VetLab Medicina Laboratorial Veterinária

terça-feira, 13 de abril de 2010

NOTA SOBRE LEPTOSPIROSE CANINA

A leptospirose canina constitui um sério problema sanitário, não só pela gravidade de sua patogenia, mas também como elemento potencial de contágio ao homem, devido à grande proximidade estabelecida entre os seres humanos e os cães (ORGANIZACÃO MUNDIAL DA SAÚDE)

O cão é o hospedeiro natural do serovar Canicola sofrendo infecção subclínica ou crônica, podendo muitas vezes mostrar-se assintomático.

O Município do Rio de Janeiro, apresentou em 1996 uma das maiores epidemias urbanas, logo após ter sido atingido por fortes temporais no mês de fevereiro, com 1.732 casos notificados, em humanos e 51 óbitos.

A água exerce um papel primordial na transmissão da leptospirose e, em épocas de enchente, a Leptospira atinge locais pouco usuais, onde estão presentes grandes contingentes de indivíduos suscetíveis. Além disso, não é apenas pelo contato com as águas das enchentes que se adquire a doença. Levando em conta o panorama repleto de contrastes da cidade do Rio de Janeiro, o contato com o lamaçal após a diminuição do nível da água é, provavelmente, ainda mais importante, pois este concentra as bactérias, que apresentam uma sobrevida longa em solos úmidos.


O VETLAB REALIZA OS SEGUINTES EXAMES PARA LEPTOSPIROSE:

Leptospirose IgG – SORO OU PLASMA – MESMO DIA

Soro Aglutinação Microscópica com Antígenos Vivos (SAM) – SORO – 4 DIAS ÚTEIS

Leptospirose – Exame Direto em campo escuro – URINA – MESMO DIA – APENAS PARA PETRÓPOLIS

Um comentário:

Carlos disse...

Gostaria que me explicase fisiologicamente o porque de gatos não desenvolverem a doença.
Obrigado.