VetLab Medicina Laboratorial Veterinária

sábado, 2 de janeiro de 2010

CINOMOSE, QUAL TESTE UTILIZAR?


A cinomose canina inicia-se com a inalação viral e replicação nas tonsilas e linfonodos bronquial. Quando este alcança a circulação, cerca de 2 dias após a infecção. Uma viremia célula associada, geralmente nos macrófagos, resulta em rápida disseminação e o vírus pode ser isolado de todos os tecidos linfóides e de linfócitos sanguíneos cerca de uma semana após a infecção.
A progressão da doença é determinada pela rapidez e eficácia ou não da resposta imune. A replicação viral resulta em linfocitólise, é um importante fator na determinação da manifestação clínica. Incapacidade para limitar a disseminação da infecção, permite a expansão desta para o sistema respiratório, urinário e sistema nervoso central. Pele, glândulas exócrinas e endócrinas são também afetadas. Infecções bacterianas secundárias a imunossupressão contribuem para o desenvolvimento de vários sinais clínicos que precedem a sintomatologia nervosa, já que os sinais de envolvimento do SNC geralmente não se manifestam até a 4a semana, caracterizando clinicamente o período de incubação de 1 a 4 semanas.

O VETLAB OFERECE 5 EXAMES DIFERENTES PARA DETECÇÃO DESTE VÍRUS

Cinomose Total – Ag + IgM + IgG  melhor opção
Material: 1 ml de soro ou plasma EDTA. Estabilidade: R - 2 dias e C - 6 meses
Método: ELISA
Condições de envio: Refrigerado
Prazo: Mesmo dia
Código: 683

Cinomose – Imunocromatografia Ag
Amostra: 0,5 ml de soro ou plasma (EDTA), secreção vaginal, ocular ou líquor.
Método: Imunoensaio Cromatográfico - Antígeno.
Condições de coleta: Jejum não obrigatório. A vacinação não influencia o resultado do teste.
Resultados falso negativos ocorrem quando a amostra certa não é avaliada, por exemplo, na fase neurológica da doença a amostra enviada deverá ser líquor pois pode ocorrer uma não liberação viral no sangue em secreções nesta fase da doença. Em outras fases da doença enviar sempre soro e secreção ocular.

Cinomose  IgM
Material: 1 ml de soro
Método: IgM Sensibilidade 94,3% e Especificidade 98,8%. (Método de Referência)
Condições de envio: Refrigerado
Indicação: É o melhor método quando o animal está em fase aguda (3 a 4 semanas de exposição ao vírus). Vacinações em menos de 35 dias podem apresentar-se com falso positivos.

Cinomose  IgG
Material: 1 ml de soro
Método: IgG com titulação.
Condições de envio: Refrigerado
Indicação: É mais utilizado em diagnóstico em animais que nunca foram vacinados para cinomose, títulos vacinais podem persistirem por até 3 anos. É ideal para se avaliar o status imune contra a cinomose, resultando em um teste para se avaliar a necessidade ou não de se revacinar o animal para cinomose.

Cinomose PCR
Material: Swab ocular, urina ou 2 ml de sangue total em tubo com EDTA.
Método: PCR
Condições de coleta: Respeitar intervalo de 21 dias após vacinação para que
não ocorra interferência do agente vacinal.
Condições de envio: Refrigerado

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3 comentários:

Maria Livia disse...

Bom dia. Minha cachorra foi diagnosticada com cinomose por PCR em 27 de setmebro. Se recuperou e em 16 de novembro refizemos o PCR. Porém continuou dando positivo. Ela havia tomado a segunda dose da vacina dias antes de eu pegá-la, dia 31 de agosto. Gostaria de saber se a vacina pode influenciar no resultado. O PCR verifica se há o virus ainda vivo e ativo? Ela está tomando nosodio de cinomose 30 CH. Isso pode influenciar o PCR? Existe outro exame que poderia ser feito?Enquanto não negativar ela não pode tomar aoutra dose da vacina e, portanto, não pode sair na rua.
Agradeço a atenção.

denise disse...

Maria, tenho um caso como o seu em casa, hj ele refez o pcr, ainda aguardo resultado, vc pode me dizer como está a sua filhota?

denise disse...

Maria, tenho um caso como o seu em casa, hj ele refez o pcr, ainda aguardo resultado, vc pode me dizer como está a sua filhota?