergênicas, a grama das bermudas é originária da Índia e é a forragem mais predominante no Brasil. Suas folhas são estreitas e de crescimento rápido, com coloração verde intenso. Embora muito macia, possui alta resistência ao pisoteio e regenera-se rapidamente quando submetida aos maus tratos. Facilmente encontrada em playgrounds, campos de futebol e quadras de tênis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ácaros &lt;br /&gt;O ciclo de vida é de 2 a 3,5 meses e o seu habitat é doméstico especificamente nas fibras naturais  como nos carpetes, tapetes e roupas de cama. A temperatura e umidade são igualmente importantes e justamente nos climas tropicais as condições são as mais favoráveis para o seu desenvolvimento. Sua alimentação consiste de fungos, descamações de pele humana e dos animáis domésticos.&lt;br /&gt;O Dermatophagóides Pteronyssinus tem aproximadamente 11 proteínas alergênicas, muitas são secretadas ou excretadas razão pela qual uma cultura de ácaros mortos preserva o potencial alergênico.&lt;/p&gt;&lt;p class="formspringmeFooter"&gt;    &lt;a href="http://formspring.me/Vetlab?utm_medium=social&amp;utm_source=blogger&amp;utm_campaign=shareanswer"&gt;Ask me anything&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-663862077120486793?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/663862077120486793/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=663862077120486793' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/663862077120486793'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/663862077120486793'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2010/12/os-fungos-testados-no-de-alergia-canina.html' title='Os fungos testados no &amp;quot;Teste de Alergia Canina&amp;quot; são fungos comuns, que existem no Brasil?'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-3878133973193137489</id><published>2010-12-17T10:59:00.001-02:00</published><updated>2010-12-17T10:59:46.432-02:00</updated><title type='text'>Existe algum exame específico para Campylobacter?</title><content type='html'>&lt;p class="formspringmeAnswer"&gt;Sim, pode ser realizada cultura das fezes. É importante colocar no pedido cultura para Campylobacter, pois a coprocultura normal não é capaz de identificar o agente que requer meios específicos.&lt;br /&gt;O exame de coprológico com citologia pode identificar as bactérias pela morfologia e os exames de imunologia para Parvovirose, Coronavirose, Giardia e Rotavírus podem ser úteis no diagnóstico diferencial.&lt;/p&gt;&lt;p class="formspringmeFooter"&gt;    &lt;a href="http://formspring.me/Vetlab?utm_medium=social&amp;utm_source=blogger&amp;utm_campaign=shareanswer"&gt;Ask me anything&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-3878133973193137489?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/3878133973193137489/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=3878133973193137489' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/3878133973193137489'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/3878133973193137489'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2010/12/existe-algum-exame-especifico-para.html' title='Existe algum exame específico para Campylobacter?'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-9015400465314432244</id><published>2010-12-15T11:21:00.001-02:00</published><updated>2010-12-15T11:21:57.814-02:00</updated><title type='text'>Há disponibilidade do exame de ácidos biliares no Brasil?</title><content type='html'>&lt;p class="formspringmeAnswer"&gt;Sim realizamos o exame com resultado no mesmo dia.&lt;br /&gt;Veja nossa lista de exames no site &lt;a href="http://www.vetlaboratorio.com.br/clinicas-e-veterinarios/manual-de-exames" target="_blank" rel="nofollow" class="nofollow"&gt;http://www.vetlaboratorio.com.br/clinicas-e-veterinarios/manual-de-exames&lt;/a&gt;/&lt;/p&gt;&lt;p class="formspringmeFooter"&gt;    &lt;a href="http://formspring.me/Vetlab?utm_medium=social&amp;utm_source=blogger&amp;utm_campaign=shareanswer"&gt;Ask me anything&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-9015400465314432244?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/9015400465314432244/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=9015400465314432244' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/9015400465314432244'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/9015400465314432244'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2010/12/ha-disponibilidade-do-exame-de-acidos.html' title='Há disponibilidade do exame de ácidos biliares no Brasil?'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-5680736016996136915</id><published>2010-12-10T10:41:00.001-02:00</published><updated>2010-12-10T10:41:13.226-02:00</updated><title type='text'>O exame de ácido biliares pode ser realizado em aves?</title><content type='html'>&lt;p class="formspringmeAnswer"&gt;Sim, é um ótimo exame para avaliar a função hepática em aves.&lt;/p&gt;&lt;p class="formspringmeFooter"&gt;    &lt;a href="http://formspring.me/Vetlab?utm_medium=social&amp;utm_source=blogger&amp;utm_campaign=shareanswer"&gt;Ask me anything&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-5680736016996136915?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/5680736016996136915/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=5680736016996136915' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/5680736016996136915'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/5680736016996136915'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2010/12/o-exame-de-acido-biliares-pode-ser.html' title='O exame de ácido biliares pode ser realizado em aves?'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-777674583408173083</id><published>2010-12-10T10:40:00.001-02:00</published><updated>2010-12-10T10:40:44.512-02:00</updated><title type='text'>Qual o procedimento para o teste de ácidos biliares?</title><content type='html'>&lt;p class="formspringmeAnswer"&gt;Veja no site &lt;a href="http://www.vetlaboratorio.com.br/clinicas-e-veterinarios/manual-de-exames/acidosbiliares-tde-estimulo" target="_blank" rel="nofollow" class="nofollow"&gt;http://www.vetlaboratorio.com.br/clinicas-e-veterinarios/manual-de-exames/acidosbiliares-tde-estimulo&lt;/a&gt;/&lt;/p&gt;&lt;p class="formspringmeFooter"&gt;    &lt;a href="http://formspring.me/Vetlab?utm_medium=social&amp;utm_source=blogger&amp;utm_campaign=shareanswer"&gt;Ask me anything&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-777674583408173083?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/777674583408173083/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=777674583408173083' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/777674583408173083'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/777674583408173083'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2010/12/qual-o-procedimento-para-o-teste-de.html' title='Qual o procedimento para o teste de ácidos biliares?'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-2152428253897087132</id><published>2010-12-08T10:35:00.003-02:00</published><updated>2010-12-08T10:35:32.418-02:00</updated><title type='text'>Qual o melhor método para diagnóstico de giardia em cães?</title><content type='html'>&lt;p class="formspringmeAnswer"&gt;O método de ELISA, pode ser realiza em fezes frescas, congeladas ou conservadas em SAF.&lt;/p&gt;&lt;p class="formspringmeFooter"&gt;    &lt;a href="http://formspring.me/Vetlab?utm_medium=social&amp;utm_source=blogger&amp;utm_campaign=shareanswer"&gt;Ask me anything&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-2152428253897087132?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/2152428253897087132/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=2152428253897087132' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/2152428253897087132'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/2152428253897087132'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2010/12/qual-o-melhor-metodo-para-diagnostico.html' title='Qual o melhor método para diagnóstico de giardia em cães?'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-2205150291929895449</id><published>2010-12-08T10:35:00.001-02:00</published><updated>2010-12-08T10:35:30.310-02:00</updated><title type='text'>Tem como realizar exames de parvovirose do soro?</title><content type='html'>&lt;p class="formspringmeAnswer"&gt;Sim pode ser realizado a pesquisa de antígeno na fase de incubação do vírus (antes do animal apresentar diarréia) ou dosagem de anticorpos IgM na fase aguda da doença. O VetLab realiza os 2 exames no mesmo dia.&lt;/p&gt;&lt;p class="formspringmeFooter"&gt;    &lt;a href="http://formspring.me/Vetlab?utm_medium=social&amp;utm_source=blogger&amp;utm_campaign=shareanswer"&gt;Ask me anything&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-2205150291929895449?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/2205150291929895449/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=2205150291929895449' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/2205150291929895449'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/2205150291929895449'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2010/12/tem-como-realizar-exames-de-parvovirose.html' title='Tem como realizar exames de parvovirose do soro?'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-2446207929613783567</id><published>2010-12-02T13:52:00.001-02:00</published><updated>2010-12-02T13:52:29.775-02:00</updated><title type='text'>Qual a diferença entre PTH e PTHrp?</title><content type='html'>&lt;p class="formspringmeAnswer"&gt;PTHrP (PTH-proteína relacionada) é uma molécula semelhante à fração aminoterminal do PTH. É secretada por tecidos neoplásicos, gerando um pseudo-hiperparatireoidismo, com hipercalcemia grave e níveis baixos ou indetectáveis de PTH. A hipercalcemia no linfoma é a síndrome paraneoplásica resultante da produção de substâncias tumorais como a proteína semelhante ao paratôrmonio (PTHrP), que mimetizam o paratormônio, que estimulam a reabsorção mobilização óssea e renal do cálcio, ocorrendo em 20-40% do linfoma canino. A hipercalcemia pode provocar nefropatia com conseqüente poliúria, polidipsia e sinais da síndrome urêmica e está associada à maior morbidade, assim como todas as síndromes paraneoplásicas.&lt;/p&gt;&lt;p class="formspringmeFooter"&gt;    &lt;a href="http://formspring.me/Vetlab?utm_medium=social&amp;utm_source=blogger&amp;utm_campaign=shareanswer"&gt;Ask me anything&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-2446207929613783567?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/2446207929613783567/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=2446207929613783567' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/2446207929613783567'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/2446207929613783567'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2010/12/qual-diferenca-entre-pth-e-pthrp.html' title='Qual a diferença entre PTH e PTHrp?'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-1605969084566037469</id><published>2010-12-02T13:50:00.001-02:00</published><updated>2010-12-02T13:50:02.925-02:00</updated><title type='text'>Vocês fazem exame de sangue para neospora em bovinos?</title><content type='html'>&lt;p class="formspringmeAnswer"&gt;Fazemos sim, por ELISA com resultado em 3 dias úteis.Mais informações &lt;a href="http://www.vetlaboratorio.com.br/clinicas-e-veterinarios/manual-de-exames/neospora-canino" target="_blank" rel="nofollow" class="nofollow"&gt;http://www.vetlaboratorio.com.br/clinicas-e-veterinarios/manual-de-exames/neospora-canino&lt;/a&gt;/&lt;/p&gt;&lt;p class="formspringmeFooter"&gt;    &lt;a href="http://formspring.me/Vetlab?utm_medium=social&amp;utm_source=blogger&amp;utm_campaign=shareanswer"&gt;Ask me anything&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-1605969084566037469?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/1605969084566037469/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=1605969084566037469' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/1605969084566037469'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/1605969084566037469'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2010/12/voces-fazem-exame-de-sangue-para.html' title='Vocês fazem exame de sangue para neospora em bovinos?'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-468443346697341580</id><published>2010-11-23T23:17:00.001-02:00</published><updated>2010-11-23T23:17:37.847-02:00</updated><title type='text'>Quando exame de sangue do cachorro não apresenta nenhuma alteração, é necessário fazer outro para reavaliar se ele tem cinomose?</title><content type='html'>&lt;p class="formspringmeAnswer"&gt;Sim, o hemograma nao e especifico para cinomose. O melhor exame e o cinomose total&lt;/p&gt;&lt;p class="formspringmeFooter"&gt;    &lt;a href="http://formspring.me/Vetlab?utm_medium=social&amp;utm_source=blogger&amp;utm_campaign=shareanswer"&gt;Ask me anything&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-468443346697341580?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/468443346697341580/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=468443346697341580' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/468443346697341580'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/468443346697341580'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2010/11/quando-exame-de-sangue-do-cachorro-nao.html' title='Quando exame de sangue do cachorro não apresenta nenhuma alteração, é necessário fazer outro para reavaliar se ele tem cinomose?'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-7752561311234540275</id><published>2010-11-10T15:09:00.001-02:00</published><updated>2010-11-10T15:09:38.176-02:00</updated><title type='text'>Vocês fazem dosagem de selênio em equinos?</title><content type='html'>&lt;p class="formspringmeAnswer"&gt;fazemos sim, mais informações no site &lt;a href="http://www.vetlaboratorio.com.br/clinicas-e-veterinarios/manual-de-exames/selenio-equinos-e-bovinos" target="_blank" rel="nofollow" class="nofollow"&gt;http://www.vetlaboratorio.com.br/clinicas-e-veterinarios/manual-de-exames/selenio-equinos-e-bovinos&lt;/a&gt;/&lt;/p&gt;&lt;p class="formspringmeFooter"&gt;    &lt;a href="http://formspring.me/Vetlab?utm_medium=social&amp;utm_source=blogger&amp;utm_campaign=shareanswer"&gt;Ask me anything&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-7752561311234540275?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/7752561311234540275/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=7752561311234540275' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/7752561311234540275'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/7752561311234540275'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2010/11/voces-fazem-dosagem-de-selenio-em.html' title='Vocês fazem dosagem de selênio em equinos?'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-19308868950505901</id><published>2010-11-04T18:16:00.001-02:00</published><updated>2010-11-04T18:16:06.207-02:00</updated><title type='text'>Qual o procedimento para envio de exames para PKD?</title><content type='html'>&lt;p class="formspringmeAnswer"&gt;É necessário o pedido do médico veterinário&lt;br /&gt;Material: Sangue em EDTA&lt;br /&gt;Condições de coleta: 0,5ml de sangue em EDTA. – Pode ser realizada a qualquer idade.&lt;/p&gt;&lt;p class="formspringmeFooter"&gt;    &lt;a href="http://formspring.me/Vetlab?utm_medium=social&amp;utm_source=blogger&amp;utm_campaign=shareanswer"&gt;Ask me anything&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-19308868950505901?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/19308868950505901/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=19308868950505901' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/19308868950505901'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/19308868950505901'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2010/11/qual-o-procedimento-para-envio-de.html' title='Qual o procedimento para envio de exames para PKD?'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-2836213918123952786</id><published>2010-10-30T16:06:00.001-02:00</published><updated>2010-10-30T16:06:54.642-02:00</updated><title type='text'>Qual o procedimento para a dosagem de ácidos biliares?</title><content type='html'>&lt;p class="formspringmeAnswer"&gt;Coletar a primeira amostra após jejum de 12 horas, alimentar o animal normalmente e coletar sangue após 2 horas. O exame fica pronto no mesmo dia.&lt;/p&gt;&lt;p class="formspringmeFooter"&gt;    &lt;a href="http://formspring.me/Vetlab?utm_medium=social&amp;utm_source=blogger&amp;utm_campaign=shareanswer"&gt;Ask me anything&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-2836213918123952786?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/2836213918123952786/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=2836213918123952786' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/2836213918123952786'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/2836213918123952786'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2010/10/qual-o-procedimento-para-dosagem-de.html' title='Qual o procedimento para a dosagem de ácidos biliares?'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-5295041583425093807</id><published>2010-10-27T10:20:00.003-02:00</published><updated>2010-10-27T10:20:40.831-02:00</updated><title type='text'>formspring.me</title><content type='html'>Ask me anything &lt;a href="http://formspring.me/Vetlab" target="_blank"&gt;http://formspring.me/Vetlab&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-5295041583425093807?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/5295041583425093807/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=5295041583425093807' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/5295041583425093807'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/5295041583425093807'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2010/10/formspringme.html' title='formspring.me'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-6726516873872280613</id><published>2010-10-27T10:20:00.001-02:00</published><updated>2010-10-27T10:20:31.949-02:00</updated><title type='text'>Vocês fazem exame de ELISA para PIF? Quanto tempo para ficar pronto?</title><content type='html'>&lt;p class="formspringmeAnswer"&gt;Fazemos sim, fica pronto no mesmo dia! Mais informações em &lt;a href="http://www.vetlaboratorio.com.br/clinicas-e-veterinarios/manual-de-exames/coronavirus-fe-osa-felina-pif" target="_blank" rel="nofollow" class="nofollow"&gt;http://www.vetlaboratorio.com.br/clinicas-e-veterinarios/manual-de-exames/coronavirus-fe-osa-felina-pif&lt;/a&gt;/&lt;/p&gt;&lt;p class="formspringmeFooter"&gt;    &lt;a href="http://formspring.me/Vetlab?utm_medium=social&amp;utm_source=blogger&amp;utm_campaign=shareanswer"&gt;Ask me anything&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-6726516873872280613?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/6726516873872280613/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=6726516873872280613' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/6726516873872280613'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/6726516873872280613'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2010/10/voces-fazem-exame-de-elisa-para-pif.html' title='Vocês fazem exame de ELISA para PIF? Quanto tempo para ficar pronto?'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-8435273191263047594</id><published>2010-10-13T22:01:00.000-03:00</published><updated>2010-10-14T10:21:40.873-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dirofilaria'/><title type='text'>Dirofilariose</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_z9hJe24xyzc/RyfHMpUGStI/AAAAAAAAACk/EuioTvfQTC0/s1600-h/filaria.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_z9hJe24xyzc/RyfHMpUGStI/AAAAAAAAACk/EuioTvfQTC0/s320/filaria.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5127285720847108818" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amigos do blog,&lt;br /&gt;Estamos com casos de dirofilariose em cães nas regiões de Magé, Cabo Frio, Niterói, Rio de Janeiro e Búzios.  Quem tiver cães nestas regiões ou que estiveram por lá é bom ter cuidado e realizar exames regularmente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-8435273191263047594?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/8435273191263047594/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=8435273191263047594' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/8435273191263047594'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/8435273191263047594'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2007/10/dirofilariose.html' title='Dirofilariose'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_z9hJe24xyzc/RyfHMpUGStI/AAAAAAAAACk/EuioTvfQTC0/s72-c/filaria.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-4148807933513284253</id><published>2010-09-30T15:04:00.001-03:00</published><updated>2010-09-30T15:06:00.284-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='informativo 10/10'/><title type='text'>Informativo outubro</title><content type='html'>Alergia canina -17 agentes (ácaros domésticos, ácaros de estocagem, pulgas, plantas e fungos)&lt;br /&gt;Material: Soro 1,0ml&lt;br /&gt;Condições de coleta: Jejum 4 horas.&lt;br /&gt;Método: Imunocromatografia.&lt;br /&gt;Prazo: 2 dias úteis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fungos&lt;br /&gt;Os fungos se estabelecem em qualquer lugar da natureza. No ambiente doméstico, esses pequenos "intrusos" e seus milhares de esporos eliminados todos os dias, ocupam posição de destaque nos quadros de alergia respiratória.&lt;br /&gt;Penicillium notatum considerado um dos mais importantes fungos domésticos, também é encontrado em solos de diversas espécies e cereais armazenados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cladosporium herbarum relatos de diversas partes do mundo demonstram que, com raras exceções. o C. herbarum é o fungo mais encontrado no ar. Sua presença é bastante frequente em plantas mortas, solos e alimentos, incluindo refrigeradores mal limpos e ambientes pouco ventilados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aspergillus fumigatus trata-se de um fungo termotolerante de ampla distribuição na natureza.&lt;br /&gt;Em comparação a outros aerolérgenos, a concentração de esporos no ar é bastante reduzida.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Alternaria alternata considerado um fungo de ambiente externo, a A. alternata é predominante em estações de clima quente e pode ocorrer em muitas plantas, ninhos de pássaros, solos, alimentos e tecidos.&lt;br /&gt;As manchas negras na casca do tomate podem ser causadas por este fungo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gramas&lt;br /&gt;Cynodon dactylon considerada uma das espécies de gramíneas mais alergênicas, a grama das bermudas é originária da Índia e é a forragem mais predominante no Brasil. Suas folhas são estreitas e de crescimento rápido, com coloração verde intenso. Embora muito macia, possui alta resistência ao pisoteio e regenera-se rapidamente quando submetida aos maus tratos. Facilmente encontrada em playgrounds, campos de futebol e quadras de tênis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ácaros &lt;br /&gt;O ciclo de vida é de 2 a 3,5 meses e o seu habitat é doméstico especificamente nas fibras naturais  como nos carpetes, tapetes e roupas de cama. A temperatura e umidade são igualmente importantes e justamente nos climas tropicais as condições são as mais favoráveis para o seu desenvolvimento. Sua alimentação consiste de fungos, descamações de pele humana e dos animáis domésticos.&lt;br /&gt;O Dermatophagóides Pteronyssinus tem aproximadamente 11 proteínas alergênicas, muitas são secretadas ou excretadas razão pela qual uma cultura de ácaros mortos preserva o potencial alergênico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PARA INFORMAÇÕES SOBRE EXAMES ACESSE www.vetlaboratorio.com.br/clinicas-e-veterinarios/manual-de-exames/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EXAME EM DESTAQUE: ELISA PARA GIARDIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diferente da microscopia, técnica utilizada para detecção de cistos nas fezes, o método de ELISA detecta o antígeno do parasita, evitando resultados falso-negativos. Dessa forma, é possível detectar a doença mesmo nas janelas negativas do cisto, quando o organismo não está mais expelindo o mesmo.&lt;br /&gt;- PRECISÃO – detecta o antígeno mesmo na ausência do cisto&lt;br /&gt;- PRATICIDADE –diagnóstico pode ser feito em amostra única de fezes ou até em swab retal&lt;br /&gt;- COMODIDADE – resultado no mesmo dia em seu e-mail e no site!&lt;br /&gt;Exames relacionados (podem ser solicitados na mesma amostra): Coprológico com citologia, Coronavírus + Parvovírus, Coprocultura, Rotavírus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Interpretação do Tricograma no perfil dermatológico:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Extremidade dos pelos fraturada – prurido (alopecia traumática)&lt;br /&gt;Extremidade dos pelos fraturada em “galho verde” – Tricoptilose&lt;br /&gt;Extremidade dos pelos com torção em 360  - “Pili torti”&lt;br /&gt;Haste dos pelos com agregados de melanossomos – Displasia dos folículos pilosos&lt;br /&gt;Haste dos pelos com anéis foliculares – Inflamação do folículo piloso&lt;br /&gt;Bulbo em “ponto de interrogação” – Alopecia areata&lt;br /&gt;Bulbo exclusivamente telógenos – Eflúvio telógeno, alopecia X&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Venha nos visitar no Congresso de Endocrinologia&lt;br /&gt;18 a 20 de novembro Búzios RJ &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossos hemogramas sempre vêm acompanhados de contagem de reticulócitos em casos de anemia!&lt;br /&gt;A contagem de reticulócitos é um exame muito útil na diferenciação das anemias regenerativas e as não-regenerativas. Este exame só deve ser realizado em amostras coletadas no mesmo dia!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-4148807933513284253?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/4148807933513284253/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=4148807933513284253' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/4148807933513284253'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/4148807933513284253'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2010/09/informativo-outubro.html' title='Informativo outubro'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-7720927186784153661</id><published>2010-08-31T10:16:00.000-03:00</published><updated>2010-08-31T10:17:13.040-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alergia'/><title type='text'>Novidade teste alérgico!</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Alergia canina &lt;/strong&gt;-17 agentes (ácaros domésticos, ácaros de estocagem,pulgas, plantas e fungos)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Material:&lt;/strong&gt; Soro 1,0ml &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Condições de coleta:&lt;/strong&gt; Jejum 4 horas. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Método:&lt;/strong&gt; Imunocromatografia.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Prazo:&lt;/strong&gt; 2 dias úteis.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-7720927186784153661?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/7720927186784153661/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=7720927186784153661' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/7720927186784153661'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/7720927186784153661'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2010/08/novidade-teste-alergico.html' title='Novidade teste alérgico!'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-7709337535574658358</id><published>2010-07-30T17:45:00.001-03:00</published><updated>2010-07-30T17:47:40.219-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='lipase'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pancreatite'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='imunorreativa'/><title type='text'>PANCREATITE CANINA</title><content type='html'>Pancreatite deve ser considerada em todo cão com vômitos, dor abdominal e / ou anorexia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os resultados do hemograma em cães com pancreatite aguda são inespecíficos, como trombocitopenia, neutrofilia com desvio à esquerda e anemia outodos os parâmetrosnormais.&lt;br /&gt;A bioquímica também einespecífica e pode incluir elevação da atividade das enzimas hepáticas, azotemia, hiperbilirrubinemia, hipoalbuminemia , hiperglicemia e / ou hipocalcemia. &lt;br /&gt;  Amilase e lipase foram usados para diagnosticar a pancreatite canina por décadas. Estes testes são de fácil acesso, rápido e barato. Estas enzimas detectam pancreatite em aproximadamente 50% de todos os cães com esta doença. Além disso, cerca de 50% dos pacientes com amilase sérica elevada e / ou lipase não tem pancreatite, pois ambas as enzimas são afetadas por outros condições. &lt;br /&gt;A Tripsina Imunorrativa canina (TLI)  é específico para a função pancreática exócrina e é o teste de escolha para a insuficiência pancreática exócrina em cães. No entanto, a sensibilidade do  TLI para a detecção da pancreatite é limitada a 30% a 60%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diagnóstico por Imagem &lt;br /&gt;Os achados radiográficos em cães com pancreatite são subjetivos e dependem fortemente da qualidade da radiografia e da experiência do leitor.  A ultra-sonografia abdominal é altamente específica para pancreatite quando realizada por um técnico experiente e quando são aplicados critérios rigorosos. A sensibilidade da ultra-sonografia abdominal tem se mostrado altamente dependente do operador e tem sido relatada a ser de até 68% em cães.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dosagem de &lt;strong&gt;LIPASE PANCREÁTICA ESPECÍFICA CANINA (CPL&lt;/strong&gt;) demonstra sensibilidade superior a 80% no diagnóstico de pancreatite em cães (com base em casos histologicamente confirmados de pancreatite). Em contraste com a atividade da lipase sérica, a concentração CPL não é afetada pela insuficiência renal ou administração de prednisona, podendo ser utilizada para diagnosticar a pancreatite aguda em pacientes com insuficiência renal&lt;br /&gt;crônica ou, e os pacientes tratados com prednisona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lipase Pancreática Específica Canina – CPL (Lipase Imunorreativa)&lt;/strong&gt;Material: Soro 0,5 ml. Estabilidade: TA - 7 dias, R - 7 dias e C - 1 ano&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Condições de coleta:&lt;/strong&gt; Jejum não obrigatório. Amostras lipêmicas, ictéricas ou hemolisadas não interferem no resultado.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Comentários:&lt;/strong&gt; A dosagem de &lt;strong&gt;LIPASE PANCREÁTICA ESPECÍFICA CANINA &lt;/strong&gt;(CPL) demonstra sensibilidade superior a 80% no diagnóstico de pancreatite em cães (com base em casos histologicamente confirmados de pancreatite). Em contraste com a atividade da lipase sérica, a concentração CPL não é afetada pela insuficiência renal ou administração de prednisona, podendo ser utilizada para diagnosticar a pancreatite aguda em pacientes com insuficiência renal&lt;br /&gt;crônica ou, e os pacientes tratados com prednisona.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Método:&lt;/strong&gt; ELISA&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Prazo:&lt;/strong&gt; mesmo dia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-7709337535574658358?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/7709337535574658358/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=7709337535574658358' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/7709337535574658358'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/7709337535574658358'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2010/07/pancreatite-canina.html' title='PANCREATITE CANINA'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-7191537143126218336</id><published>2010-07-27T12:42:00.001-03:00</published><updated>2010-07-27T12:44:49.111-03:00</updated><title type='text'>Brucelose canina resultado no mesmo dia!!!</title><content type='html'>Material: 1,0ml de soro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Condições de coleta: material conservado em temperatura entre 2 e 8 graus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Método: ELISA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prazo: Mesmo dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não temcadastro? Faça o seu agora! &lt;br /&gt;http://www.vetlaboratorio.com.br/clinicas-e-veterinarios/primeira-vez-no-vetlab/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-7191537143126218336?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/7191537143126218336/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=7191537143126218336' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/7191537143126218336'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/7191537143126218336'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2010/07/brucelose-canina-resultado-no-mesmo-dia.html' title='&lt;strong&gt;Brucelose canina resultado no mesmo dia!!!&lt;/strong&gt;'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-4410600145642014424</id><published>2010-07-21T12:21:00.000-03:00</published><updated>2010-07-21T12:22:39.341-03:00</updated><title type='text'>Perfil dermatológico 2</title><content type='html'>Material: Raspado de pele, lâmina e pelos &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Condições de coleta: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 Preferencialmente não estar em uso de medicamentos tópicos por no mínimo duas semanas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 Limpar a lesão com soro fisiológico;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 Coletar material em swab com meio na lesão e colocar na embalagem original&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 Coletar material em swab, umedecido em soro fisiológico, na lesão e colocar na embalagem original (swab sem meio);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 Retirar os pelos com uma pinça da periferia da lesão, e colocar em um tubo de ensaio seco (tampa vermelha);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6 Colocar óleo mineral ou glicerina sobre a lesão. Com uma lâmina de bisturi, realizar o raspado que deve ser profundo, e das bordas das lesões quando estas forem descamativas. Quando a suspeita é de sarna demodécica deve-se comprimir fortemente a pele com os dedos (“beliscar”) porque esta sarna se localiza profundamente na pele. Raspar nos diversos locais do corpo em que tiverem lesões. Enviar em frascos ou lâminas bem vedados;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7 A amostra enviada deve ser representativa da lesão, pois pouco material dificulta o exame e pode acarretar em resultado falso negativo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8 Enviar ao VetLab em até 2 dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exames realizados: GRAM, Pesquisa de ectoparasito, Tricograma, Cultura e Antibiograma&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prazo: 3 dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais informações http://www.vetlaboratorio.com.br/clinicas-e-veterinarios/manual-de-exames/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-4410600145642014424?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/4410600145642014424/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=4410600145642014424' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/4410600145642014424'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/4410600145642014424'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2010/07/perfil-dermatologico-2.html' title='Perfil dermatológico 2'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-4662149085077791840</id><published>2010-06-18T11:19:00.002-03:00</published><updated>2010-06-18T11:22:20.051-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinomose'/><title type='text'>Cinomose Total</title><content type='html'>Cinomose Total – Ag + IgM + IgG&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora não é preciso mais se preocupar com qual teste solicitar!&lt;br /&gt;Por um preço bem acessível você já pode pedir Cinomose antígeno e anticorpos IgG e IgM com uma única amostra de sangue (pode ser a mesma do hemograma).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira os detalhes em http://www.vetlaboratorio.com.br/clinicas-e-veterinarios/manual-de-exames/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-4662149085077791840?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/4662149085077791840/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=4662149085077791840' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/4662149085077791840'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/4662149085077791840'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2010/06/cinomose-total.html' title='Cinomose Total'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-1424741585409196104</id><published>2010-05-18T10:48:00.000-03:00</published><updated>2010-05-18T10:49:32.436-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Microalbuminuria'/><title type='text'>Microalbuminuria canina</title><content type='html'>&lt;strong&gt;NÃO SE DEIXEM ENGANAR!&lt;br /&gt;A MICROALBUMINURIA CANINA NÃO PODE SER MENSURADA POR TESTES HUMANOS DE IMUNOTURBIDIMETRIA OU NEFELOMETRIA (pressler et al., 2002)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SÓ O VETLAB DOSA MICROALBUMINURIA ESPECÍFICA CANINA POR ELISA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Microalbuminuria canina&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Material:&lt;/strong&gt; Urina de 4 ou 12horas. Estabilidade: R - 2 dias e C - 3 meses&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Condições de coleta:&lt;/strong&gt; Coletar preferencialmente por sonda ou cistocentese pelo menos 3 vezes em um período de 4 a12 horas.&lt;br /&gt;Outros laboratórios: Enviar alíquota de 3,0mL de urina sem conservantes.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Método:&lt;/strong&gt; ELISA&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Prazo:&lt;/strong&gt; 3 dias úteis&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Valores de Referência:&lt;/strong&gt; Normal &lt; 10,0mg/L (negativo); Microalbuminuria 10,0 a 350,0 mg/L; Macroalbuminuria &gt; 350,0 mg/L&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Preço: &lt;/strong&gt;R$ 40,00 para pagamento até o dia 5 de clientes cadastrados R$ 36,00&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-1424741585409196104?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/1424741585409196104/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=1424741585409196104' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/1424741585409196104'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/1424741585409196104'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2010/05/microalbuminuria-canina.html' title='&lt;strong&gt;Microalbuminuria canina&lt;/strong&gt;'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-5131531763593073194</id><published>2010-04-26T18:55:00.000-03:00</published><updated>2010-04-26T18:56:00.726-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ÁCIDOS BILIARES'/><title type='text'>novo exame</title><content type='html'>Relação Ácidos biliares / creatinina urina&lt;br /&gt;Material: Amostra única de urina. 1mL&lt;br /&gt;Condições de coleta: Coletar preferencialmente por cateterização ou cistocentese. Estável por 3 dias entre 2 e 8 graus,protegido da luz. &lt;br /&gt;Comentários: O exame é útil em cães e gatos para triagem de insuficiência/ dano hepático e desvios portosistêmicos (adquiridos ou congênitos).&lt;br /&gt;Pequenas quantidades de ácidos biliares são encontrados na urina de animais saudáveis, no entanto, se os ácidos biliares séricos estão aumentados, o excesso de ácidos biliares são excretados pelos rins, resultando em elevadas concentrações de ácidos biliares urinários. A vantagem da medição dos ácidos biliares na urina é que o animal não precisa estar em jejum e a coleta da amostra é simples.&lt;br /&gt;Estudos realizados pelo Dr. Center da Universidade de Cornell revelam o seguinte: &lt;br /&gt;Cães &lt;br /&gt;A relação ácidos biliares/creatinina parece ser mais específico (especificidade de 100%) do que ácidos biliares séricos (pré e / ou pós-prandial, 67% especificidade) para detecção de doença hepática, embora sejam menos sensíveis (61% versus 78% de ácidos biliares séricos). Estes dados sugerem que um resultado derelação aumentado é compatível com insuficiência hepática, colestase ou desvio portosistêmico. &lt;br /&gt;Gatos &lt;br /&gt;A relação ácidos biliares/creatinina aparece igualmente específicas para ácidos biliares séricos (pré e / ou pós-prandial, 88% de especificidade) para detecção de doença do fígado e são igualmente sensíveis (em torno de 85%). Estes dados sugerem que um resultado elevado da relação ocorre com insuficiência hepática, colestase ou desvio portosistêmico, mas pode ser visto com transtornos não-hepáticos.&lt;br /&gt;Valores de referência: Caninos e felinos &lt;4,4&lt;br /&gt;Prazo: 1 dia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-5131531763593073194?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/5131531763593073194/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=5131531763593073194' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/5131531763593073194'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/5131531763593073194'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2010/04/novo-exame.html' title='novo exame'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-2317939052758342120</id><published>2010-04-13T15:36:00.000-03:00</published><updated>2010-04-13T15:37:05.217-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='leptospirose'/><title type='text'>NOTA SOBRE LEPTOSPIROSE CANINA</title><content type='html'>A leptospirose canina constitui um sério problema sanitário, não só pela gravidade de sua patogenia, mas também como elemento potencial de contágio ao homem, devido à grande proximidade estabelecida entre os seres humanos e os cães (ORGANIZACÃO MUNDIAL DA SAÚDE)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cão é o hospedeiro natural do serovar Canicola sofrendo infecção subclínica ou crônica, podendo muitas vezes mostrar-se assintomático.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Município do Rio de Janeiro, apresentou em 1996 uma das maiores epidemias urbanas, logo após ter sido atingido por fortes temporais no mês de fevereiro, com 1.732 casos notificados, em humanos e 51 óbitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A água exerce um papel primordial na transmissão da leptospirose e, em épocas de enchente, a Leptospira atinge locais pouco usuais, onde estão presentes grandes contingentes de indivíduos suscetíveis. Além disso, não é apenas pelo contato com as águas das enchentes que se adquire a doença. Levando em conta o panorama repleto de contrastes da cidade do Rio de Janeiro, o contato com o lamaçal após a diminuição do nível da água é, provavelmente, ainda mais importante, pois este concentra as bactérias, que apresentam uma sobrevida longa em solos úmidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O VETLAB REALIZA OS SEGUINTES EXAMES PARA LEPTOSPIROSE:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leptospirose IgG – SORO OU PLASMA – MESMO DIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Soro Aglutinação Microscópica com Antígenos Vivos (SAM) – SORO – 4 DIAS ÚTEIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leptospirose – Exame Direto em campo escuro – URINA – MESMO DIA – APENAS PARA PETRÓPOLIS&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-2317939052758342120?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/2317939052758342120/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=2317939052758342120' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/2317939052758342120'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/2317939052758342120'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2010/04/nota-sobre-leptospirose-canina.html' title='NOTA SOBRE LEPTOSPIROSE CANINA'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-7336420321125848192</id><published>2010-04-05T10:56:00.000-03:00</published><updated>2010-04-05T15:03:56.945-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Leishmaniose'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='leptospirose'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='toxoplasmose'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='brucelose'/><title type='text'>ABRIL, MÊS DOS CRIADORES DE CÃES NO VETLAB. </title><content type='html'>&lt;strong&gt;TOXOPLASMOSE CANINA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Helley (1963) verificou que a infecção toxoplásmica em cadelas, em vários estágios gestacionais, pode provocar mortalidade dos filhotes do 4º ao 75º dias pós-nascimento. Cadelas no terço médio e final da gestação, experimentalmente infectadas com T. gondii, apresentaram aborto e morte fetal (BRESCIANI et al., 1999; 2001). Os traquizoítos de Toxoplasma podem estar presentes no sêmen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Leishmaniose pode ser transmitida pelo sêmen&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Em um estudo* onze de 13 cães com leishmaniose visceral eliminaram Leishmania sp. no sêmen, sendo essa eliminação intermitente e aleatória. Das dez cadelas que haviam cruzado com estes animais, duas apresentaram soroconversão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BRUCELOSE CANINA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A brucelose canina caracteriza-se como doença infecto-contagiosa crônica, de distribuição mundial, que acomete os canídeos domésticos, silvestres e o homem.&lt;br /&gt;A doença é considerada uma zoonose, manifestando-se no homem sob a forma de febre, mialgias, cefaléia, dermatite, linfoadenopatia e, ocasionalmente, poliartrite, principalmente em laboratoristas, tratadores de canis e em proprietários com estreito contato com cães infectados .&lt;br /&gt;As manifestações clínicas da brucelose canina são variadas, com predomínio de sintomas da esfera reprodutiva. Nas fêmeas, a enfermidade caracteriza-se por abortamento no terço final da gestação, retenção de placenta, corrimento vaginal, subfertilidade, morte embrionária, natimortos e/ou nascimento de filhotes fracos.&lt;br /&gt;Nos machos a brucelose apresenta-se sob a forma de epididimite, prostatite, atrofia testicular uni ou bilateral, dermatite de bolsa escrotal, anormalidades espermáticas, infertilidade e, esporadicamente, em quadros de linfoadenopatia, hepatomegalia e esplenomegalia, meningoencefalite, uveíte e discospondilite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Leptospirose&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Leptospirose é transmitida entre os animais pelo contato direto, contato venéreo via transplacentária, por ferida de mordedura e ingestão de tecidos, solo, água, panos de cama, alimentos contaminados e outros fômites. As leptospiras são eliminadas na urina por cães recuperados durante meses a anos após a infecção.&lt;br /&gt;O principal medo com reprodutores é o tratamento leigo ou de profissionais que só aplicam uma dose de penicilina ou penicilinaestreptomicina, como constatamos freqüentemente; o agente é vencido e em animais com estado recente há cura aparente, porém ficarão portadores com leptospirúria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*http://www.bibliotecadigital.ufmg.br/dspace/bitstream/1843/VETC-7AQMRK/1/tese_fabiana_lessa_silva.pdf&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Veja mais dicas: http://vetlaboratorio.blogspot.com/ e http://twitter.com/vetlab&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-7336420321125848192?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/7336420321125848192/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=7336420321125848192' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/7336420321125848192'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/7336420321125848192'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2010/03/abril-dos-criadores-de-caes-no-vetlab.html' title='&lt;strong&gt;ABRIL, MÊS DOS CRIADORES DE CÃES NO VETLAB. &lt;/strong&gt;'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-2338969653295251135</id><published>2010-03-27T18:23:00.001-03:00</published><updated>2010-03-27T18:23:52.961-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='brucelose'/><title type='text'>Informe sobre Brucelose canina</title><content type='html'>Infelizmente não existe nenhum método totalmente confiável para se diagnosticar a brucelose em caninos. O exame de Soro Aglutinação Microscopica, por exemplo, possui alta sensibilidade e baixa especificidade, enquanto o exame de PCR é muito específico, porém pouco sensível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um estudo1 comparou os resultados da técnica de IDGA (Imunodifusão em agar Gel) com os resultados da IDGA-ME (Imunodifusão em agar Gel com 2-mercaptoetanol) e CFT (Fixação do Complemento), observou-se que todas as amostras negativas na IDGA também foram negativas nas provas de IDGA-ME e CFT, e que todas as amostras positivas nas provas de IDGA-ME e CFT também foram positivas na IDGA, ou seja, a sensibilidade da IDGA em relação aos testes de IDGA-ME e CFT foi de 100%, fato este que reforça a utilização desta prova como teste de triagem no diagnóstico da brucelose canina por Brucella canis. A eficácia da IDGA como teste de triagem no diagnóstico da infecção de caninos por Brucella canis foi constatada por vários autores, utilizando-se como teste padrão um método direto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para diminuir o número de reações falso-positivas, alguns testes incluíram o tratamento prévio dos soros com 0,2M de 2-mercaptoetanol (2ME) que elimina a interferência de IgM não específica, aumentando a especificidade sem alterar a sensibilidade do teste. Pelo fato de serem decavalentes, as moléculas de IgM, possuem maior avidez que a moléculas de IgG, que são bivalentes. O 2ME desnatura a IgM pela destruição das pontes dissulfídricas, minimizando, assim, as ligações inespecíficas2. Apesar de mais específicos, esses testes não devem ser considerados como testes confirmatórios3, um dos motivos é que ele aumenta a janela imunológica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O teste de ELISA tem como vantagem não apresentar reação cruzada com outras bactérias que não sejam do gênero Brucella4.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devido a estes fatores, a partir de 01/04/2010, o VetLab irá fazer uma complementação sorológica, sem ônus para os conveniados. Todo exame de Brucelose canina positiva no teste de IDGA será refeito no ELISA e os dois resultados serão liberados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.Azevedo, Sérgio Santos de et al. Comparação de três testes sorológicos aplicados ao diagnóstico da infecção de caninos por Brucella canis. Braz. J. Vet. Res. Anim. Sci. [online].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.Johnson CA, Walker RD. Clinical signs and diagnosis of Brucella canis infection. Comp Cont Educ Pract Vet Small Anim, v.14, p.763-772, 1992.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.Carmichael LE, Joubert JC. Transmission of Brucella canis by contact exposure. Cornell Vet, v.78, p.63-73, 1988.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.Carmichael LE, Shin SJ. Canine brucellosis: a diagnostician’s dilemma. Semin Vet Med Surg Small Anim, v.11, p.161-165, 1996.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5.KEID, L. B. Diagnóstico da brucelose canina por Brucella canis. Correlação entre exames clínicos e laboratoriais: imunodifusão em gel de ágar, imunodifusão em gel de ágar com emprego do 2-mercaptoetanol, cultivo e reação em cadeia pela polimerase. 2001. 96 f. Dissertação (Mestrado em Reprodução Animal) – Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo, São Paulo, 2001.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-2338969653295251135?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/2338969653295251135/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=2338969653295251135' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/2338969653295251135'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/2338969653295251135'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2010/03/informe-sobre-brucelose-canina.html' title='Informe sobre Brucelose canina'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-7195382171099214224</id><published>2010-03-24T10:29:00.001-03:00</published><updated>2010-03-24T10:34:17.325-03:00</updated><title type='text'>Comportamento da insulina em algumas patologias</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_z9hJe24xyzc/S6oU0uvpPMI/AAAAAAAACyc/YP0j791Kp38/s1600/insulina.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 203px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_z9hJe24xyzc/S6oU0uvpPMI/AAAAAAAACyc/YP0j791Kp38/s320/insulina.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5452193195019025602" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-7195382171099214224?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/7195382171099214224/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=7195382171099214224' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/7195382171099214224'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/7195382171099214224'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2010/03/comportamento-da-insulina-em-algumas.html' title='Comportamento da insulina em algumas patologias'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_z9hJe24xyzc/S6oU0uvpPMI/AAAAAAAACyc/YP0j791Kp38/s72-c/insulina.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-834852550681676601</id><published>2010-03-15T11:28:00.000-03:00</published><updated>2010-03-15T11:29:22.564-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reticulócitos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='rdw'/><title type='text'>A importância da contagem de reticulócitos no hemograma veterinário.</title><content type='html'>A atividade eritropoiética da medula óssea e o ritmo de liberação das células da medula para o sangue periférico são os fatores determinantes do número de reticulócitos no sangue periférico. Em relação a classificação das anemias, estas podem ser divididas em “regenerativas” (com reticulocitose) e “aregenerativas” (sem reticulocitose). &lt;br /&gt;A reticulocitose ocorre normalmente nos pacientes anêmicos com medula óssea funcional. Aqui estão incluídos os pacientes com perda de sangue ou anemias hemolíticas (babesiose, haemobartonelose, deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase, imunomediadas e hiperesplenismo), e os animais que foram tratados com sucesso para outros tipos de anemia. &lt;br /&gt;Em contraste, os animais com aplasia de medula, eritropoiese inefetiva ou produção deficiente de eritropoietina, podem mostrar uma contagem normal ou diminuída de reticulócitos a despeito de grave anemia. Nestes pacientes estão incluídos os com anemias por deficiências de ferro, folato ou vitamina B12, anemia por hipoplasia devido a distúrbios endócrinos,   aplasia eritrogênica imunológica ou induzida por drogas, leucemia, carcinoma metastático, mielofibrose, insuficiência renal crônica e anemia por hipoplasia medular generalizada devida a FeLV, Ehrlichia, estrógenos e quimioterápicos.&lt;br /&gt;Em gatos podem ocorrer 2 tipos de reticulocitose: pontiados e agregados, sendo a primeira forma indicativa de resposta regenerativatardia e a segunda, de resposta recente. &lt;br /&gt;A contagem de reticulócitos é, assim, crítica para o diagnóstico de várias doenças hematológicas e para a classificação dos pacientes com anemia. Alem dessa utilidade diagnóstica, a contagem de reticulócitos desempenha um papel de crescente importância na monitoração dos pacientes que estão sendo medicados para algumas doenças, como é o caso dos que estão recebendo terapêutica pela eritropoietina (EPO) e outros fatores de crescimento hematológicos usados para estimular a produção do éritrom. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;RDW&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O RDW é o índice que revela anisocitose, ou seja, presença de hemácias de tamanhos variados na amostra examinada. Na maioria das vezes o RDW é analisado em associação com o VGM, e auxilia na conclusão de diagnósticos diferenciais como Anemia ferropriva, Anemia Megaloblástica e Síndrome mielodisplásica.&lt;br /&gt;Na anemia ferropriva, há um corte no conteúdo hemoglobínico com consequente aumento do RDW, antes da diminuição do VGM. &lt;br /&gt;Na anemia sideroblástica, em que há um bloqueio na síntese do heme, o RDW é extremamente elevado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-834852550681676601?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/834852550681676601/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=834852550681676601' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/834852550681676601'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/834852550681676601'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2010/03/importancia-da-contagem-de.html' title='&lt;strong&gt;A importância da contagem de reticulócitos no hemograma veterinário.&lt;/strong&gt;'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-1840175050505108099</id><published>2010-03-11T14:00:00.000-03:00</published><updated>2010-03-11T13:56:16.078-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Betalactamase'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='antibiograma'/><title type='text'>Bactérias Indutoras de Betalactamase</title><content type='html'>As betalactamases formam um grande grupo de enzimas que são capazes de hidrolizar o anel betalactâmico de penicilinas, cefalosporinas e monobactâmicos (antibióticos betalactâmicos). Dentre as betalactamases, destacam-se as betalactamases de espectro ampliado (Extended-Spectrum Betalactamase - ESBL). A produção de ESBL é mediada por plasmídeos que conferem ampla resistência aos antimicrobianos que contém o anel betalactâmico em sua estrutura e agem neste anel betalactâmico rompendo-o e inativando assim, o antibiótico. Escherichia coli e Klebsiella pneumoniae são as espécies bacterianas mais comumente encontradas produzindo ESBL, a detecção destas enzimas já foi observada em diversas outras espécies de Enterobacteriaceae e Pseudomonadaceae. Animais com infecções por enterobactérias produtoras de ESBL não devem ser medicados com antibióticos betalactâmicos, o que acarretaria em falha terapêutica e agravamento do quadro infeccioso.&lt;br /&gt;Silva &amp; Salvino em 2000, dizem que um longo período de hospitalização e o uso abusivo de cefalosporinas de terceira geração são fatores de risco primordiais para a disseminação de surtos por bactérias produtoras de ESBL; O papel do laboratório de microbiologia clínica é de extrema importância para o diagnóstico, visto que é a partir da análise do antibiograma que o Veterinário deve prescrever o antimicrobiano ao animal. Se o Veterinário prescrever um antibiótico betalactâmico para o paciente portador de uma infecção por bactéria produtora de ESBL poderá acarretar em falha terapêutica, seja por erro do laboratório que pode não ter detectado a produção da enzima ou por equívoco do Clínico ao indicar uma droga dotada de anel betalactâmico.&lt;br /&gt;Assim, o animal não vai responder positivamente ao tratamento e pode ocorrer agravamento da infecção, pois com a diminuição da flora bacteriana normal (que pode se demonstrar sensível ao betalactâmico), certamente ocorrerá uma diminuição da competitividade com a flora normal a depender do sítio anatômico da infecção. Como a produção de ESBL pode ocorrer espontaneamente, há a possibilidade dessa produção se evidenciar no decorrer do tratamento. Então, o paciente que estaria respondendo positivamente à uma infecção por uma bactéria não produtora de ESBL, passa a demonstrar um agravamento do quadro infeccioso e ocorre recidiva da infecção. Uma nova amostra do material clínico pode detectar a presença da produção de ESBL, o que pode ser interpretado, erroneamente, como erro laboratorial. As drogas que a totalidade dos autores recomendam para o tratamento das infecções por bactérias produtoras de ESBL são os carbapenêmicos (imipenem e meropenem), por estas drogas não sofrerem hidrólise pela ESBL.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Nathisuwan S, Burgess DS, Lewis JS. Extended-spectrum beta-lactamases: epidemiology, detection and&lt;br /&gt;treatment. Pharmacotherapy. 21(8): 920-8, 2001.&lt;br /&gt;2. Soares MA. Resistência Antibiótica. Pharmacia Brasileira, p. 59-62, Jan/Fev 2001.&lt;br /&gt;3. Barbosa HM, Torres BB, Furlaneto MC. Microbiologia Básica. Ed. Atheneu, São Paulo, 1998.&lt;br /&gt;4. Silva CHPM. Bacteriologia - Um texto ilustrado. Ed. Eventos, Teresópolis/RJ, 1999.&lt;br /&gt;5. Farah Solange Bento, DNA - Segredos &amp; Mistérios. Ed. Sarvier, São Paulo, 1997.&lt;br /&gt;6. Silva CHPM, Salvino CR. Importância do Reconhecimento das Enterobactérias Hospitalares Produtoras&lt;br /&gt;de Beta-lactamases de Espectro Estendido (ESBL) e suas Implicações Terapêuticas. Newslab (41):&lt;br /&gt;104-112, 2000.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-1840175050505108099?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/1840175050505108099/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=1840175050505108099' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/1840175050505108099'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/1840175050505108099'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2009/07/bacterias-indutoras-de-betalactamase.html' title='Bactérias Indutoras de Betalactamase'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-4178475498766581956</id><published>2010-01-13T12:21:00.000-02:00</published><updated>2010-01-13T16:30:58.140-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ÁCIDOS BILIARES'/><title type='text'>ÁCIDOS BILIARES</title><content type='html'>ÁCIDOS BILIARES&lt;br /&gt;O VETLAB ESTÁ REALIZANDO, COM EXCLUSIVIDADE NO BRASIL, O TESTE DE ÁCIDOS BILIARES.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dosagem de ácidos biliares é realizada quando temos evidências clínicas e laboratoriais que suportam um diagnóstico diferencial de disfunção hepática, porém sem os sinais óbvios de doença hepática. Este teste não é parte dos testes laboratoriais de rotina e é pouco útil quando o paciente apresenta icterícia hepática ou pós-hepática - uma vez que o resultado estará sempre elevado. Em pacientes onde a icterícia é de origem pré-hepática este teste é de grande ajuda para eliminar doença hepática como causadora da icterícia ou identificar doença hepática concomitante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ácidos Biliares (jejum)&lt;br /&gt;Material: Soro 1,0 ml&lt;br /&gt;Condições de coleta: Jejum de 12 horas.&lt;br /&gt;Comentários: Qualquer distúrbio envolvendo um ou mais componentes estruturais do fígado pode causar o escape de ácidos biliares para a circulação periférica. A presença de ácidos biliares no soro é um teste muito mais sensível que a bilirrubina, na avaliação da função hepática. Os ácidos biliares são de maior uso para detectar anomalias congênitas do sistema porta e para provar uma disfunção hepática nos pacientes não-ictéricos quando seus sinais clínicos estão vagos e outros parâmetros clinicopatológicos são sugestivos de insuficiência hepática.&lt;br /&gt;Prazo: Mesmo dia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ácidos Biliares (Teste de estímulo)&lt;br /&gt;Material: Soro 1,0 ml&lt;br /&gt;Condições de coleta: Coletar a primeira amostra após jejum de 12 horas, alimentar o animal normalmente e coletar sangue após 2 horas.&lt;br /&gt;Comentários: A contração da vesícula biliar altera temporariamente o mecanismo de eliminação dos ácidos biliares. A determinação da concentração de ácidos biliares no sangue 2 horas após a contração da vesícula estimulada por uma refeição pode aumentar a sensibilidade do teste.&lt;br /&gt;Prazo: Mesmo dia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-4178475498766581956?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/4178475498766581956/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=4178475498766581956' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/4178475498766581956'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/4178475498766581956'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2009/12/acidos-biliares.html' title='ÁCIDOS BILIARES'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-6241978699799094811</id><published>2010-01-08T20:45:00.003-02:00</published><updated>2010-01-08T20:50:08.370-02:00</updated><title type='text'>Exames incomuns</title><content type='html'>São testes solicitados com menor frequencia na rotina do laboratório veterinário ou que exigem metodologias ou kits  pouco comuns.&lt;br /&gt;O VetLab oferece os seguintes exames incomuns:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17-Hidroxiprogesterona - canino&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ácidos Biliares (jejum).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alfa 1 Glicoproteína Ácida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anticorpo Anti-Nuclear- ANA  canino&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anticorpo Anti-Tireoglobulinas canino&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antifungigrama &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ASLO – Anti-estreptolisina O&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brometo de potássio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brucelose Canina IgG – RIFI CONFIRMATÓRIO &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Calcitonina –  Ratos e Coelhos &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ceruloplasmina – canino&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cinomose Imunofluorescência IgM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cinomose Imunofluorescência IgG&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cistatina C&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clostridium difficile – Pesquisa da toxina A&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Complemento fração C3 - canino&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coronavírus felino – Peritonite Infecciosa Felina (PIF)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cryptococcus neoformans – Pesquisa do antígeno&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dímero D&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eritropoetina &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estrona ( Sulfato de Estrona ) – equino&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fator Anti Nuclear- FAN - canino&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fator Reumatóide Canino - FRC&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fator de Von Willebrand Canino&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ferritina&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fosfatase Ácida Prostática (PAP)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GH – Hormônio do Crescimento - Hormônio Somatotrófico &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Haptoglobina&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imunoeletroforese &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imunoglobulina A&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imunoglobulina G&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imunoglobulina G em potros (Foal Check)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imunoglobulina M&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Insulina &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LDH  - ISOENZIMAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leucina aminopeptidase (LAP) - caninos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Listeriose&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neospora canino&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neospora canino - PCR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Osteocalcina&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paratormônio - PTH Intacto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paratormônio – PTHrp (PTH- proteína relacionada)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PKD - Identificação da mutação associada à doença do Rim Policístico em Felinos &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prolactina&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Proteína C Funcional&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Proteína C Reativa - Ultra-sensível&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relação Cortisol / Creatinina na urina&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rickettsia rickettsii &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rotavírus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rotavírus canino&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Selênio – eqüinos e  bovinos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somatomedina C – IGF 1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;T4 livre por diálise&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;T4 livre bifásico (2 steps)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toxina botulínica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Transferrina&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Troponina I – cTnI&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-6241978699799094811?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/6241978699799094811/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=6241978699799094811' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/6241978699799094811'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/6241978699799094811'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2010/01/exames-incomuns.html' title='Exames incomuns'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-1567975238385514343</id><published>2010-01-07T09:52:00.003-02:00</published><updated>2010-01-07T10:03:00.182-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Hemoparasitas'/><title type='text'>Cytauxzoon felis </title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_z9hJe24xyzc/S0XM8-tl3pI/AAAAAAAACqc/XCVhCf8-7iw/s1600-h/cytozoon+felis.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 230px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_z9hJe24xyzc/S0XM8-tl3pI/AAAAAAAACqc/XCVhCf8-7iw/s320/cytozoon+felis.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5423966674236071570" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O &lt;em&gt;Cytauxzoon felis&lt;/em&gt; , é um protozoário da ordem Piroplasmida e da família Theileriidae. Esse protozoário causa uma infecção conhecida como cytauxzoonose, que acomete gatos domésticos e também felídeos silvestres. A transmissão tem sido relacionada a carrapatos do gênero Dermacentor spp., embora outras espécies de carrapatos, como o Amblyomma americanum, possam estar envolvidas. Outras formas de transmissão se dão através de transfusão sangüínea ou por via transplacentária. O lince (Linx rufus), felídeo selvagem norte-americano, é tido como hospedeiro assintomático e reservatório natural de &lt;em&gt;C. felis&lt;/em&gt;. No Brasil, não foi determinado o agente vetor, ou possíveis hospedeiros para &lt;em&gt;C. felis&lt;/em&gt;. A distribuição geográfica de &lt;em&gt;Cytauxzoon spp.&lt;/em&gt;  é ampla, sendo o mesmo descrito predominantemente na América do Norte. Os organismos de &lt;em&gt;Cytauxzoon felis&lt;/em&gt; parasitam eritrócitos circulantes, e realizam esquizogonia em macrófagos teciduais. Por apresentarem morfologia semelhante, as formas intraeritrocíticas de C. felis podem ser confundidas aquelas de Babesia spp., parasitos que possuem apenas uma fase eritrocítica no hospedeiro vertebrado . Para diferenciar estas duas espécies, é necessária a realização de diagnóstico molecular através da técnica de PCR (Reação em Cadeia de Polimerase) ou avaliações histopatológicas. O diagnóstico clínico é dificultado pelos sinais clínicos inespecíficos. Os sinais clínicos relatados são anorexia, letargia, dispnéia, hemoglobinúria, desidratação, depressão, icterícia, febre, anemia e tempo de perfusão capilar maior do que 2 segundos . Historicamente, a mortalidade para a espécie é alta, tanto em gatos que recebem tratamento quanto naqueles que não o recebem . O primeiro relato de infecção por &lt;em&gt;Cytauxzoon felis&lt;/em&gt; em gato doméstico no Brasil e na América do Sul, foi feito pela equipe do VetLab (http://www.cbparasito2009.com.br/poster/Poster-Diagnostico.pdf)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-1567975238385514343?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/1567975238385514343/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=1567975238385514343' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/1567975238385514343'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/1567975238385514343'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2010/01/cytauxzoon-felis.html' title='&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Cytauxzoon felis &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_z9hJe24xyzc/S0XM8-tl3pI/AAAAAAAACqc/XCVhCf8-7iw/s72-c/cytozoon+felis.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-4264576798279816924</id><published>2010-01-02T12:18:00.004-02:00</published><updated>2010-01-02T12:37:19.314-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinomose'/><title type='text'>CINOMOSE, QUAL TESTE UTILIZAR?</title><content type='html'>A cinomose canina inicia-se com a inalação viral e replicação nas tonsilas e linfonodos bronquial. Quando este alcança a circulação, cerca de 2 dias após a infecção. Uma viremia célula associada, geralmente nos macrófagos, resulta em rápida disseminação e o vírus pode ser isolado de todos os tecidos linfóides e de linfócitos sanguíneos cerca de uma semana após a infecção.&lt;br /&gt;   A progressão da doença é determinada pela rapidez e eficácia ou não da resposta imune. A replicação viral resulta em linfocitólise, é um importante fator na determinação da manifestação clínica. Incapacidade para limitar a disseminação da infecção, permite a expansão desta para o sistema respiratório, urinário e sistema nervoso central. Pele, glândulas exócrinas e endócrinas são também afetadas. Infecções bacterianas secundárias a imunossupressão contribuem para o desenvolvimento de vários sinais clínicos que precedem a sintomatologia nervosa, já que os sinais de envolvimento do SNC geralmente não se manifestam até a 4a semana, caracterizando clinicamente o período de incubação de 1 a 4 semanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O VETLAB OFERECE 5 EXAMES DIFERENTES PARA DETECÇÃO DESTE VÍRUS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cinomose, Pesquisa do Corpúsculo de (inclusão) Lentz&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Material:&lt;/strong&gt; 2,0 ml de sangue total em EDTA&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Condições de coleta:&lt;/strong&gt; Jejum não obrigatório.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Método:&lt;/strong&gt; Capa leucocitária.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Indicação: Realize apenas em filhotes com os primeiros sintomas clínicos, o resultado positivo é diagnóstico definitivo, mas o resultado negativo deve ser interpretado com muita cautela.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cinomose – Imunocromatografia Ag&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Amostra:&lt;/strong&gt; 0,5 ml de soro ou plasma (EDTA), secreção vaginal, ocular ou líquor.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Método:&lt;/strong&gt; Imunoensaio Cromatográfico - Antígeno. Sensibilidade 98,8% e&lt;br /&gt;Especificidade 97,7%.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Condições de coleta:&lt;/strong&gt; Jejum não obrigatório. A vacinação não influencia o resultado do teste. O soro ou plasma pode ser armazenado por até 7 dias entre 2 e 8 graus. Para armazenar por mais tempo congelar. Amostras hemolisadas ou&lt;br /&gt;lipêmicas não afetam o resultado. Para coleta de secreções usar um swab sem&lt;br /&gt;meio umedecido em soro fisiológico, enviar ao laboratório no mesmo dia.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Indicação: Este é um excelente método, pois é rápido e barato, recomendamos seu uso sempre que o animal apresenta os sintomas clássicos. Resultados falso negativos ocorrem quando a amostra certa não é avaliada, por exemplo, na fase neurológica da doença a amostra enviada deverá ser líquor pois pode ocorrer uma não liberação viral no sangue em secreções nesta fase da doença. Em outras fases da doença enviar sempre soro e secreção ocular.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cinomose Imunofluorescência IgM&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Material: 1 ml de soro&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Método:&lt;/strong&gt; RIFI IgM Sensibilidade 94,3% e Especificidade 98,8%. (Método de Referência)&lt;br /&gt;Condições de envio: Refrigerado&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Indicação:&lt;/strong&gt; É o melhor método quando o animal está em fase aguda (3 a 4 semanas de exposição ao vírus). Vacinações em menos de 35 dias podem apresentar-se com falso positivos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_z9hJe24xyzc/Sz9WS7xZpdI/AAAAAAAACTE/9THkZO4NC7o/s1600-h/cinomose.bmp"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 217px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_z9hJe24xyzc/Sz9WS7xZpdI/AAAAAAAACTE/9THkZO4NC7o/s320/cinomose.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5422147359659894226" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cinomose Imunofluorescência IgG&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Material:&lt;/strong&gt; 1 ml de soro&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Método:&lt;/strong&gt; RIFI IgG com titulação.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Condições de envio: &lt;/strong&gt;Refrigerado&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Indicação: É mais utilizado em diagnóstico em animais que nunca foram vacinados para cinomose, títulos vacinais podem persistirem por até 3 anos. É ideal para se avaliar o status imune contra a cinomose, resultando em um teste para se avaliar a necessidade ou não de se revacinar o animal para cinomose.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cinomose PCR&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Material:&lt;/strong&gt; Swab ocular, urina ou 2 ml de sangue total em tubo com EDTA.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Método:&lt;/strong&gt; PCR&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Condições de coleta:&lt;/strong&gt; Respeitar intervalo de 21 dias após vacinação para que&lt;br /&gt;não ocorra interferência do agente vacinal.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Condições de envio: &lt;/strong&gt;Refrigerado&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-4264576798279816924?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/4264576798279816924/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=4264576798279816924' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/4264576798279816924'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/4264576798279816924'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2010/01/cinomose-qual-teste-utilizar.html' title='&lt;strong&gt;CINOMOSE, QUAL TESTE UTILIZAR?&lt;/strong&gt;'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_z9hJe24xyzc/Sz9WS7xZpdI/AAAAAAAACTE/9THkZO4NC7o/s72-c/cinomose.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-4727881823765097193</id><published>2009-12-22T10:39:00.004-02:00</published><updated>2009-12-22T10:42:08.236-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ionizado'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cálcio'/><title type='text'>Cálcio Ionizado</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Material:&lt;/strong&gt; Soro 1,0 ml.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Método:&lt;/strong&gt; Eletrodo seletivo&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Condições de coleta: &lt;/strong&gt;Jejum de 4 horas. Coletar preferencialmente a vácuo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Outros laboratórios:&lt;/strong&gt; - efetuar a coleta preferencialmente em tubo a vácuo. Centrifugar a amostra com o tubo fechado. Dessorar rapidamente e congelar em frasco de plástico com tampa (Eppendorf ou tubos de soroteca) ou vidro, de maneira que a relação frasco/amostra seja a menor possível (menor volume de ar no interior do tubo). Evitar a transferência da amostra de um tubo para outro, repetidas vezes, pois quanto maior a manipulação, maior o aumento do pH que bloqueia a leitura do aparelho. Estável por 3 dias refrigerado.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Indicação: &lt;/strong&gt;A avaliação do cálcio ionizado é útil em algumas situações clínicas, como distúrbios ácido-base, nos quais o cálcio ionizado está alterado sem que haja alteração do cálcio total. Isso pode ocorrer na hemodiálise, nas septicemias, mielomas, cirrose, politransfusões, distúrbios cardiovasculares, insuficiência renal e no diagnóstico do hiperparatireoidismo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Prazo: MESMO DIA&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-4727881823765097193?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/4727881823765097193/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=4727881823765097193' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/4727881823765097193'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/4727881823765097193'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2009/12/calcio-ionizado.html' title='Cálcio Ionizado'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-915107086547161341</id><published>2009-12-10T12:50:00.002-02:00</published><updated>2009-12-10T12:53:27.542-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Rotavírus'/><title type='text'>Novos exames</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Rotavírus canino&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Material:&lt;/strong&gt; Fezes frescas&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Método:&lt;/strong&gt; Imunoensaio Cromatográfico Ag&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Prazo: &lt;/strong&gt;Mesmo dia&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Rotavírus&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Material:&lt;/strong&gt; Fezes frescas; Bovídeos: 150 g, Ovinos e caprinos: 20 a 40 cíbalas, Eqüinos: 2 a 3 cíbalas, Suínos: 40 g&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Condições de coleta:&lt;/strong&gt; Fezes colhidas preferencialmente diretamente da ampola retal, evitando-se assim contaminações com impurezas do solo e urina; No caso de rebanhos, recomenda-se colher amostras de 10% dos animais, levando-se em conta as diferentes faixas etárias; As fezes devem ser colocadas em frascos de vidro ou plástico, limpos, secos, de boca larga e com tampa. Podem-se usar também sacos plásticos que, geralmente, são utilizados como luvas durante a colheita das fezes. As amostras devem ser identificadas com etiquetas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Método:&lt;/strong&gt; ELISA para detecção de Rotavírus Sorogrupo A.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Prazo:&lt;/strong&gt; 3 dias&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-915107086547161341?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/915107086547161341/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=915107086547161341' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/915107086547161341'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/915107086547161341'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2009/12/novos-exames.html' title='Novos exames'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-1619992791541926111</id><published>2009-11-30T11:21:00.002-02:00</published><updated>2009-11-30T11:23:19.496-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Campilobacteriose'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Parvovirose'/><title type='text'>Parvovirose ou Campilobacteriose?</title><content type='html'>Campilobacteriose é uma doença infecciosa causada por bactérias do gênero Campylobacter. Ele pode ser transmitido de pessoas para cães e depois voltar para as pessoas novamente. É também conhecido como "Show Crud", pois é muito comum em cães de exposição. &lt;br /&gt;           Esta doença está se tornando cada vez mais frequente. À medida que começa o calor, em cada ano, uma nova onda de mortes ocorre. E a cada ano, surge a pergunta de novo: "É uma nova cepa de Parvo?". &lt;br /&gt;           Ela pode ser clinicamente muito parecida com Parvo, mas é importante notar que esta doença pode ser transmitida entre seres humanos, cães, gatos e outros animais. Muitos Veterinários estão relatando que uma cura para o Parvo foi estabelecida quando na verdade eles estão tratando e curando Campylobacter.&lt;br /&gt;           O Campylobacter jejuni é uma espécie de bactérias conhecida por causar aborto em ovinos, febre e inflamação do estômago no homem e pode estar associada a doenças entéricas de bezerros, cordeiros e outros animais. É um organismo que sobrevive em microaerofilia, o que significa que tem uma exigência de redução dos níveis de oxigênio. São relativamente frágeis e sensíveis a estresses ambientais (por exemplo, 21% de oxigênio, secagem, aquecimento, desinfetante e condições ácidas). &lt;br /&gt;            Tempo de incubação: O período de incubação é de 2 a 10 dias. &lt;br /&gt;            Sintomas: Estes podem imitar a parvo. A diarréia nem sempre tem o odor fétido. Ele geralmente progride como se segue. Começa com fezes cobertas de muco, mole, progride para a diarréia, diarréia profusa, esguicho, o apetite deprimido com ou sem vômitos. A diarréia pode ser aquosa ou pegajosa e pode incluir (mas nem sempre) sangue. Estes sintomas podem ser menores a grave. O hemograma normalmente apresenta policitemia transitória e leucopenia por neutropenia, linfopenia e eosinopenia, os monócitos geralmente estão ativados. Alguns animais quase não apresentam nenhum sintoma, enquanto outros podem falecer por desidratação. Também pode ocorrer choque seguido de morte dentro de 12-24 horas. Filhotes precisam de atenção imediata pois a taxa de mortalidade é alta. &lt;br /&gt;            FONTE DE INFECÇÃO: fezes, água não potável, como rios, lagos ou poças e comida contaminada. Esta doença também pode ser transmitida a estas áreas pela mosca comum, voando de um hospedeiro para outro. Esta bactéria se reproduz muito rápido. &lt;br /&gt;            TRATAMENTO. Hidratação pode ser necessário dentro de poucas horas do início dos sintomas. Este é o pior cenário. Pode ser que o cão tenha um caso muito suave e seja tratado em casa com medicação anti-diarreicas e antibióticos, mas não vale a pena arriscar. A maioria dos casos não são tão drásticos se o tratamento for feito em tempo hábil. Quanto mais novo o cão mais grave o caso. Medicamentos para o tratamento são Tetraciclina, Eritromicina e alguns tiveram sucesso usando Cefalexina. Nós recomendamos Eritromicina.&lt;br /&gt;             A maioria das pessoas que adoecem com campilobacteriose tem diarréia, cólicas, dor abdominal e febre dentro de dois a cinco dias após a exposição ao organismo. A diarréia pode ser sanguinolenta e pode ser acompanhada por náuseas e vômitos. A doença normalmente dura uma semana. Algumas pessoas infectadas não têm sintomas. Em pessoas com sistemas imunológicos comprometidos, Campylobacter, ocasionalmente, se espalha pela corrente sanguínea pode causar sepse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exames relacionados:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coprológico com citologia – Coprológico funcional&lt;br /&gt;Material: Amostra de fezes frescas e swab retal.&lt;br /&gt;Condições de coleta: Refrigerar imediatamente de 2 a 8 graus. Nunca congelar.&lt;br /&gt;Prazo: mesmo dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parvovirose canina (CPV)&lt;br /&gt;Material: Fezes frescas ou swab retal, refrigeradas de 2 a 8 graus por no máximo&lt;br /&gt;48 hs. Ou congelada por no máximo 1 semana.&lt;br /&gt;Prazo: Mesmo dia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Campylobacter- Cultura&lt;br /&gt;Material: Fezes frescas ou swab com meio Cary-Blair&lt;br /&gt;Condições de coleta: Fezes frescas - Manter refrigerado, enviar em até 2 horas.&lt;br /&gt;Não usar conservantes. Swab Cary-Blair – Enviar em até 24h.&lt;br /&gt;Prazo: 8 dias&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-1619992791541926111?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/1619992791541926111/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=1619992791541926111' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/1619992791541926111'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/1619992791541926111'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2009/11/parvovirose-ou-campilobacteriose.html' title='Parvovirose ou Campilobacteriose?'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-6733746352190032473</id><published>2009-11-18T11:30:00.000-02:00</published><updated>2009-11-18T11:31:37.976-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Antifungigrama'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fugigrama'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='antifúngicos'/><title type='text'>Antifungigrama</title><content type='html'>Atualmente, estão se tornando cada vez mais freqüentes as infecções causadas por fungos, o que torna de extrema importância à correta identificação desses agentes e a realização da prova de sensibilidade aos diversos antifúngicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil os clínicos ficavam presos a realizar o antifungigrama apenas nos casos de Candida spp e Cryptococcus spp, realizando tratamentos para fungos mais comuns sem a certeza e o respaldo do teste de sensibilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora o VetLab traz até você a possibilidade de realizar o antifugigrama de várias espécies de fungos que causam otites, dermatoses e  alergias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Material:&lt;/strong&gt; diversos&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Condições de coleta:&lt;/strong&gt; É necessário a realização da cultura de fungos anteriormente.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Conservação para Envio:&lt;/strong&gt; Biopsia de tecido, liquor, urina e sangue: entre 2o e 8o C. Pelos, raspado cutâneo, unha: temperatura ambiente.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Outros laboratórios:&lt;/strong&gt; Enviar a cultura de fungos ou o microorganismo isolado.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Indicação:&lt;/strong&gt; Otites por Malassezia ou Candida, Dermatófitos, Aspergilose, Infecções por fungos sistêmicos,...&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Antifúngicos Testados:&lt;/strong&gt; Anfotericina B 100mcg; 5-Fluorocitosina 1mcg; 5-Fluorocitosina 10mcg; Nistatina 100U.I.; Econazol 50 mcg ; Clotrimazol 50 mcg; Miconazol 50mcg ; Ketoconazol 50mcg; Fluconazol 25mcg ; Itraconazol 10mcg&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Prazo: &lt;/strong&gt;7 dias, após o isolamento do fungo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-6733746352190032473?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/6733746352190032473/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=6733746352190032473' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/6733746352190032473'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/6733746352190032473'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2009/11/antifungigrama.html' title='Antifungigrama'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-4008556211639250611</id><published>2009-11-17T11:40:00.002-02:00</published><updated>2009-11-18T11:30:22.581-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='OTITE'/><title type='text'>OTITE EXTERNA EM CÃES E GATOS</title><content type='html'>A otite externa é uma inflamação aguda ou crônica do epitélio do conduto auditivo externo. Pode se caracterizar  por eritema, edema, aumento do sebo ou exsudato, e descamação do epitélio. O canal auditivo pode se apresentar com uma condição dolorosa ou pruriginosa, dependendo da causa ou a duração. É a doença mais comum do canal do ouvido em cães e gatos, é visto ocasionalmente em coelhos (em que geralmente é devido ao ácaro &lt;em&gt;Psoroptes cuniculus&lt;/em&gt;), e é rara em animais de grande porte. Fatores internos e externos podem diretamente induzir inflamação e prurido no conduto auditivo. A identificação desses fatores é fundamental para uma gestão bem sucedida. &lt;br /&gt;Etiologia: &lt;br /&gt;As causas da otite externa foram agrupados em 3 áreas. Fatores primários são condições da doença que causam diretamente a otite. Os fatores predisponentes são as condições que colocam em risco de desenvolvimento da otite média. A perpetuação de fatores tendem a impedir a resolução da otite média. Muitas vezes, os 3 fatores estão envolvidos, mas cada categoria deve ser identificada e tratada separadamente. Desta forma, um prognóstico mais preciso pode ser previsto, um plano específico terapêutico formulado, garantindo os melhores resultados possíveis do tratamento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FATORES PRIMÁRIOS incluem parasitas (&lt;em&gt;Otodectes, Psoroptes, Sarcoptes, Demodex spp&lt;/em&gt;), corpos estranhos (capim, poeira, medicamentos), tumores (adenoma, pólipos inflamatórios), hipersensibilidade (atopia, sensibilidade alimentar, dermatite de contato), transtornos de queratinização, hipotireoidismo, doenças auto-imunes, celulite juvenil, e irritantes (produtos de limpeza, etc.) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os FATORES PREDISPONENTES da doença são muitas vezes congênita ou ambientais e incluem a conformação (canal de orelha estreitos), maceração do canal auditivo de tratamento excessivo ou orelha do nadador, e sistêmica. Pequenas mudanças no microclima podem alterar o delicado equilíbrio das secreções normais e microflora e resultar em infecções oportunistas. Qualquer doença que afeta respostas normais aos patógenos podem predispor o canal do ouvido para infecções oportunistas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os FATORES DE PERPETUAÇÃO incluem bactérias, leveduras, otite média e alterações patológicas progressivas. Uma vez que o ambiente do canal auditivo tenha sido alterada por uma combinação de fatores primária e predisponentes, infecções oportunistas e mudanças patológicas ocorrem, o que impedem a resolução da doença. Alterações patológicas crônicas no ouvido também pode refletir uma doença sistêmica ou generalizada da pele. A menos que todas as causas sejam identificadas e tratadas, o retorno pode ser esperado. &lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;DIAGNÓSTICO: &lt;br /&gt;O exame clínico e uma história dermatológica minuciosa podem fornecer informações sugestivas de problemas primários (por exemplo: genéticos, distúrbios de hipersensibilidade, queratinização). Um exame físico e dermatológico pode fornecer pistas relacionadas com diagnóstico hormonal, endócrino e doenças imunológicas que também afetam o ouvido. Um perfil dermatológico, e a cultura de fungos e bactérias deve ser realizado. &lt;br /&gt;Pavilhões auriculares e regiões periauriculares devem ser inspecionados para a evidência de auto-trauma, eritema e lesões cutâneas primárias e secundárias. &lt;br /&gt;Para animais com sinais unilaterais, a orelha não afetada deve ser examinada em primeiro lugar para evitar a contaminação iatrogênica do ouvido afetado com organismos (por exemplo: &lt;em&gt;Pseudomonas aeruginosa e Proteus mirabilis&lt;/em&gt;), que podem estar presentes no ouvido doente. O ouvido não afetado pode, de fato, estar doente, necessitando de uma adaptação da lista de diagnóstico diferencial para incluir causas de otite bilateral. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Durante uma otoscopia, o canal auditivo deve ser inspecionado para mudanças de diâmetro, alterações patológicas na pele, quantidade e tipo de exsudato, parasitas, corpos estranhos, neoplasias, e as alterações na membrana timpânica. A membrana timpânica deve ser examinada para evidência de doença ou de ruptura. No entanto, em muitos casos de otite externa, a membrana timpânica não pode ser visualizado até que todo o exsudato seja gentilmente lavado do canal. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Os canais de orelha externa da maioria dos cães e gatos abrigam um pequeno número de comensais gram-positivos. Estes organismos podem se tornar patogênicos, se o microambiente é alterada para incentivar crescimento exagerado desses organismos. Um esfregaço corado pode determinar rapidamente se o crescimento de micróbios está presente. Cocos bacterianos são geralmente estafilococos ou estreptococos. Bacilos gram negativos são geralmente &lt;em&gt;Pseudomonas aeruginosa e Proteus mirabilis&lt;/em&gt;, a sua aparição em um grande número indica que a cultura bacteriana com antibiograma deve ser realizada por causa de sua resistência a muitos agentes antimicrobianos. A presença de neutrófilos fagocitando muitas bactérias patogênicas confirma a natureza dos organismos. &lt;br /&gt;A levedura &lt;em&gt;Malassezia pachydermatis&lt;/em&gt; é encontrado em baixos números nos canais da orelha de muitos cães e gatos normais. Não mais do que 2-3 organismos por campo de devem estar presentes em qualquer conjunto de células de um animal normal. Quando as leveduras não identificados ou organismos de hifas são vistas em grande número nos esfregaços citológicos, as espécies devem ser identificadas através da cultura. Infecções mistas, especialmente com cocos gram-positivas, são comuns. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um exsudato escuro no canal geralmente sinaliza a presença de qualquer &lt;em&gt;Malassezia spp&lt;/em&gt; ou um parasita, mas também pode ser visto com uma infecção bacteriana ou mista. Além de citologia corada, o exsudato deve ser examinado para ovos, larvas ou adultos do ácaro da orelha &lt;em&gt;Otodectes cynotis&lt;/em&gt; em cães e gatos. &lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;EXAMES RELACIONADOS:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Citologia Otológica&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Material: swab sem meio de transporte ou lâmina.&lt;br /&gt;Condições de coleta: Não estar em uso de medicação tópica.&lt;br /&gt;Método: Microscopia.&lt;br /&gt;Prazo: mesmo dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cultura de Fungos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Material: Diversos. Enviar em até 14 dias para material de descamação de pele, pelos e unhas em temperatura ambiente.&lt;br /&gt;Condições de coleta: No caso de pêlos, preferencialmente não estar em uso de medicamentos tópicos pôr no mínimo duas semanas, evitando desta forma resultado falso negativo. Deve-se fazer uma boa assepsia no pêlo do animal utilizando álcool devido à presença de microorganismos saprófitas que podem interferir no resultado do exame. Para colheita em animais de pêlos longos realizar tricotomia parcial, deixando os pêlos com no máximo 0,5 a 1,0cm de comprimento. Retirar os pêlos com uma pinça.  Pêlos devem ser acondicionados em frascos estéreis e secos.&lt;br /&gt;Para cultura de lesões profundas enviar a secreção em seringa ou "swab sem meio" da secreção, manter entre 2 0C e 8 0C.&lt;br /&gt;Prazo: 28 dias corridos. No caso de leveduras 7 dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Antifungigrama &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Material: diversos&lt;br /&gt;Condições de coleta: É necessário a realização da cultura de fungos anteriormente.&lt;br /&gt;Conservação para Envio: Biopsia de tecido, liquor, urina e sangue: entre 2o e 8o C. Pelos, raspado cutâneo, unha: temperatura ambiente.&lt;br /&gt;Outros laboratórios: Enviar a cultura de fungos ou o microorganismo isolado.&lt;br /&gt;Indicação: Otites por Malassezia ou Candida, Dermatófitos, Aspergilose, Infecções por fungos sistêmicos,...&lt;br /&gt;Antifúngicos Testados: Anfotericina B 100mcg; 5-Fluorocitosina 1mcg; 5-Fluorocitosina 10mcg; Nistatina 100U.I.; Econazol 50 mcg ; Clotrimazol 50 mcg; Miconazol 50mcg ; Ketoconazol 50mcg; Fluconazol 25mcg ; Itraconazol 10mcg&lt;br /&gt;Prazo: 7 dias, após o isolamento do fungo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cultura e Antibiograma (aeróbios)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Material: Diversos.&lt;br /&gt;Condições de coleta: Não estar em uso de antibióticos por no mínimo 7 dias. Colher o material o mais diretamente possível da lesão. &lt;br /&gt;Ouvidos: realizar rigorosa anti-sepsia da região externa e colher com "swab".&lt;br /&gt;Enviar a amostra, imediatamente, após a coleta ao VetLab ou solicitar meio de transporte apropriado (Swab c/ meio de Stuart), caso o material só possa ser entregue após 2 horas&lt;br /&gt;Prazo: 6 a 8 dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Perfil Otite&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Material: 2 swabs; 1 com meio e outro sem&lt;br /&gt;Condições de coleta: Não estar em uso de medicamentos tópicos e preferencialmente não estar fazendo uso de antimicrobianos por 10 dias.&lt;br /&gt;Exames realizados: Citologia otológica, cultura para leveduras, e cultura e antibiograma&lt;br /&gt;Prazo: Citologia mesmo dia, cultura e antibiograma 3 dias e cultura de leveduras 10 dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Perfil dermatológico&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Material: Raspado de pele em óleo mineral, swab (sem meio) da lesão e pêlos&lt;br /&gt;Condições de coleta: Não estar em uso de medicamentos tópicos.&lt;br /&gt;Exames realizados: GRAM, Pesquisa de Ectoparasitas e Micológico direto&lt;br /&gt;Prazo: Mesmo dia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-4008556211639250611?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/4008556211639250611/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=4008556211639250611' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/4008556211639250611'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/4008556211639250611'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2009/11/otite-externa-em-caes-e-gatos.html' title='OTITE EXTERNA EM CÃES E GATOS'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-3977165220428042491</id><published>2009-11-11T10:50:00.000-02:00</published><updated>2009-11-11T12:25:27.867-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lactato'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ácido lático'/><title type='text'>Lactato</title><content type='html'>Indicação:&lt;br /&gt;-Indicador de distúrbios relacionados à deficiência de oxigênio&lt;br /&gt;Lactato é uma substância produzida pelo organismo após a queima da glicose para o fornecimento de energia, sem a presença de oxigênio. A acidose lática ocorre devido ao aumento dos níveis de lactato, relacionado principalmente ao estado de choque hipovolêmico, cardiogênico e séptico. O lactato também é monitorado em distúrbios respiratórios (consumo de oxigênio), anemia (transporte de oxigênio), trauma, queimaduras (distribuição de oxigênio).&lt;br /&gt;-Animais atletas que estejam em treinamento para competições&lt;br /&gt;1. Se o animal atleta conseguir reduzir a produção de lactato ou reduzir o período necessário para sua eliminação, ele também reduzirá a produção e eliminação dos íons de hidrogênio que afetam o nível de performance muscular.2. E em provas de curta duração (explosão) a habilidade de produzir grandes quantidades de energia na parte final destes eventos é crítica para o desempenho de alto nível.3. Quanto mais alto o lactato no final de um esforço máximo melhor o desempenho do animal atleta.&lt;br /&gt;Material: 1,0ml de plasma fluoretado.&lt;br /&gt;Condição de coleta: Amostra deve ser centrifugada em até 30 minutos após a coleta.&lt;br /&gt;Prazo: Mesmo dia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-3977165220428042491?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/3977165220428042491/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=3977165220428042491' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/3977165220428042491'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/3977165220428042491'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2007/09/lactato.html' title='Lactato'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-3049308159893681611</id><published>2009-10-30T10:15:00.000-02:00</published><updated>2009-10-30T13:42:02.030-02:00</updated><title type='text'>Promoção</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Superpromoção para os meses de outubro, novembro e dezembro de 2009:&lt;br /&gt;Peça uma cultura de urina com antibiograma e ganhe o EAS + PU/CU&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EAS + PU/CU + Cultura e Antibiograma urinária&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproveite: válido somente até o final do ano&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PU/CU&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Muitos médicos veterinários utilizam as dosagens de uréia e creatinina plasmáticas para avaliar a função renal, porém estas concentrações só se alteram no sangue quando 75 % dos néfrons já perderam sua função. Nesse estágio, o estado clínico do paciente já se encontra agravado, restando ao clínico apenas a opção de minimizar as complicações secundárias de um quadro de insuficiência renal.&lt;br /&gt;A relação proteína creatinina urinária (PU/CU) além de nos fornecer praticidade na forma de coleta, pois necessita somente de uma amostra de urina, oferece ao veterinário a precocidade no diagnóstico de lesão renal, já que essa relação se altera quando 25% dos néfrons estão acometidos. A vantagem da utilização dessa análise é fornecer ao veterinário a oportunidade de alterar o curso da doença renal e aumentar a expectativa de vida de seus pacientes. Pode também ser utilizada junto à mensuração sérica para monitorar e avaliar o tratamento e progressão da doença renal.&lt;br /&gt;Enfim, dispensa-se aguardar pelos sinais clínicos de azotemia e/ou síndrome urêmica antes de diagnosticar uma doença renal. Partindo-se daí pode-se detectar uma nefropatia antes mesmo que os pacientes apresentem complicações secundárias, por se tratar de um teste quantitativo que fornece um ótimo parâmetro para monitorar o curso da doença renal e avaliar a resposta do animal diante a protocolos terapêuticos em diversas em enfermidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia também: http://vetlaboratorio.blogspot.com/search/label/PU%2FCU&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cultura&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A infecção do trato urinário (ITU) é uma das afecções mais comuns que acometem os cães e estão entre as mais comuns indicações de antibioticoterapia.&lt;br /&gt;Um diagnóstico de ITU pode ser feito através da associação dos sinais clínicos e da urinálise, porém, cultura de urina e testes de susceptibilidade aos agentes antimicrobianos são determinantes para um diagnóstico definitivo bem como para determinação do tratamento a ser instituído.&lt;br /&gt;As bactérias mais freqüentemente envolvidas em infecções do trato urinário são membros dos gêneros Escherichia sp., Proteus sp., Klebsiella sp., Enterobacter sp, Pseudomonas sp, Streptococcus sp. e Staphylococcus sp.&lt;br /&gt;Desde a introdução de drogas antimicrobianas na prática da medicina moderna, os Staphylococcus evoluíram em resposta a essa pressão. As infecções causadas por esse gênero bacteriano são rotineiramente tratadas com uso de antibióticos e, conseqüentemente, a resistência às drogas tem sido um achado cada vez mais comum. Já na medicina veterinária, o uso indiscriminado de antibióticos sem resultados de cultura bacteriológica e o antibiograma tem contribuído enormemente para o aparecimento de cepas multiresistentes de bactérias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia também Bactéria indutoras de Betalactamase: http://vetlaboratorio.blogspot.com/search/label/Betalactamase&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-3049308159893681611?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/3049308159893681611/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=3049308159893681611' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/3049308159893681611'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/3049308159893681611'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2009/10/pomocao.html' title='Promoção'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-4653457964768224607</id><published>2009-10-26T09:51:00.002-02:00</published><updated>2009-10-26T12:14:04.149-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='microfilárias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filárias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dirofilariose'/><title type='text'>Parece que as Filárias voltaram para ficar!</title><content type='html'>Parecia que haviam desaparecido, alguns as davam como extintas, mas aos poucos as filarias foram voltando.&lt;br /&gt;Começamos a verificar seu regresso em Magé, mas precisamente na Praia de Mauá, no final de 2007. Em 2008 já haviam casos no Rio (Barra e Recreio) e em Nova Friburgo. No início do ano acompanhamos casos em Duque de Caxias e Guapimirim. Agora finalmente chegaram em Petrópolis e Teresópolis.&lt;br /&gt;Sabemos que a dirofilariose cursa, na maioria das vezes, de forma sub-clínica, por isso elas tem sido encontradas por acaso em hemogramas .&lt;br /&gt;A ocorrência de novos de casos de Dirofilariose não é necessariamente nas regiões onde a freqüência era alta no passado. Atualmente não sabemos onde ocorreram novos casos. Como sabemos que não podemos esperar novos casos para agir precisamos nos antecipar a eles, buscando ativamente o diagnóstico.&lt;br /&gt;Gatos também podem adquirir a doença e devemos lembrar que para eles a prevenção é mais importante, uma vez que não podem ser tratados.&lt;br /&gt;O tratamento do cão deve associar doxiciclina 21 dias e ivermectina. Os exames devem ser repetidos a cada 6 meses, fazendo sempre pesquisa de microfilárias por Knott e ELISA. Espera-se que as microfilárias deixemde ser detectadas em até 3 meses e os antígenos pelo ELISA desapareçam em até 2 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Microfilária, Pesquisa de&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Material:&lt;/strong&gt; 2,0 ml de sangue total em EDTA&lt;br /&gt;Condições de coleta: Jejum não obrigatório.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Método:&lt;/strong&gt; Knott.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Achados:&lt;/strong&gt; Presença de microfilárias. (não é distinguido Dirofilaria immitis de&lt;br /&gt;Dipetalonema reconditum)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Observações: &lt;/strong&gt;25% dos cães com Dirofilariose são amicrofilados. Como padrão é&lt;br /&gt;indicado a realização do método sorológico. (ver Dirofilaria ELISA)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Prazo:&lt;/strong&gt; mesmo dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dirofilaria immitis – Dirofilariose &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Amostra:&lt;/strong&gt; soro, plasma (EDTA) ou sangue total.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Método:&lt;/strong&gt; Imunoensaio enzimático para detecção do antígeno da Dirofilaria immits.&lt;br /&gt;Interpretação: A detecção de antígenos do verme do coração é diagnóstico de&lt;br /&gt;infecção por D. immits.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Condições de coleta: &lt;/strong&gt;Jejum não obrigatório. O soro ou plasma pode ser&lt;br /&gt;armazenado por até 7 dias entre 2 e 8 graus. Para armazenar por mais tempo&lt;br /&gt;congelar.Amostras hemolisadas ou lipêmicas não afetam o resultado.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Prazo:&lt;/strong&gt; mesmo dia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-4653457964768224607?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/4653457964768224607/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=4653457964768224607' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/4653457964768224607'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/4653457964768224607'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2009/10/parce-que-as-filarias-voltaram-para.html' title='&lt;strong&gt;Parece que as Filárias voltaram para ficar!&lt;/strong&gt;'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-693104766783966795</id><published>2009-10-19T15:53:00.001-02:00</published><updated>2009-10-19T15:55:15.960-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='potros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='igg'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Foal check'/><title type='text'>Imunoglobulina G em potros (Foal Check)</title><content type='html'>O neonato eqüino é extremamente susceptível a infecções imediatamente após o nascimento, necessitando de fonte exógena de imunoglobulinas, as quais são primordialmente fornecidas pelo colostro materno, principalmente as imunoglobulinas da classe G (IgG). Potros que não recebem esses anticorpos são denominados "potros de alto risco" em relação à susceptibilidade às infecções, em decorrência da denominada Falha de Transferência de Imunidade Passiva (FTIP).&lt;br /&gt;     Sob condições normais, os potros recebem uma quantidade tal de colostro nas primeiras 12 horas de vida que alcançam níveis circulantes de IgGs que irão protege-los de infecções nas primeiras sete semanas de vida. As imunoglobulinas presentes na circulação da fêmea prenha passam para a glândula mamária na última quinzena de gestação, por meio de um complexo mecanismo de filtração e concentração. O potro deve mamar esse colostro o mais rápido possível, o que normalmente ocorre a partir da 2a hora de vida extra-uterina. Com 24 horas de nascido, a quantidade de IgGs ingeridas varia entre 30 e 60 gramas, resultando numa concentração sérica no potro ao redor de 800 mg/dl de IgGs. A absorção das imunoglobulinas contidas no colostro ocorre no intestino delgado, por meio de um mecanismo absortivo especial, que é gradativamente perdido, até se tornar desprezível após 24 horas.&lt;br /&gt;     Se o nível sérico de IgGs no potro for inferior a 600 mg/dl entre 12 e 24 horas de vida, a terapia intravenosa com uma fonte de IgGs deve ser considerada. Um colostro com bons níveis de imunoglobulinas é o suplemento adequado nesses casos, mas poucas vezes está prontamente disponível na propriedade. Se o nível sérico insatisfatório for detectado após 24 horas, o tratamento de escolha tem sido a utilização de plasma intravenoso, o qual tem a desvantagem do grande volume necessário para suplementação, além dos riscos potenciais de reações anafiláticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Manual de Exames&lt;br /&gt;Imunoglobulina G em potros (Foal Check)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Material:&lt;/strong&gt; 1,0ml de soro ou plasma EDTA. Enviar em até 2 dias refrigerado ou 30 dias congelado.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Condições de coleta: &lt;/strong&gt;Jejum não obrigatório.de 8 horas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Método:&lt;/strong&gt; Turbidimetria&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Comentários:&lt;/strong&gt; Sob condições normais, os potros recebem uma quantidade tal de colostro nas primeiras 12 horas de vida que alcançam níveis circulantes de IgGs que irão protege-los de infecções nas primeiras sete semanas de vida. As imunoglobulinas presentes na circulação da fêmea prenha passam para a glândula mamária na última quinzena de gestação, por meio de um complexo mecanismo de filtração e concentração. O potro deve mamar esse colostro o mais rápido possível, o que normalmente ocorre a partir da 2a hora de vida extra-uterina. Com 24 horas de nascido, a quantidade de IgGs ingeridas varia entre 30 e 60 gramas, resultando numa concentração sérica no potro ao redor de 800 mg/dl de IgGs. A absorção das imunoglobulinas contidas no colostro ocorre no intestino delgado, por meio de um mecanismo absortivo especial, que é gradativamente perdido, até se tornar desprezível após 24 horas.&lt;br /&gt;Se o nível sérico de IgGs no potro for inferior a 600 mg/dl entre 12 e 24 horas de vida, a terapia intravenosa com uma fonte de IgGs deve ser considerada&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Prazo:&lt;/strong&gt; Mesmo dia.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Preço:&lt;/strong&gt; R$ 40,00 para pagamento até o dia 5 de clientes cadastrados R$ 36,00.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-693104766783966795?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/693104766783966795/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=693104766783966795' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/693104766783966795'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/693104766783966795'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2009/10/imunoglobulina-g-em-potros-foal-check.html' title='&lt;strong&gt;Imunoglobulina G em potros (Foal Check)&lt;/strong&gt;'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-6279630169411407428</id><published>2009-10-02T09:35:00.000-03:00</published><updated>2009-10-02T16:06:50.378-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Proteinúria'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PU/CU'/><title type='text'>Relação Proteína : Creatinina Urinária (PU/CU)</title><content type='html'>Diagnóstico precoce da doença renal; Detecta a perda protéica na urina!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Permite quantificar a proteinúria para controle e diagnóstico de doenças renais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Dá ao veterinário a oportunidade de alterar o curso da doença renal e aumentar a expectativa de vida de seus pacientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Pode ser usado para monitorar e avaliar o tratamento da doença renal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· É realizado pelo VetLab no mesmo dia com uma única amostra de urina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais do que 75% da função renal deve estar perdida antes de haver aumento de uréia e creatinina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Veterinário não precisa esperar pelos sinais clínicos de azotemia antes de diagnosticar uma doença renal. Você pode detectar uma doença renal antes que seus pacientes se tornem azotemicos usando a relação PU/CU e, por ser um teste quantitativo, te dá a possibilidade de monitorar o curso da doença e avaliar a resposta do animal ao tratamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sinais de doença renal são vagos, inespecíficos e podem ser difíceis de identificar antes que o animal se torne azotemico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Um diagnóstico precoce de doença renal garante uma melhor qualidade de vida e um melhor prognóstico para seu paciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· O proprietário pode verificar a eficiência do tratamento através de monitoramentos seqüenciais da relação PU/CU.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Interpretação da proteinúria:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. A fita de EAS é apenas um teste de rotina, ela é pouco sensível e pouco específica para proteínas renais, gerando freqüentemente resultados falso positivo e falso negativo.&lt;br /&gt;2. Um teste de sangue oculto na urina e a análise do sedimento (realizados no EAS) são necessários para distinguir uma proteinúria não renal de uma renal e interpretar a relação PU/CU.&lt;br /&gt;3. Na ausência de hemorragia ou inflamação, uma relação PU/CU &lt; 0,5 é considerado normal; PU/CU entre 0,5 e 1,0 com azotemia e baixa densidade urinária é considerado proteinúria renal e sem azotemia deve-se repetir o teste em duas semanas; PU/CU &gt; 1,0 é considerado proteinúria renal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Proteinúria renal:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Ausência de sangue oculto e poucas células no sedimento são achados comuns.&lt;br /&gt;2. Cilindros podem ou não estar presentes.&lt;br /&gt;3. Glomerulopatia primária pode causar intensa proteinúria, geralmente com PU/CU &gt; 3,0.&lt;br /&gt;4. Doenças tubulares primária causam pouca a moderada proteinúria, geralmente com PU/CU &lt; 3,0.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Proteinúria pré-renal:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Certos fatores extra-renais podem causar uma pequena proteinúria transitória por aumento na permeabilidade glomerular (ex: febre, doença cardíaca, choque e exercícios), por isso uma relação PU/CU entre 0,5 – 1,0 deve ser repetida em duas semanas.&lt;br /&gt;2. Altas concentrações de proteínas de baixo peso molecular no sangue podem passar através dos glomérulos e causar proteinúria, como a proteína de Bence-Jones (mieloma).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Perguntas mais freqüentes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P: Por anos, os veterinários usavam apenas a fita de urina para detectar proteinúria. Isso já não é bom o suficiente? &lt;br /&gt;R: Infelizmente, muitos veterinários ainda hoje dependem de fitas de urina para determinar a proteína urinária. Esse teste é pouco específico e pouco sensível, podendo ser influenciado pelo pH, volume, concentração e cor da urina, apresentando resultados errados. Além disso a tira de urina só consegue detectar concentrações de proteína urinaria acima de 30 mg/dl.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P: Como determinar se a proteinúria não é transitória?&lt;br /&gt;R: Proteinúria pode realmente ser transitória e não estar associada com doença renal, mas é importante determinar se ela é realmente transitória ou persistente. Proteinúria persistente em animais não azotemicos é sinal de doença renal precoce, por isso, nesse caso, se não há evidências de doença no trato urinário inferior e a relação PU/CU está entre 0,5 e 1,0 ela deve ser medida novamente em três ocasiões com intervalo de duas semanas entre elas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P: Qual a diferença entre proteinúria e microalbubinúria?&lt;br /&gt;R: Proteinúria se refere ao excesso de proteínas presentes na urina. Proteínas urinárias podem ser formadas por um complexo de componentes que incluem albumina, imunoglobulinas, globulinas e proteínas de baixo peso molecular. &lt;br /&gt;Microalbubinúria se refere a  mensurar pequenas quantidades de albumina na urina. PU/CU mensura todas as frações de proteína, inclusive albumina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teste                  Limite de detecção       Proteínas urinárias mensuradas&lt;br /&gt;Fita de urina               30-50 mg/dl                            Várias &lt;br /&gt;Microalbubinúria       1 mg/dl                       Apenas albumina&lt;br /&gt;Relação PU/CU               5 mg/dl                            Todas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P: É realmente importante detectar outras proteínas que não a albumina?&lt;br /&gt;R: Sim, é realmente importante se detectar outros tipos de proteína que não a albumina. Em doenças renais, a albumina pode ser a proteína predominante, entretanto, outros tipos de proteína podem estar presentes em concentrações variadas. Imunoglobulinas e outras proteínas podem causar impacto sobre o resultado da proteína urinária, dependendo da natureza da doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P: Em que animais devo testar a relação PU/CU?&lt;br /&gt;R: Devido ao grande número de cães e gatos idosos com insuficiência renal, recomendamos que esses animais façam o exame como parte do check-up geriátrico. Também recomendamos a utilização do teste em animais suspeitos de doença renal e em check-up de raças com pré-disposição a doença renal (como basset, beagle, boxer, bulldogs, chow-chow, dálmatas, pinsher, golden, lhasa apso, schnauzers, shih tzu e yorkshire)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P: Pacientes em estágio terminal de insuficiência renal pode apresentar a relação PU/CU normal?&lt;br /&gt;R: Sim, alguns cães e gatos em estágio terminal da doença podem apresentar o teste normal, devido ao fato de a proteinúria poder decrescer de acordo com a perda do número de néfrons funcionais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-6279630169411407428?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/6279630169411407428/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=6279630169411407428' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/6279630169411407428'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/6279630169411407428'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2007/09/relao-protena-creatinina-urinria-pucu.html' title='Relação Proteína : Creatinina Urinária (PU/CU)'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-566176535774767078</id><published>2009-09-18T15:57:00.002-03:00</published><updated>2009-09-18T16:14:37.634-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='parasitologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vermes'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SAF'/><title type='text'>Parasitológico de Fezes</title><content type='html'>Este exame de rotina é muito útil mas alguns fatores devem ser considerados:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O VetLab realiza rotineiramente o método de centrífugo-sedimentação com acetado de etila ( Ritchie ) - este exame é útil na identificação de alguns ovos que não flutuam como &lt;em&gt;Taenia sp &lt;/em&gt;e &lt;em&gt;Platynosomum sp&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sensibilidade na detecção de parasitos entéricos num único exame não é adequada e por isso se recomenda que pelo menos três exames em amostras distintas sejam feitos quando há a suspeita de parasitismo.&lt;br /&gt;O exame de MIF foi substituído no VetLab por &lt;strong&gt;SAF&lt;/strong&gt; (Ácido acético, Acetato de sódio e formol. Este conservante é  capaz de preservar adequadamente as estruturas morfológicas dos ovos, larvas cistos e oocistos de parasitos. Além disto, ele traz a possibilidade de se visualizar trofozoítos em fezes diarréicas que eram destruídos pelo MIF.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em animais com inflamação ativa no trato intestinal. É indicado o exame de COPROLÓGICO COM CITOLOGIA. &lt;br /&gt;O exame inclui a pesquisa de sangue oculto (útil para a identificação de lesões do tubo gastrointestinal que cursam sem sangramento clinicamente visível. As causas mais comuns são sangramentos oriundos de úlceras gástricas e duodenais, gastrite, ulcerações medicamentosas da mucosa gastrointestinal, neoplasias gástricas ou de cólon, diverticulite, colites, algumas parasitoses, hemorragias de boca ou trato respiratório superior deglutidas), Citologia (mostrando a presença de células como neutrófilos e eosinófilos e bactérias como Campylobacter e Clostridium.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-566176535774767078?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/566176535774767078/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=566176535774767078' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/566176535774767078'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/566176535774767078'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2009/09/parasitologico-de-fezes.html' title='Parasitológico de Fezes'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-4915173568602847217</id><published>2009-09-14T15:34:00.001-03:00</published><updated>2009-09-14T15:37:16.214-03:00</updated><title type='text'>Poliúria e Polidpisia</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_z9hJe24xyzc/Sq6M_0BESvI/AAAAAAAACSk/tGh1TKjpBNY/s1600-h/Fluxograma+Poli%C3%BAria.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 282px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_z9hJe24xyzc/Sq6M_0BESvI/AAAAAAAACSk/tGh1TKjpBNY/s400/Fluxograma+Poli%C3%BAria.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5381393632677087986" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-4915173568602847217?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/4915173568602847217/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=4915173568602847217' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/4915173568602847217'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/4915173568602847217'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2009/09/poliuria-e-polidpisia.html' title='Poliúria e Polidpisia'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_z9hJe24xyzc/Sq6M_0BESvI/AAAAAAAACSk/tGh1TKjpBNY/s72-c/Fluxograma+Poli%C3%BAria.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-5388962001688893642</id><published>2009-08-31T15:33:00.001-03:00</published><updated>2009-08-31T15:39:22.002-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='urina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='EAS'/><title type='text'>EAS - urina rotina – urina tipo 1</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Material:&lt;/strong&gt; 10ml de urina.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Condições de coleta:&lt;/strong&gt; Coletar preferencialmente por cateterização ou cistocentese. Enviar ao VetLab em até 6 horas. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Observações:&lt;/strong&gt; O ácido ascórbico (Vitamina C) pode causar um falso negativo na leitura de glicose com a fita. Proteinúria e/ou glicosúria de 3+ podem provocar um falso aumento na densidade urinária.&lt;br /&gt;Interpretação: O exame rotineiro de urina é um método simples, não-invasivo, capaz de fornecer uma variedade de informações úteis em relação a patologias envolvendo os rins, o trato urinário e, por dados indiretos, algumas patologias sistêmicas. &lt;br /&gt;Apesar de simples, diferentes técnicas encontram-se envolvidas na sua realização, em 3 etapas distintas:&lt;br /&gt;- análise física,&lt;br /&gt;- análise química,&lt;br /&gt;- análise microscópica do sedimento. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise Física&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aspecto&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O aspecto normal é límpido exceto nos eqüinos e coelhos, onde muco e cristais de carbonato de cálcio dão a ela uma aparência espessa e turva. Entretanto, uma ligeira turvação não é necessariamente patológica, podendo ser decorrente da precipitação de cristais e de sais amorfos não-patológicos.&lt;br /&gt;A turvação patológica pode ser conseqüência da presença de células epiteliais, leucócitos, hemácias, cristais, bactérias e leveduras.&lt;br /&gt;Pode ocorrer a presença de depósito por excesso de muco em função de processos inflamatórios do trato urinário inferior ou do trato genital, ou pela presença de grande quantidade de outros elementos anormais.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cor&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A cor habitual da urina é amarelo, o que se deve, em sua maior parte, ao pigmento urocromo. Essa coloração pode apresentar variações em situações como a diluição por uma grande ingestão de líquidos, que torna a urina amarelo-pálida. Uma cor mais escura pode ocorrer por privação de líquidos.&lt;br /&gt;Portanto, a cor da urina pode servir como avaliação indireta do grau de hidratação e da capacidade de concentração urinária.&lt;br /&gt;O uso de diversos medicamentos e a ingestão de corantes alimentares também podem causar alteração da cor da urina.&lt;br /&gt;Há numerosas possibilidades de variação de cor, sendo a mais freqüente a cor avermelhada (rosa, vermelha, vermelho-acastanhada). A cor avermelhada pode acontecer na presença de medicamentos, hemácias, hemoglobina, metahemoglobina e mioglobina. As porfirias também podem cursar com coloração vermelha ou púrpura da urina. &lt;br /&gt;Também é freqüente a cor âmbar ou amarelo-acastanhada, pela presença de bilirrubina, levando a urina a se apresentar verde-escura em quadros mais graves.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Densidade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A densidade ajuda a avaliar a função de filtração e concentração renais, bem como o estado de hidratação do corpo. Depende diretamente da proporção de solutos urinários presentes (cloreto, creatinina, glicose, fosfatos, proteínas, sódio, sulfatos, uréia, ácido úrico) e o volume de água. &lt;br /&gt;Densidades diminuídas podem ser encontradas na administração excessiva de líquidos por via intravenosa, reabsorção de edemas transudatos, insuficiência renal crônica, quadros de hipotermia, piometra, hiperadrenocorticismo, hipoadrenocorticismo, Síndrome de Fanconi, diabetes mellitus e diabetes insipidus. &lt;br /&gt;Densidades elevadas podem ser encontradas na desidratação, diarréia, vômitos, febre, diabetes mellitus, glomerulonefrite, insuficiência cardíaca congestiva, proteinúria, uropatias obstrutivas e no uso de algumas substâncias, como contrastes radiológicos e sacarose. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise Química&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Acetona&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A acetona é um subproduto do metabolismo da gordura e dos ácidos graxos que proporciona fonte de energia para as células quando as reservas de glicose estão exauridas ou quando a glicose não pode penetrar nas células devido à falta de insulina. &lt;br /&gt;A acetona que passa para a corrente sangüínea é quase totalmente metabolizada no fígado. Quando é formada em velocidade maior do que o normal, é excretada na urina. &lt;br /&gt;Diabetes Mellitus é a doença que classicamente está associada a cetonúria. O jejum ou a dieta podem determinar o aparecimento de acetona na urina. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bilirrubina&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Aumentadas nas situações em que ocorre o aumento da bilirrubina sérica conjugada e sua conseqüente presença na urina. Portanto, valores elevados podem ser encontrados em doenças hepáticas e biliares, lesões parenquimatosas, obstruções intra- e extra- hepáticas, neoplasias hepáticas ou do trato biliar. Os cães apresentam baixo limiar renal para bilirrubina e as reações de Traço ou 1+ podem ser consideradas normais em urinas com densidade superior a 1.020. Alguns casos de doença biliar obstrutiva crônica podem cursar com níveis alterados de bilirrubina sérica e ausência de bilirrubina na urina. Falso-negativos podem ser induzidos pelo uso de ácido ascórbico e exposição da urina à luz intensa por longo tempo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Urobilinogênio&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O urobilinogênio é um produto de redução formado pela ação de bactérias sobre a bilirrubina conjugada no trato gastrintestinal. A maior parte do urobilinogênio é excretada nas fezes. Pequena parte é reabsorvida através da via êntero-hepática e reexcretrada na bile e na urina. O aumento do urobilinogênio na urina indica a presença de processos hemolíticos, disfunção hepática ou porfirinúria. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sangue Oculto&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Este teste detecta a presença de hemoglobina e mioglobina. A presença de hemoglobina na urina pode ser proveniente de diferentes estados de hemólise intravascular, em que uma quantidade excessiva de hemoglobina satura a capacidade de ligação com a haptoglobina. Nessas condições, fica livre no plasma, sendo filtrada pelo glomérulo e em parte reabsorvida pelo sistema tubular. O restante é excretado na urina.&lt;br /&gt;A outra causa é a presença de hemácias liberadas no trato urinário por pequenos traumas, exercícios extenuantes ou patologias das vias urinárias, em que as hemácias são lisadas, liberando hemoglobina. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Glicose&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A glicose presente na urina reflete os níveis séricos da glicose associados à capacidade de filtração glomerular e de reabsorção tubular. &lt;br /&gt;A glicosúria pode ser causada tanto pelo diabetes mellitus como por outras patologias, como na síndrome de Fanconi e nos quadros de hiperglicemia de outras origens que não a diabética. O limiar renal da glicose é de 180mg/dl no cão e de 280 mg/dl no gato.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nitrito&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A presença de nitrito na urina indica infecção das vias urinárias, causadas por microrganismos que reduzem o nitrato a nitrito. O achado de reação positiva indica a presença de infecção nas vias urinárias, principalmente por bactérias entéricas. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;pH&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Avalia a capacidade de manutenção renal da concentração de íons hidrogênio no plasma e líquidos extracelulares. Participando do equilíbrio ácido-base, os rins, quando em funcionamento normal, excretam o excesso de íons hidrogênio na urina. Portanto, o pH da urina reflete o pH plasmático e é um indicador da função tubular renal.&lt;br /&gt; O &lt;strong&gt;pH &lt;/strong&gt;da urina depende da dieta. Os animais herbívoros têm pH alcalino, e os carnívoros e onívoros podem variar de alcalino a ácido, dependendo da quantidade de proteína animal presente na sua dieta. Valores elevados podem ser encontrados na alcalose metabólica ou respiratória, infecção das vias urinárias, especialmente por microrganismos que utilizam uréia (Proteus e Pseudomonas sp.), hipocalemia, e ingestão de bicarbonato. &lt;br /&gt;Valores diminuídos podem ser encontrados em acidose metabólica e respiratória, perda de potássio, dieta rica em proteínas, infecção das vias urinárias por Escherichia coli e febre. O uso de anestésicos e de ácido ascórbico pode diminuir o pH urinário.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Proteínas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Em animais normais, uma pequena quantidade de proteína é filtrada pelo glomérulo, mas é reabsorvida por via tubular.&lt;br /&gt;O aumento da quantidade de proteínas na urina é indicador inicial de patologia renal. Entretanto, não são todas as patologias renais que cursam com proteinúria, a qual não é uma condição exclusiva de doença renal, podendo aparecer em patologias não-renais e em algumas condições fisiológicas. O exame de proteína urinária realizado através da tira é apenas um teste de rotina, para melhor avaliação da proteinúria é necessário o exame de PU/CU.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Leucócito Esterase&lt;/strong&gt; (enzima específica dos neutrófilos)&lt;br /&gt;O limite de detecção se encontra entre 10 e 20 leucócitos/microlitro, portanto, qualquer resultado entre indetectável e +++ pode ter significado clínico.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise Microscópica do Sedimento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Células Escamosas&lt;/strong&gt;É comum o achado de algumas células epiteliais escamosas. A maioria não tem significado clínico, representando uma descamação de células velhas do revestimento epitelial do trato urinário. O achado de células com atípicas nucleares ou morfológicas pode indicar a presença de processos neoplasicos necessitando de investigação específica&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Hemácias&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Podem estar presentes em pequena quantidade na urina normal. A presença de hematúria indica lesões inflamatórias, infecciosas ou traumáticas dos rins ou vias urinárias. O exercício extenuante pode levar a hematúria discreta.&lt;br /&gt;A forma da apresentação das hemácias, segundo alguns autores, pode indicar sua origem, servindo como um diagnóstico diferencial de hematúrias de origens glomerular e não-glomerular. Quando se apresentam em sua forma esférica habitual (isomorfas), seriam de origem mais distal no trato urinário; quando crenadas (dimórficas), teriam origem glomerular.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Piócitos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Podem estar presentes em pequena quantidade na urina normal. Normalmente neutrófilos. Quantidades aumentadas indicam a presença de lesões inflamatórias, infecciosas ou traumáticas em qualquer nível do trato urinário. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cristais &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;São um achado freqüente na análise do sedimento urinário normal, raramente com significado clínico e com ligação direta com a dieta. &lt;br /&gt;Alguns cristais representam um sinal de distúrbios físico-químicos na urina ou têm significado clínico específico, como os de cistina, biurato de amônio, oxalato de cálcio monoidratado e estruvita. Podem também ser observados cristais de origem medicamentosa e de componentes de contrastes urológicos.&lt;br /&gt;A cistina está ligada a um urólito de cistina. O biurato de amônio sugere insuficiência hepática. Os cristais de estruvita estão normalmente relacionados a infecções por bactérias produtoras de urease. E o oxalato de cálcio monoidratado ocorre com a intoxicação por etilenoglicol.&lt;br /&gt;Apesar de não existir uma relação direta entre a presença de cristais e o desenvolvimento de cálculos, alguns autores apontam a existência de diferenças morfológicas entre os cristais dos pacientes que desenvolvem calculose com uma apresentação de formas maiores, agregadas e bizarras.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cilindros&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;São elementos exclusivamente renais compostos por proteínas e moldados principalmente na luz dos túbulos contornados distais e túbulos coletores.&lt;br /&gt;Indivíduos normais, principalmente após exercícios extenuantes, febre e uso de diuréticos, podem apresentar pequena quantidade de cilindros, geralmente hialinos.&lt;br /&gt;Sua formação é influenciada pelos elementos presentes no filtrado e pelo tempo de permanência dentro do túbulo. Nas doenças renais, se apresentam em grandes quantidades e em diferentes formas, de acordo com o local da sua formação.&lt;br /&gt;Os mais comuns são os cilindros hialinos. São compostos principalmente pelas proteínas de Tamm-Horsfall, considerados normais em pequenas quantidades e em maior quantidade em situações como febre, desidratação, estresse e exercício físico intenso.&lt;br /&gt;Os cilíndros podem estar presentes em diferentes patologias como os hemáticos (doença renal intrínseca), leucocitários (pielonefrites), de células epiteliais (lesões túbulos renais), granulosos (doença renal glomerular ou tubular e algumas situações fisiológicas) e céreos (insuficiência renal, rejeição a transplantes e doenças renais agudas e estase do fluxo urinário).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Leveduras e Fungos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Em geral, a presença de leveduras e fungos no sedimento urinário indicam contaminação. Micose sistêmica pode resultar em elementos fungicos na urina. Uma amostra obtida por cistocentese deve ser utilizada para a confirmação do achado. Um resultado positivo deve estar associado à manifestação clínica como por exemplo espondilite, corticóides ou diabetes.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Prazo:&lt;/strong&gt; mesmo dia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;EXAME REALIZADO DE ACORDO COM A ABNT/CB-36 &lt;/strong&gt;Comitê Brasileiro de Análises Clínicas e Diagnóstico in vitro, representante oficial e exclusivo da ISO no Brasil, incluindo o ISO/TC 212.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-5388962001688893642?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/5388962001688893642/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=5388962001688893642' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/5388962001688893642'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/5388962001688893642'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2009/08/eas-urina-rotina-urina-tipo-1.html' title='EAS - urina rotina – urina tipo 1'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-7544683838466612675</id><published>2009-08-29T11:08:00.000-03:00</published><updated>2009-08-29T16:41:36.732-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='17 OH progesterona'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Hiperadrenocorticismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Hipotireoidismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alopecia X'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='17 Hidroxiprogesterona'/><title type='text'>17 Hidroxiprogesterona</title><content type='html'>A dosagem de 17 Hidroxiprogesterona antes e após a estimulação com ACTH é recomendada na investigação de cães com Alopecia X (Schmeitzel et al., 1995; Cerundolo et al., 2001).Concentrações de 17 Hidroxiprogesterona pós ACTH estava elevada em todos os 31 cães Pomeranians com Alopecia X segundo o estudo de Cerundolo et al. (2001). Deve ser realizado o diagnóstico diferencial de hipotireoidismo e Hiperadrenocorticismo clássico.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-7544683838466612675?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/7544683838466612675/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=7544683838466612675' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/7544683838466612675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/7544683838466612675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2009/05/17-hidroxiprogesterona.html' title='17 Hidroxiprogesterona'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-8043176252068527716</id><published>2009-08-17T10:47:00.000-03:00</published><updated>2009-08-17T11:37:58.383-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cristalino'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Catarata'/><title type='text'>Catarata</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O olho possui basicamente 2 lentes: a lente externa, que é a córnea e a interna, para focalização fina, que é o cristalino. Segundo o Dr. Jorge Pereira, as cataratas são o resultado de qualquer evento que modifique a arquitetura natural das fibras do cristalino, tornando-o, assim, opaco, podendo levar o animal à cegueira.&lt;br /&gt;Esta opacidade pode ocorrer nos cristalinos de qualquer mamífero como Cães, Gatos, Cavalos, Ferrets, Ovinos, Bovinos, etc e também em aves ornamentais como Papagaios, Araras, Tucanos e ainda pequenos pássaros como Coleiros, Canários diversos, entre outros. Embora as cataratas possam decorrer de doenças metabólicas, uso prolongado de alguns medicamentos, intoxicação, senilidade etc., nos animais, na maioria das vezes, tem caráter hereditário. O único tratamento comprovadamente eficaz é a cirurgia, que consiste na retirada do cristalino opaco e o implante de uma lente intra-ocular (LIO), em substituição ao mesmo. Embora possam ser operados por técnicas tradicionais como a intra-capsular (EICC) e a extração extra-capsular da Catarata (EECC), o método que determina melhores resultados é o método da Facoemulsificação (FE), a extração ultra-sônica da catarata.&lt;br /&gt;A cirurgia demora em média 2 a 6 minutos e o percentual de sucesso obtido através da mesma, gira em torno de 96%. Segundo a literatura Dr. Jorge Pereira é pioneiro na Facoemulsificação na América Latina, tendo apresentado e publicado os primeiros trabalhos sobre a técnica na América do Sul, e vem ensaiando os primeiros passos nas técnicas de Cirurgia a Laser. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Matéria do site &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.cepov.com.br/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;www.cepov.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; , do Dr. Jorge Pereira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Avenida das Américas, 700 Bl 08 Loja 103J Barra da Tijuca RJ&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-8043176252068527716?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/8043176252068527716/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=8043176252068527716' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/8043176252068527716'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/8043176252068527716'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2007/09/catarata.html' title='Catarata'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-2351836348928477646</id><published>2009-07-23T15:20:00.001-03:00</published><updated>2009-07-23T15:22:28.698-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Stretococcus'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ASLO'/><title type='text'>ASLO</title><content type='html'>&lt;strong&gt;ASLO – Anti-estreptolisina O&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Material:&lt;/strong&gt; Soro 0,5ml. Estável por 8 dias refrigerado e 90 dias congelado.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Condições de coleta:&lt;/strong&gt; Jejum 4 horas. A amostra pode ser armazenada por 48 horas em geladeira. Interferentes: hemólise, lipemia e contaminação bacteriana na coleta.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Indicação:&lt;/strong&gt; A antiestreptolisina “O” é produzida por quase todas as cepas de Stretococcus pyogenes. O anticorpo formado contra ela, o antiestreptolisina “O”, é um indicador de infecções estreptocócicas e suas complicações, tais como a febre reumática e a glomerulonefrite aguda.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Método:&lt;/strong&gt; Nefelometria&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-2351836348928477646?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/2351836348928477646/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=2351836348928477646' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/2351836348928477646'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/2351836348928477646'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2009/07/aslo.html' title='ASLO'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-496794541777593133</id><published>2009-07-09T22:14:00.003-03:00</published><updated>2009-07-09T22:29:25.079-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ehrlichia canis'/><title type='text'>ELISA para Ehrlichia canis</title><content type='html'>novo método e preço para &lt;em&gt;Ehrlichia canis&lt;/em&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Resultado no mesmo dia&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;Método de ELISA Com titulação. de 1: 20 até 1: 640&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Interpretação do resultado:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Animal Saudável&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Resultado Não - Reagente - checar no próximo ano&lt;br /&gt;Resultado Reagente 1:20 a 1:80 - testar novamente em 7 - 10 dias. Compare o último resultado para checar o declínio dos títulos de anticorpos .&lt;br /&gt;Resultado Reagente &gt; 1:80 - Estágio subclínico, avaliar o hemograma&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Animal Doente&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Resultado &lt; 1: 80 considerar outro diagnóstico, testar novamente em 7 dias&lt;br /&gt;Resultado Reagente &gt; 1: 80 - Diagnóstico confirmado, estágio agudo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-496794541777593133?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/496794541777593133/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=496794541777593133' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/496794541777593133'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/496794541777593133'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2009/07/elisa-para-ehrlichia-canis.html' title='ELISA para &lt;em&gt;Ehrlichia canis&lt;/em&gt;'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-6586068509159070941</id><published>2009-06-24T11:25:00.000-03:00</published><updated>2009-06-26T13:06:40.059-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='icterícia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zoonose'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='leptospirose'/><title type='text'>Leptospirose</title><content type='html'>A leptospirose é causada por uma bactéria, a Leptospira interrogans, que é eliminada através da urina de animais, principalmente o rato de esgoto, e sobrevive no solo úmido e na água.  As inundações facilitam o contato da bactéria com seres humanos. A Leptospira interrogans pode penetrar no organismo através do contato da pele e de mucosas com a água e a lama das enchentes. A infecção também pode ocorrer por ingestão, uma vez que as inundações podem contaminar a água de uso doméstico e os alimentos.&lt;br /&gt;A leptospirose canina ocorre principalmente pelos sorovares Icterohaemorrhagiae, Copenhageni e Canicola, cujo curso pode variar de sub-clínico, agudo ou crônico. Várias são as manifestações clínicas, que podem incluir ou não a icterícia, dependendo do sorovar infectante. Na forma aguda pode causar a morte do animal por insuficiencia renal e hepática, aqueles que sobrevivem à infecção tornam-se portadores e excretores de leptospiras pela urina de forma assintomática, disseminando a doença para outros cães, outras espécies animais e o homem. Na zona rural, as características do habitat e a presença de animais silvestres assumem grande importância para as criações de animais de produção (bovinos, bubalinos, suínos, eqüinos, ovinos e caprinos). Nessas, a leptospirose se constitui em uma enfermidade reprodutiva responsável pela quebra na produção de leite e carne em função da infertilidade e do abortamento, ocorrendo mais freqüentemente pela infecção pelos sorovares Hardjo (Hardjobovis ou Hardjoprajitno), Pomona, Grippotyphosa e Icterohaemorrhagiae. No gado leiteiro, o aparecimento de mastite flácida com agalactia e pequena quantidade de sangue no leite também tem sido verificado. Nestes casos, ocorre a diminuição na produção do leite que dura de 2 a 10 dias (Sindrome da Queda do Leite ou Milk Drop Syndrome). O leite torna-se amarelado, com consistência de colostro, grumos grosseiros e elevada contagem de células somáticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso de animais de produção ou de companhia, o médico veterinário deve ser chamado sempre que houver suspeita da doença, não somente pelos prejuízos no plantel, mas, sobretudo, por tratar-se de uma zoonose que implica no estabelecimento imediato de medidas de controle e de prevenção para que sejam minimizados os riscos de disseminação entre as pessoas de contato com estes animais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para se entender melhor a transmissão da leptospirose, é preciso que se conheça a sua epidemiologia. As portas de entrada para as leptospiras invadirem o organismo dos hospedeiros vertebrados são pele e membranas mucosas: conjuntiva, nasofaríngea e genital. Nas inundações, a imersão em águas contaminadas com leptospiras permite a penetração devido à eliminação de barreiras naturais protetoras da pele, mesmo íntegra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A habilidade em sobreviver e multiplicar é o maior componente de virulência das leptospiras. Imediatamente após a penetração no hospedeiro, quer seja animal ou humano, elas se disseminam rapidamente por via linfática e sanguínea. Enquanto as leptospiras não patogênicas são rapidamente destruídas pela fagocitose reticulo-endotelial, as patogênicas escapam a fagocitose e rapidamente se multiplicam exponencialmente na corrente sanguínea atingindo os vários órgãos. Cerca de 5-7 dias após a infecção aparecem os primeiros sintomas. Com o aparecimento dos anticorpos (imunoglobulinas específicas) a multiplicação diminui ou cessa e o hospedeiro pode se recuperar ou vir a óbito, pelo efeito da intensa multiplicação ou mesmo pelas lesões decorrentes da infecção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos animais que sobrevivem à infecção aguda, as leptospiras persistem em sítios imunologicamente protegidos como túbulos renais proximais, câmara anterior do olho e trato genital e tornam-se portadores renais ou genitais, e importantes fontes de infecção para novos susceptíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos animais prenhes, após alcançarem a circulação sanguínea ou corrente linfática, atingem o útero e a placenta em qualquer estágio de gestação, alcançam o feto que morre por leptospirose sendo expulso cerca de 24 horas depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para saber mais:&lt;br /&gt;http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/leptospirose_oquefazer.pdf&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.cives.ufrj.br/informacao/leptospirose/lep-iv.html&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-6586068509159070941?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/6586068509159070941/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=6586068509159070941' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/6586068509159070941'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/6586068509159070941'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2007/09/leptospirose-canina.html' title='Leptospirose'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-1621729161702804261</id><published>2009-06-18T09:27:00.002-03:00</published><updated>2009-06-18T09:31:29.536-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PKD'/><title type='text'>Como enviar exames de PKD</title><content type='html'>&lt;strong&gt;PKD - Identificação da mutação associada à doença do Rim Policístico em Felinos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Material: &lt;/strong&gt;Sangue em EDTA - tubo de hemograma&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Condições de coleta:&lt;/strong&gt; 1,0ml de sangue em EDTA. - Pode ser realizada a qualquer idade.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aplicação:&lt;/strong&gt; Detectar a presença da alteração genética no DNA do animal. A identificação da mutação é importante porque revela quais gatos são susceptíveis a PKD mesmo antes do aparecimento dos sintomas. As raças Persa, Himalaio, Exótico e British Short Hair são as mais afetadas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Armazenamento e envio:&lt;/strong&gt; Enviar por correio ou transportadora em temperatura ambiente, não é necessário colocar em isopor com gelo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Metodologia:&lt;/strong&gt; PCR - RFLP.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Prazo:&lt;/strong&gt; 10 dias úteis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Clientes em Petrópolis podem coletar diretamente no laboratório e na cidade do Rio de Janeiro podem agendar a coleta em casa.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-1621729161702804261?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/1621729161702804261/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=1621729161702804261' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/1621729161702804261'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/1621729161702804261'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2009/06/como-enviar-exames-de-pkd.html' title='Como enviar exames de PKD'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-530738488743865296.post-5986966389003460529</id><published>2009-06-15T12:27:00.000-03:00</published><updated>2009-06-15T18:07:47.693-03:00</updated><title type='text'>Hipotireoidismo em cães</title><content type='html'>&lt;p&gt;O hipotireoidismo é uma doença multissistêmica caracterizada pela baixa exposição orgânica aos hormônios tireoidianos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SINAIS CLÍNICO&lt;br /&gt;-Letargia&lt;br /&gt;-Intolerância ao frio&lt;br /&gt;-Alopecia simétrica bilateral&lt;br /&gt;-Hiperqueratose&lt;br /&gt;-Hiperpigmentação&lt;br /&gt;-Diminuição da Fragilidade capilar&lt;br /&gt;-Infertilidade&lt;br /&gt;-Ganho de peso&lt;br /&gt;-Embotamento mental&lt;br /&gt;-Galactorréia&lt;br /&gt;-Constipação&lt;br /&gt;-Mixedema cutâneo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OUTROS SINAIS&lt;br /&gt;-Miopatia&lt;br /&gt;-Neuropatia&lt;br /&gt;-Hipotermia&lt;br /&gt;-ICC&lt;br /&gt;-Sangramento&lt;br /&gt;-Obesidade verdadeira&lt;br /&gt;-Miocardiopatia&lt;br /&gt;-Paralisia de laringe&lt;br /&gt;-Paralisia facial&lt;br /&gt;-Sindrome de Horner&lt;br /&gt;-Megaesôfago&lt;br /&gt;-Diarréia&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;IMPORTANTE: Ter Clínica, porém nem toda clínica inclui todos os sinais juntos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hemograma&lt;br /&gt;-Anemia Normocítica Normocrômica Arregenerativa (30%)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Diminuição do hematócrito (28 a 35%)&lt;br /&gt;-Aumento da contagem do número de plaquetas&lt;br /&gt;-Leucocitose associada à infecção&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bioquímica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aumento do colesterol Total (75%)&lt;br /&gt;Aumento dos Triglicerídeos.&lt;br /&gt;Aumento de Fosfatase Alcalina&lt;br /&gt;Aumento de CK&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DOENÇAS QUE DIMINUEM OS NÍVEIS DE T3 E T4 SÉRICOS&lt;br /&gt;-Deficiência de calorias e/ou ptn&lt;br /&gt;-Diabetes mellitus&lt;br /&gt;-Hiperadrenocorticismo&lt;br /&gt;-Hepatopatia&lt;br /&gt;-Hipoadrenocorticismo&lt;br /&gt;-Insuficiência renal&lt;br /&gt;-Afecções neuromusculares&lt;br /&gt;-Pioderma&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MEDICAMENTOS QUE DIMUNUEM A CONCENTRAÇÃO DE T3 E T4 SÉRICOS&lt;br /&gt;-Fenitoina&lt;br /&gt;-Salicilato&lt;br /&gt;-Flunixin Meglumine&lt;br /&gt;-Glicocorticóides (suspender 15 dias antes via oral e 2 meses via intra-venosa)&lt;br /&gt;-Mitotano&lt;br /&gt;-Anabolizantes&lt;br /&gt;-Halotano&lt;br /&gt;-Tiopental&lt;br /&gt;-Metoxiflurano&lt;br /&gt;-Furosemida&lt;br /&gt;-Ácidos Graxos&lt;br /&gt;-Fenobarbital&lt;br /&gt;-Fenilbutazona&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/530738488743865296-5986966389003460529?l=vetlaboratorio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/feeds/5986966389003460529/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=530738488743865296&amp;postID=5986966389003460529' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/5986966389003460529'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/530738488743865296/posts/default/5986966389003460529'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vetlaboratorio.blogspot.com/2007/09/hipotireoidismo-em-ces.html' title='Hipotireoidismo em cães'/><author><name>VetLab</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09653504628185665261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
